Os fatos são absolutamente verídicos.
Desde os cinco anos de idade notei algo, crianças mais velhas e adolescentes me olhavam de um jeito estranho, no jardim de infância e no grupo escolar passava por constrangimentos, sempre me olhavam, e algumas vezes me tocavam, chegavam mesmo a me abraçar por trás.
Aos oito anos parei para olhar para mim mesmo. Era muito clarinho, cabelos muito pretos, as pernas grossas, bochechas rosadas. E instintivamente comecei a entender.
Mas ocorreu uma mudança, o que antes me constrangia começou a virar algo diferente, passei a gostar. Passei a olhar para eles! Um especial, me fazia pensar de forma intensa, eu já tinha então 11 anos, ele sempre ficava me olhando, e passando a mão no pênis, e sempre repetia: ” branca, ainda te pego”. Isso me deixava transtornado, pois o via na piscina, moreno, de sunga, um volume enorme na sunga. Saí um dia à noite, nunca me esqueço, short preto, camiseta preta, chinelo, e fui até uma praça muito grande, cheia de árvores, um tanto escura, perto mesmo de onde eu morava. Sentei num banco, e ele apareceu. Aproximou, e disse: ” branca gostosa, com esta roupa preta, eu quero, agora!” Deu a volta por trás do banco, passou os braços por trás de mim, e ficou falando no meu ouvido: ” eu quero esta branca agora, agora!” Era uma delícia a voz dele, o hálito quente na minha nuca, ele deu novamente a volta e segurou minha mão com força, me fez levantar, me conduziu até um ponto mais escuro, me encostou de frente numa árvore e passou a me abraçar por trás, falando no meu ouvido, esfregando a rola na minha bunda. Em dado momento tirou a rola prá fora, e passou a esfregar a mesma nas minhas pernas, na minha bunda, eu não entendia tudo, mas amei! Tirou meu short e encostou aquela coisa quente e grossa na minha bunda, aí, aconteceu algo louco, eu gemia e gemia dizendo: ai, aí, que delícia!
Sentia o corpo dele, todo, quente! Me virou bruscamente, ordenou que eu me ajoelha-se…ordenou que eu segurasse a rola…e ordenou que eu chupasse…e eu obedeci…era grossa…grande… cheirosa… instintivamente a beijei…chupei…era grande…ia na garganta…quase machucava…mas era uma delícia…e ele só me chamava de ” branca “. Batia a rola no meu rosto…eu eu adorei…chupei muito… muito. Então me colocou de pé…encostado na árvore… ordenou que eu impinasse a bunda…possou cuspe nos dedos…e os enfiou de pouco a pouco no meu cu…adorei…ficou um tempo assim… então passou um braço no meu peito e outro na minha barriga…encheu minha bunda de cuspe…e penetrou…doeu..mas eu nem queria saber… penetrou…até a penetração ser completa…a pressão daquela rola quente nas paredes do meu cu era maravilhosa…me ordenava que rebolasse.Meteu e meteu e meteu…passou a me chamar de ” puta branca”. Gozou alucinado. Mordeu muito na minha nuca e no meu ombro…marcou…pois a pele era branca. Mudou tudo na minha vida…eu me sentia dele..na verdade passei uns cinco anos sendo dele! Foi embora estudar…nunca mais o vi…mas sonho com aquela noite. Dou até hoje pensando nele. Desculpem, eu tinha que contar!


