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Minha Sobrinha Diabinha

Eu nunca consegui disfarçar meus olhares pra ela. Ela sabe que é gostosa e sempre me provocou. Me lembro do dia que ela se fantasiou de coelhinha, com seus 11 aninhos. Apesar de ser uma criança ao meu ver, a verdade é que não dava pra não pensar besteira. Já com seus treze aninhos, ela mexia com a imaginação de qualquer homem e, principalmente a minha, já que não saía lá de casa. E num certo dia, num Domingo, minha esposa tinha ido no shopping com meu filho. Mas eu fiquei em casa por causa do jogo. De repente ela chama no portão. Ela já foi entrando, como era de costume. Foi a primeira e única vez que ficamos sozinhos. Na ocasião eu não tive nenhuma maldade. Estava ansioso pra assistir o jogo de futebol. Eu até fiquei incomodado com a presença dela, que fala pelos cotovelos. Eu e minha cervejinha, vidrado na TV, que já falava da partida, e ela querendo assunto. Nunca passou pela minha cabeça que ela fosse fazer aquilo… me mostrar a andorinha que tatuou em sua virilha, arriando parte do seu shortinho. Eu fiquei sem graça, mas disse que tava bonito e bem feito. Mas voltei a olhar logo pra TV. Foi quando ela me pediu pra ver mais de perto os detalhes do desenho. Foi quando eu disse pra ela suspender o short e tomar juízo, de certa forma meio áspero. Aquela carinha dela estava me tirando do sério. O que que a dia vinha fez? Tirou o short, ficando só de calcinha, se ajoelhado entre as minhas pernas. E ainda fez sinal de silêncio com o dedo, sorrindo com cara de safada. Eu fiquei paralisado. Então ela começou a beijar o meu volume enquanto desfazia o laço da bermuda. Eu só deixando. Ela terminou de abrir minha bermuda e colocou a mão, botando meu caralho pra fora, já dando beijinhos na cabecinha. O jogo estava já em andamento. Mas meus hormônios também estavam. E a mil por hora. Nossa! Que boquete delicioso! Eu achei que ela queria me fazer gozar em sua boca. Mas não. Ela se sentou de joelhos dobrados em meu colo, de frente pra mim, já ajeitando meu caralho em sua bucetinha. E a danada sabe como tirar um cara do sério. Foi sentando de devagarzinho, rebolando na pontinha. E rindo pra mim com aquela cara que eu jamais vou esquecer. Eu confesso que antes mesmo dela se sentar totalmente, ainda com quase a metade do caralho pra fora, eu já comecei a gozar feito um cavalo. Quando ela sentiu minha porra explodindo na sua bucetinha, ela se sentou de uma só vez e começou a cavalgar forte, vindo a gozar logo em seguida, gemendo no meu ouvido, bem baixinho. Aí eu perdi a linha e comecei a chupar seu seios durinhos e que cabiam todinhos na minha boca, revezando entre um e outro. Puxei ela no meu colo e levantei com ela, escorando-a na parede e comecei a meter de verdade, já totalmente descontrolado, perguntando se era pica o que ela queria, chamando-a de vagabunda, de cachorra sem vergonha… Ela só ficava me encarando, sorrindo, dizendo que sempre quis dar pro titio. Nossa! Como eu soquei gostoso naquela bucetinha. Mas então eu pensei… será que ela já dava o cuzinho? Nisso eu fui com encravada no meu colo pro quarto e a coloquei na cama, sem desgrudar. Soquei mais um pouco, num frango assado, até perceber que ela estava a ponto de gozar de novo. Aí eu tirei a piroca, arreganhei suas pernas e, me abaixando, comecei a chupar sua bucetinha gozada. Ela já estava se contorcendo toda. Então comecei a lamber seu cuzinho. Ela ficava tentando ver eu lambuzando seu cuzinho, chegando a enfiar a língua as vezes. Ela chegava a dar saltinhos com os quadris. Então eu virei ela de costas e a ajeitei de quatro. Me posicionei quase que como que sentando em sua bunda, já encaminhando meu caralho. Achei que teria dificuldade. Que nada! Ela mesma foi com a mãozinha, ajudando o meu caralho a penetrar seu cuzinho. Assim que ele entrou, eu só esperei o tempinho do relaxamento e empurre de uma só vez. Sem pena. Ela mordia o travesseiro. Deixei a piroca paradinha um pouco e, em seguida, soquei forte. Muito forte mesmo. Voltei a xingar ela, perguntando se era aquilo que ela queria, se estava gostando. Ela não conseguia falar. Parecia que estava em êxtase meio que rindo, gemendo e chorando ao mesmo tempo. Só fazia UMHUM, enquanto meu caralho mídia vá do cuzinho dela. Eu não estava conseguindo gozar. Chegava bem perto. Mas logo estancava. Meu caralho estava em brasa. Então o Galvão narrou gol do Flamengo. Eu comecei a imaginar que o Cú dela fosse o gol do Vasco, meu caralho fosse o Imperador e minha porra, a bola. Então comecei a dizer que ia meter um gol nela. Isso foi me dando muito mais tesão. Além do normal. Então começou a vim. E eu metendo cada vez mais forte e rápido. Aí veio. Cravei minha piroca e deixei ela paradinha, cuspindo muito leite no fundo do cuzinho da minha sobrinha, que só gemia, dizendo pra eu gozar tudo nela. Só sei que foi assim.

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Escrito por Anônimo

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