Eu sempre fui pequeno, meus colegas me zoavam e diziam que eu parecia uma menina, eu não deixava barato e brigava saia no tapa com frequência por causa disso.
Vou contar aqui a minha primeira vez, não foi muito satisfatório pra mim, mas me despertou para sexualidade.
Eu tinha um vizinho que frequentava minha casa, jogavamos videogame juntos, ele era legal, mas era um pouco mais velho e estava numa fase muito tarada.
Então ele sempre vinha com uns papos de sexo, eu não me ligava muito nisso na época e ficava sem graça de falar do assunto.
Um dia ele veio a tarde vom umas revistas porno na minha casa pra gente ver, fiquei muito impressionado na época, nem imaginava que haviam homens com o pinto tão grande, e que as mulheres chupavam e tomavam com o cacetão na xota e até no bumbum.
Aquilo me fez sentir esquisito, mas continuamos jogando.
Ele me perguntou se eu ja batia punheta, eu não sabia o que era direito, mas disse que já pra não ficar por baixo.
Foi então que ele me desafiou, quem perdesse no futebol do videogame batia uma punheta pro outro.
Fiquei muito sem graça, sem saber ao certo o que aquilo significava, mas topei muito confiante na habilidade que eu tinha no jogo.
Era um dia quente, estavamos suando, eu começei a perder no jogo e fui ficando cada vez mais nervoso.
Ele ganhou, fiquei arrasado, ele pousou o controle na cama, parecia nervoso tambem.
– Vai cumprir a aposta ou vai ser cagão? – ele perguntou ansioso.
Eu olhei feio pra ele e fiz que sim com a cabeça, sem saber muito bem o que iria acontecer.
Ele abriu rápido o ziper da calça e pois o pinto pra fora.
Fiquei sem reação, aquela visão me chocou por um momento, não estava totalmente duro ainda, mas pulsava, tinha muitos pelos na base, e uma cabeça rosa que pulsava inchando.
Era muito diferente do meu, que pra alem de ser menorzinho, não tinha pelos.
Ele notou minha paralisia, pegou minha mão botou no pinto dele e puxou a revista que tinha trazido.
Senti aquele calor, o pau ficou duro em segundos, fiquei apertando de leve, ele pegou a minha mão sem tirar os olhos da revista e fez eu subir e descer, descobrindo a cabeça do pau e voltando a cobrir com a pelinha.
Um cheiro caracteristico ficou no ar, era o cheiro do pau dele, fiquei fazendo aquilo alguns segundos, ele começou a respirar forte e gemer folheando rapidamente a revista.
Fiquei impressionado com aquilo, resolvi parar, saí do quarto rápido e fui pro banheiro pra fugir daquela situação.
Ele veio atrás, bateu na porta e disse que era mancada deixar ele assim, que eu era cuzão de não cumprir o acordo.
Saí do banheiro e disse que não queria fazer mais aquilo, mas ele disse que iria contar pra rua toda que eu bati punheta pra ele se eu não terminasse o que começei.
Eu fiquei bem nervoso com aquilo, concordei de má vontade, ele tirou o pau durissimo pra fora e eu começei a masturbalo com pressa de acabar logo.
Acho que ele não gostou, tirou minha mão e empurrou meu ombro pra baixo delicadamente dizendo apenas “Chupa…”.
Eu vi na revistas as mulherea fazendo aquilo, mas achei um pouco nojento, enquanto pensava se faria aquilo ou não a mão dele no meu ombro pesou e eu fiquei de joelhos com aquele pau a centimetros do meu rosto.
Um cheiro forte invadiu minhas narinas, parecia azedo mas era diferente, não era agradável mas era intrigante.
Senti minha boca encher de saliva involuntariamente, ele afoito passou a cabeça do pau no meu rosto e nos meus lábios e tentou enfiar na minha boca.
– Abre a boca pô – ele estava muito ansioso.
Eu levantei rapido e disse que não queria fazer aquilo, que era nojento e que eu não era uma mulher.
– Deixa eu botar no teu cu um pouquinho então.
Fiquei horrorizado com a idéia, disse pra ele se ligar que não tinha nada haver aquilo.
Ele ameaçou de novo a contar pra todo mundo, eu fiquei com medo e com raiva dele.
Ele disse que seu eu desse o cu, ele ia gozar rapidinho e aquilo ia acabar rápido.
Olhei pra ele, pro pau dele, as imagens que vi na revista vieram na minha cabeça, das mulheres com o pau dos caras no traseiro, a expressão delas de prazer…
Virei de frente pra parede do corredor, abaixei a calça e a cueca deixando minha bunda a disposição dele.
Ele ficou alguns segundos sem ação, acho que ficou surpreso com minha atitude, eu estava tremendo de ansiedade mas tive a coordenação pra dizer “vai logo”.
Senti a mão dele tocar timidamente minhas nadegas e a voz dele saiu desajeitada:
– Caraio mano, vc parece uma menina, bunda igualzinha da minha prima!
– Cala boca muleque! – fiquei com raiva mas senti uma coisa estranha… Era vaidade?
– Põe logo aí e acaba logo – eu disse empinando instintivamente o bumbum.
Senti o corpo dele por trás, ele encaixou o pau entre minhas nadegas e pra minha surpresa me abraçou.
Senti aquela coisa dura e quente pulsando no meu rego, as mãos dele foram passando da minha barriga para meu peito.
Fiquei arrepiado e confuso… Aquilo era… Bom?
Ele começou a fazer um vai e vem com o cacete sem me penetrar, fui ficando excitado com aquilo, sentia que ele estava com muito tesão, de alguma forma era por minha causa e essa sensação era estranhamente boa.
