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AMOAMO

MINHA PRIMEIRA VEZ!

A MINHA PRIMEIRA VEZ

Lamentavelmente, descobri minha bissexualidade muito tarde e por conta disso não posso desfrutar dela em toda a sua plenitude; de qualquer maneira vou narrar como foi a primeira vez que mamei uma rola, e faço isso porque com o passar do tempo essa lembrança se perderá sem que eu atenha registrado em algum lugar. Tudo começou quando pus um anúncio em um site de classificados gratuitos com uma foto minha e declarando que me prontificava a chupar o pau de quem quisesse, bastando que topasse ir a hotel comigo (despesa por minha conta) ou tivesse um lugar para fazermos.

Depois de alguns infortúnios como gente grosseira e indivíduos sem educação, recebi uma mensagem de um sujeito que se interessara pelo anúncio e queria que eu mamasse sua rola; eu estava tão ansioso  que nem mesmo me preocupei com os riscos de algo assim; respondi que bastava ele marcar dia, hora e local. Ele então propôs que eu o encontrasse no estacionamento de um supermercado onde ele me esperaria com seu carro e me levaria ao local para a mamada. 

Mesmo receando por consequências funestas, acertamos os detalhes e marcamos para o dia seguinte por volta da hora do almoço. Eu senti uma ponta de temor nas palavras dele escritas nas mensagens, mas achei que podia ser apenas uma impressão. No dia seguinte, como o chefe era eu, avisei a todos no trabalho que demoraria um pouco mais no almoço e parti para o encontro. O estacionamento ficava no subsolo do tal mercado (rede conhecida) com pouca iluminação, e meu receio se intensificou!

Ele descrevera seu carro e vi quando piscou os faróis; entrei no carro e dei com um homem de uns cinquenta e poucos anos (ou seja, mais jovem que eu), barbeado e com um sorriso fugidio; nos cumprimentamos e ele tratou de sair dali. No caminho me contou que era empreiteiro e que estava fazendo uma reforma em um apartamento que estava desocupado onde seria nossa diversão; o papo foi curto porque ele era um homem de poucas palavras. Estacionamos na garagem do edifício e subimos pelo elevador.

Já no apartamento ele pediu desculpas por não ter uma cama ou algo semelhante e tratou de arrumar algumas caixas de papelão desmontadas a improvisar um local; enquanto ele fazia isso, tirei minhas roupas e quando ele me viu pelado exibiu uma expressão enigmática. “Vem aqui e mama meu pau!”, disse ele em tom ansioso. Lentamente, caminhei até ele e me pus de joelhos desafivelando o cinto, abrindo o zíper e botão e puxando a calça para baixo junto com a cueca.

Ele tinha um pau de tamanho médio (uns quinze centímetros) grossinho e estava meia bomba; olhando para o rosto dele e sem usar as mãos, comecei a lamber a cabeça até envolvê-la com meus lábios mantendo assim por algum tempo; em seguida e ainda sem usar as mãos, escorreguei a boca até as bolas chupando-as com voracidade e já ouvindo o sujeito gemer e balbuciar como estava bom. Tornei a prendera cabeça entre meus lábios e senti o membro endurecendo.

Abocanhei o bruto e segurando-o pela base comecei a mamar com força empurrando minha cabeça até a glande roçar minha glote e eu ter ânsia, soltando o mastro babado e tornando a pô-lo em minha boca. Percebi que o sujeito estava com as pernas bambeando e sugeri que ele se deitasse na cama improvisada. Fiquei de quatro ao lado dele e retomei a mamada que eu queria que nunca mais acabasse. Quando eu acelerava ele pedia para que eu diminuísse o ímpeto, pois não queria gozar muito rápido.

Senti quando ele começou a apalpar minhas nádegas passando logo a desferir sonoros tapas que me deixavam ainda mais excitado. “Que bunda mais gostosa essa! Ahhh! Devagar, não quero gozar ainda! Uhhh!”, ele murmurava estapeando meu bundão com gosto. Eu fazia tudo que ele queria, pois estava adorando tudo aquilo …, mas, infelizmente, ele não resistiu por muito mais tempo, gemendo e anunciando que estava prestes a gozar.

Senti sua rola pulsar forte dentro de minha boca pouco antes de ele se contorcer, gemer, grunhir e atingir seu clímax; senti a carga de sêmen quente e de sabor agridoce inundar minha boca e como não era tão caudalosa fui capaz de retê-la por inteiro sem derramar uma gota; esperei até a rola murchar e deixei que ela escorresse para fora e eu exibisse para ele seu sêmen dentro da boca antes de engoli-lo.

Depois disso foi tudo muito rápido e em poucos minutos eu estava entrando no meu carro no estacionamento onde o havia deixado e retornando ao trabalho. Nunca mais vi o sujeito mas adorei essa primeira mamada.

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Escrito por trovao

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7 Comentários

Muito trabalho mas ficou pronto

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O PAU da travesti que eu tanto DESEJO.