Eu faço parte de uma igreja evangélica. Lá tem uma menina que sempre bati punheta. Ela é magrinha e baixinha. Mas aquela puta tem um namorado. Ela paga de virgem mas o cara já deve ter fincado a jeba naquela bucetinha guardada debaixo da saia. Aquele tesouro já foi descoberto. Tenho certeza. Pelas características dela acho que a xana deve ser bem rosada e sem pelo. Um beicinho deve pender para fora (o que dá mais tesão, principalmente na hora de chupar). Que sorte aquele idiota tem. Pode fazer o que quiser com essa putinha. E eu continuou batendo punheta. Merda. Mas esse fato dela ser penetrada por outro me instiga. Uma viga atravessando aquela buceta e ela fazendo cara de inocente. Do jeito que ela seguro o microfone no culto tenho certeza que sabe bem como segurar um pau e o estimular até sair leitinho gostoso. Nossa que delícia! Quero muito fuder ela. Quando ela está com uma roupa que marca a calcinha me surge uma vontade animal de rasgar aquela roupa inteirinha e deixar toda minha tensão através de esperma naquele buraco gostoso. Iria segurar ela com tanta força e meter o pau até o talo. Até o talo mesmo. Eu ia gozar de uma maneira tão grande que quem tivesse perto diria que eu estava morrendo. De fato estava: indo de encontro ao paraíso. N posso esquecer do cuzinho. Quero dar um beijinho bem naquele círculo feito para dar prazer e depois lamber delicamente. Quero ver quem aguenta. Ela vai gemer igual uma puta profissional. Não tenho dúvida. O que dizer dos peitinhos? Parecem dois melões em formação. Apertar aqueles mamilos até ficarem durinhos. Que delícia. E depois cair de boca. E por último, mas não menos importante, o rostinho. Dar uma surra de pica na cara daquela falsa virgem. Vai ser o castigo por não ter liberado o pêlo para mim. Vou bater bastante com a pica na cara dela. Quando cansar vou enfiar a tora naquela boca tão bonita. Ela vai mamar e mamar. Na hora que estiver quase explodindo vou tirar minha mangueira da garganta dela e mirar direto na cara. Uma bênção para ela. Vou esvaziar toda a porra que tiver e não tiver no meu saco. Em seguida repousarei meu pinto sobre a cara dela e tirarei uma foto. "Vim, vi e venci" direi, como Júlio César, ao terminar a batalha. Ela toda estirada sem força sobre a cama e meu pau vitorioso sobre aquele rostinho. Logo essa punheta virará realidade…


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