Senti meu pauzinho endurecer involuntariamente com aquele roça-roça, instintivamente projetei o bumbum pra trás.
Sentia a base do pau dele esfregando no meu cu, não consegui conter o riso, aquilo fazia uma coçega incrível.
Foi então que ele encaixou a cabeça do pau no meu cu.
Aquilo estava seco, apenas o suor oferecia alguma humidade.
Ele forçou pra entrar e eu senti que ele ia me rasgar. Dei um grito involuntario e travei as nadegas expulsando o pau dele.
Ele pegou firme minhas ancas me fazendo empinar e encaixou com força a cabeça do pinto na entrada do meu ânus, eu peguei o pinto dele encaixando entre minhas nadegas como antes, afinal daquele jeito era gostosinho até, mas acho que ele estava decidido a me penetrar.
Ele se afastou um pouco, abriu minhas nadegas com força e cuspiu no meu cu.
Sentia saliva quente dele escorrer, ele prontamente voltou com o pau e encaixou na entrada.
Foi forçando pra dentro, doia muito e me dava pontadas.
– Para! Ta ruim… – minha voz saiu desafinada.
– Se vc não deixar eu meter eu conto pro pessoal todo.
Fiquei triste com aquilo, doia muito, não parecia que ia entrar.
Ele insitiu ainda um pouco e depois parou, achei que ele tinha desistido.
Foi então que ele ajoelhou atrás de mim, senti a respiração dele na minha bundinha, ele começou a lamber meu cu.
Senti cocegas outra vez, não consegui conter o riso, sentia sua lingua passar com muita saliva pelo meu ânus, aquilo era estranho, achei meio nojento até, mas a sensação era boa.
Minha pele se arrepiou toda, comecei a sentir um prazer indescritível, a lingua dele começou a forçar entrada no meu cu, eu fechei os olhos e abri a boca involuntariamente, empinei a bunda sentindo aquela lingua molinha entrar e sair do meu cu.
Meu pintinho ficou muito duro, eu estava amando a sensação e apesar da ansiedade relaxei um pouco, ele desengatou o rosto da minha bunda ofegando. Senti o dedo dele forçar entrada.
Aquilo era estranho, o dedo dele entrou quase todo, doia um pouco e era desconfortável, olhei pra trás e vi ele com uma expressão de prazer olhando facinado pro meu cu.
Aquilo mexeu comigo, me deu uma satisfação sentir que ele estava daquele jeito por minha causa.
Acostumei com o dedo dele que ja entrava e saía firme dentro de mim, no fundo ja sentia vontade de dar pra ele naquele momento.
Comecei a gemer baixinho descontroladamente, ele percebeu isso como um convite, se posicionou atrás de mim e encaixou o pau na entrada do meu cu.
Nesse momento eu ja queria sentir como era empinei a bunda e abri minhas nadegas com as duas mãos.
Dele deixou escapar um suspiro de satisfação ao me ver agir daquela maneira, forçou o pau pra dentro e eu senti a cabecinha do cacete entrar.
Doía muito, eu não sabia o que fazer, queria dar, mas aquela sensação era horrível, parecia que eu ia cagar, mijar e morrer tudo ao mesmo tempo.
– Faz força como se fosse fazer cocô – ele sussurrou no meu ouvido, achei muito estranho aquilo, mas o halito quente dele no meu ouvido me motivou a tentar.
Ainda com muita dor e desconforto, fiz o que ele pediu.
O pau dele entrou lentamente até a metade, soltei um peido alto que me deixou morrendo de vergonha, aquela sensação era muito estranha, botei a mão na entrada do meu cu pra ter certeza de que não tinha de fato, feito cocô.
Senti a base do penis dele molhado e muito duro pulsando, tinha entrado metade, aquela agonia me fez fazer algo impenssável.
Empurrei a bunda pra trás apesar da dor e senti o saco quente dele tocar no meu, a dor lancinante me fez agarrar a roupa dele com força.
Ele afoito não me deu tempo pra me acostumar e começou um entra e sai curto.
A dor, a sensação de que eu ia me cagar, todo esse desconforto me fez querer que ele gozasse logo, olhei pra ele de canto de olho, aquele olhar faiscante num esgar de facinio olhando pra minha bunda me motivou.
Começei a rebolar de leve pra ver se ajudava ele a gozar logo.
Ele deixou escapar uma palavra que mexeu comigo “safada…”
Aquilo dito assim no feminino me deu um clique, começei a sentir muito prazer, a dor ainda estava bem presente, mas o prazer me fez achar que quem ia gozar a qualquer momento era eu.
Ele socou fundo me fazendo sentir uma fisgada, senti o pau dele pulsando tão forte dentro de mim que chegava a me machucar. Ele desengatou rapidamente guardando o pau na calça todo ofegante.
Eu senti um vazio na minha bunda e uma sensação de ardência e dor, um cheiro de bunda tomou conta do corredor.
Ele sem olhar pra mim disse que tinha que ir pra casa e saiu muito rápido.
Eu senti que estava com dor de barriga e fui pro banheiro.
Sentei no vaso e senti a porra quente dele sair de mim.
Eu estava muito dolorido, assado, mas apesar de todo o desconforto me senti satisfeito, tinha feito meu amigo sentir muito prazer, e eu mesmo quase tinha gozado sem nem tocar no meu pintinho.
Ainda sentqdo no vaso, toquei uma punhetinha rapidamente e gozei em segundos com o cuzinho melado de porra piscando.




Belo conto bem escrito!! Espero tenha outros por vir!!
Delicia de relato ♥️♥️♥️♥️
Fake !!!!!