em

Minha primeira traição

Eu confesso que tenho lido por aqui relatos de esposas que traem seus maridos e se mostram arrependidas, sofrem e se sentem mal com isso. Minha primeira traição também me causou um certo arrependimento, mas aprendi a superar e a me divertir muito com meu corpo, que é só meu, para meu prazer.
Eu e meu marido éramos e somos muito bem sucedidos em nossas profissões, e, quando comemoramos oito anos de casados, resolvemos fazer um cruzeiro pelas Bahamas a partir de Miami, juntamente com dois casais de amigos íntimos bastante animados e divertidos. Chegamos ao navio pela manhã, e ele logo desatracou rumo às ilhas do paraíso. Passamos o dia fuçando as facilidades de bordo e meu marido e meus amigos escolheram a academia e o bar de bordo como preferidos, e eu fiz da piscina meu point. Minhas amigas escolheram as máquinas do cassino de bordo que foram franqueadas assim que atingimos o alto mar.
Mas era a noite que a vida por ali ficava feérica. Ficamos numa pista de dança onde um conjunto de musica caribenha tocava Salsa e Rumba, e bebíamos os drinks exóticos que serviam. Em um dado momento, alguns dançarinos de ambos os sexos apareceram para motivar os passageiros e tiravam as mulheres e os homens para ensaiar passos de musica cubana , dando gosto ver aquelas coroas americanas sacolejando como lagartas junto aos ágeis dançarinos. Foi quando um deles, um negro esguio e alto, se aproximou de mim e pediu ao meu marido a permissão para dançar comigo.
Sou baixinha, tipo mignon, mas atlética e modéstia a parte danço muito bem. Ele me segurou e começou a me guiar pelo salão. E foi aí que tudo começou como uma avalanche. Ele se colava ao meu corpo, se esfregando sensualmente em mim, e sua perna as vezes se inseria entre as minhas fazendo com que minha vagina se encostasse acidentalmente nela. Eu comecei a me excitar com o seu cheiro e suor, tão diferente dos brancos que estava acostumada.
Eu nunca traíra meu marido, nem nunca sequer cogitei ter um contato mais íntimo com negros. Meu padrão de beleza era o europeu e, apesar de nunca ter traído fisicamente, em pensamentos tinha fantasias, como toda mulher, e me aliviava secretamente em gostosas siriricas no chuveiro. Mas ali, meio bêbada, sendo encoxada por aquele crioulo que se requebrava , fiquei excitadíssima. E quando terminou a música, estava completamente molhada. Ele deve ter percebido minha confusão e se aproximou dizendo em meu ouvido: “te quiero…”
Voltei para minha mesa onde meus amigos me saudaram com cumprimentos e piadas. Meu marido me beijou dizendo que havia estado ótima. Ainda olhei meu parceiro se distanciar olhando para mim, e continuei a bebericar meu Curaçau Blue.
Após uma hora, saí do salão para fumar. Fui ao passadiço e acendi meu cigarro, olhando a paisagem marinha e sentindo sua brisa. Fiquei naquele enlevo, quando alguém se aproximou e tocou meu braço. Era o dançarino, sem sua espalhafatosa camisa colorida e agora com discreta camisa pólo. Eu sorri para ele e começamos a conversar. Então, com muita ousadia e me pegando de surpresa, ele segurou meu rosto e me beijou na boca sem que eu resistisse, e ficamos naquele beijo por alguns segundos. Com firmeza me arrastou para debaixo de uma escada, expôs meus seios e começou a chupá-los enquanto eu murmurava meus protestos de “não posso”, Sou casada”, “amo meu marido”… Que acabaram logo que ele meteu sua mão por dentro de minha calcinha. E em minutos gozei tão forte que quase caí no chão. Ele estava com sua “ferramenta” de fora e eu segurava nela avidamente impressionada pelo tamanho e rigidez. Passos denunciaram a chegada de pessoas e interrompemos nosso ato, como dois adolescentes pegos de surpresa num matagal. Antes de nos separarmos, ele falou ao meu ouvido em bom português : “-quero te comer…”.
Confusa, voltei para o salão. Meu marido já havia bebido além da conta e fomos para nossa cabine, onde tomei um banho para me lavar. Deitei-me com meu marido e juro que tentei, não fazer sexo ,mas sim foder, trepar, como uma vagabunda no cio. Mas ele estava dormindo pesadamente, bêbado e inerte. E eu fiquei mais uma vez na mão, me acariciando e me lembrando da última frase do negro: “- quero te comer…”. Sem sexo por pelo menos um mês, eu também ansiava em ser comida.
No dia seguinte fui para a piscina. Não pude fazer topless como gosto, pois o barco era americano e eles não toleram isso. Fiquei deitada de bruços, com o sutiã desabotoado. Meus amigos foram para as dependências do navio e abençoei estar só para pensar. E o que previa aconteceu. Alguém se abaixou perto de mim e colocou em minha mão uma chave-cartão com um número que me lembro até hoje: 1226. Era ele.
Fiquei deitada ali olhando aquele cartão magnético. O tesão e o medo de ser pega me enlouqueciam. Fiquei em conflito por uma hora, me levantando e deitando de novo, queimando de dúvida. Mas resolvi ir. Ia no caminho preparando um discurso para terminar qualquer coisa com ele, me convencendo que não iria trair. Mas ao chegar na porta, ao abri-la com o cartão, o vi vindo em minha direção, nu e com aquele pau enorme duro . Fechei a porta e nos atracamos, indo direto para a cama.
Foi o melhor sexo de toda minha vida, mesmo agora. Eu gozei três vezes naquele penis maravilhoso e ele ejaculou em mim outras tantas. Não usamos camisinha daquela vez e eu nem atentei nisso tamanho meu tesão. Me vesti rapidamente e retornei para a piscina, deixando que a água salgada limpasse minha vagina do sêmen de meu amante.
A noite, estávamos de volta ao salão. Evitei meu marido e os outros o dia inteiro como se eles pudessem sentir o cheiro de sexo em mim. Sentei-me no sofá com meu inseparável drink e, para minha surpresa ele apareceu. Com um sorriso me estendeu a mão convidando-me a dançar e eu gelei . Se estivesse com a bexiga cheia, teria me urinado de pavor. Mas meu marido e meus amigos me incentivaram, dizendo piadinhas do tipo” o viadinho gostou da Soninha”, “a bichinha está gamada” e coisas assim. E tomando coragem, dancei umas três musicas com o “viadinho” pauzudo.
Fizemos sexo durante os 9 dias que durou o cruzeiro, mas com camisinha e com todo o cuidado para não sermos notados. E quando faltavam dois dias para aportarmos de volta a Miami, resolvi premiar meu amante, e fiz anal com ele, apesar das dores que senti.
E desde esse dia, passei a ter amantes, em sua maioria, negros. Observando a mim e a outras amigas que traem, notei que os cornos se sentem mais atraídos pelas adulteras. Elas se tornam mais seguras de si, mais sensuais . E desenvolvi regras que me tornam insuspeitas para todos, corrigindo meus erros do passado.
Espero que minhas amigas aproveitem sem culpas idiotas o sexo que tem com seus amantes. Uma escapada pode salvar seu casamento, como salvou o meu.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Minha primeira traição

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Minha primeira traição