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Minha priminha

Eu confesso,não posso esquecer, uma tarde quente cheguei na casa da minha tia, iria encontrar meu primo, eram os amigos e sempre saíamos juntos.
Naquele dia achei a casa aberta mas deserta, entrei por um corredor lateral chamando o rapaz. Sem resposta fui entrando, era uma casa simples de interior, banheiro na parte dos fundos, percebi que alguém tomava banho e me respondeu através de um vitro pequeno, era minha priminha Cidinha, 14 anos, linda linda linda! Disse que todos haviam saído. Ordenei a casa ,instintivamente lembrei da porta do banheiro que possui a uma pequena abertura no alto, defeito no tamanho do portal diferente da porta. Não precisei mais que dois tijolos que estavam jogados debaixo de um tanque, silenciosamente subi e tive a visão mais linda da minha vida, a jovem completamente nua, já havia visto antes, mas só na minha imaginação, mas era, ao vivo muito muito muito mais do que eu imaginava, cabelos negros lisos e compridos até ao meio das costas, molhados eles brilhavam como se estivessem iluminados, pele morena com uma faixa levemente clara na bundinha,porque nunca foi exposta ao sol, o que fazia, a exemplo do cabelo, bilhar destacadamente, como se precisasse, pois era deliciosamente linda, arredondada, perfeita como as coxas eólicas morenas naturalmente com leve bronzeado comportado ate a altura dos joelhos. Eu via a agua do chuveiro correr dos cabelos para o corpo,tinha brilho nas gotas cristalinas, senti secura na língua, sede quando as belas mãozinhas abriram suavemente as laterais expondo o reguinho róseo, pude ver o pequeno orificio desenhado por preguinhas assimétricas e perfeitas, a garota não conseguia esconder o prazer do contato com o jato de agua naquela região, pois parecia movimentar o quadril em círculos expondo mais ainda o pequenino ânus.
Enlouquecido não sei como consegui manter me em silencio, com um dos pés apoiado nos tijolos, pude sentir minha ereção chocar com a porta.
Mas não havia terminado, a priminha parecia saber que alguém estava, junto com ela, curtindo aquele prazeroso banho, pois virou se de frente, para minha completa loucura, rosto molhado, lábios carnudos brincavam com a agua, sorviam goles que eram, depois de boxexados,cuspidos no azulejo suado. Os pequenos peitos, misericórdia! Sonhei muito com eles, quando algumas vezes, pude vê-los através de uma camiseta de dormir, que raramente era usada na presença de alguém, pois a boneca era muito discreta. Seios adolescentes, mamilos cor de rosa efeitos, eram agravados por uma esponja também rosa, espalhando espuma de um inebriante perfume, que parecia penetrar ate meu cérebro estonteante-me. Amiguinho fundo, barriguinha arredondada, pelos pubianos nunca foram rasgados, agora eram , respeitosamente massacrados, os dedos pareciam brincar com um clitóris, que eu não podia ver, pelo serpentear dos quadris, os lábios premiados o cerrar de olhos, pude imaginar o que a jovenzinha fazia, não ouso falar, pois a inocência da prima parece não combinar, mas no meu pensamento, nada me convencê de que a priminha estava siriricando a doce pepeca.
Mas o pior, ou melhor, não sei, aconteceu bem nesta hora, acordei! Cassete era um sonho, mas valeu a pena.

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Escrito por Anônimo

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