Olá, meu nome é Paula, Vou omitir minha idade porque sou bem nova. Moro em SP.
Uma noite fui em uma balada que tem perto de casa, na zona oeste de SP.
Percebi que a noite toda um cara me encarava, olhava no celular, comentava com alguns amigos, voltava a encarar, sem eu entender muito o motivo.
Até que depois de eu já ter bebido, ele chegou em mim. Achei que ele tinha me achado bonita, que tava com vergonha de chegar em mim e tal.
Até que ele veio, e chegou chegando, com energia, segurando meu rosto com a mão, segurando meu braço, passando o braço em volta de mim, falando que me achou linda, que não conseguiu não vir falar comigo, que nunca tinha visto um olhar tão bonito, ele falava doce, mas a pegada era bem forte e intensa.
Logo depois ele me beijou do nada, e eu fiquei meia sem reação, acabei aceitando e retribuindo o beijo.
Ele começou a passar a mão pelo meu corpo, nada muito obsceno, mas sempre com muita energia, força, me sentia meia presa.
Ele me beijava, continuava a passar a mão em mim, e perguntou se eu tava gostando, eu tava meia assustada pela forma que ele me tomava, pela velocidade, ele era bem bonito e tinha um corpo bonito tambem. E respondi que sim.
Ele entao me guiou pelo braço até um corredor do lugar, e me beijava mais, como um louco, começou a passar a mao debaixo da minha saia, eu meia sem reação mas permitia os avanços dele.
Até que ele me puxou de forma até meia violenta pro banheiro e me trancou junto com ele num dos box
Eu via que ele tava totalmente ensandecido de desejo, me pegando, me beijando com um furor gigantesco, e me senti mal por já estar trancada num banheiro masculino junto com ele, sendo que eu não reagi a nenhum dos avanços anteriores dele. Senti que como eu deixei chegar naquele ponto, seria chato, sei lá, fiquei meia paralisada, me senti mal de gritar ou tentar dar fim a aquilo tudo.
Até que ele tirou a minha calcinha, e eu tentei colocar a mao na porta pra destrancar e sair
Ele segurou minhas mãos com uma mão dele e falou ‘não, não’ quase que rindo, com a outra mão puxou minha blusa tomara que caia e minha saia até meus pés, e arrancou e colocou toda minha roupa no bolso.
Eu ja tava nua, com ele me segurando, decidi deixar rolar pra ver se acabava logo e me deixava ir embora, ele me comeu.
Mas ele nao ‘terminou’, pediu pra eu chupar ele, eu queria logo ir embora chupei.
Só que enquanto eu chupava, ele falou "O Roberto sabe que você é putinha assim? que você dá fácil desse jeito numa balada?"
Roberto no caso é meu pai e o cara que tava na minha frente trabalha com ele.
Eu nao tinha reconhecido ele, mas naquele momento entendi que talvez ja tivesse visto ele no trabalho do meu pai.
Nisso eu levantei na hora, tentei pegar as minhas roupas que tavam no bolso dele, e ele falou que só ia me devolver se deixasse ele tirar uma foto minha.
Eu comecei a ficar nervosa, mas ele falou que ia me largar lá daquele jeito no banheiro masculino e gritar na porta que tinha uma garota pelada lá dentro.
A balada era bem simples, nao tinha segurança próximo tava bem cheia e ali realmente senti medo.
Já desesperada e chorando acabei permitindo. Ai ele me devolveu, já saiu de lá na hora e fui embora.
As vezes quando meu pai faz hora extra minha mãe me leva na saida da escola até o trabalho dele de carro se vamos viajar ou sair de noite,
Eu sempre peço muito pra poder ficar no carro, invento que to com alguma dor, mas geralmente ela me faz descer e ir cumprimentar o chefe dele que foi padrinho de casamento dos meus pais e o cara junto com alguns amigos dele sempre vem perto de um jeito meio disfarçado sabe, me cumprimentam de um jeito bem estranho ‘oi paulinha’ como se estivessem la perto por acaso, só passando, cumprimentam minha mae e meu pai e vao embora, mas ficam de longe parados me olhando.
Eu sei que posso ser culpada por nao ter dito nao, por nao ter gritado, sei la, por nao ter recusado as primeiras investidas dele mas eu nao tinha ideia, nao tinha como saber que o cara trabalhava com meu pai e nao gostava dele.
Dps disso eu morro de medo sei la de ele falar algo ou ter mostrado algo pra mais gente dali, sempre que olho pro meu pai acabo me lembrando disso é horrivel nunca mais olhei nos olhos dele.
Nunca contei isso pra ngm antes :/

