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AMOAMO BeijoBeijo

Não fui culpado

Finalmente reuni coragem para contar. Meu desabafo foi encorajado por uma amiga. Há algum tempo venho sentindo necessidade de desabafar o que aconteceu comigo no fim da adolescência e que me marcou e que eu achava ter  definida minha sexualidade. Eu confesso que não resisto a um homem negro. Não sou desses de ir atrás, mas os caras parecem reconhecer quenão posso resistir muito tempo uma cantada ou um flerte de um pretinho que acabo me deixando envolver e ser levado pra cama.

Eu agora vou contar como isso aconteceu. Quando eramos adolescente, brincavámos na rua até tarde e tinha um garoto na rua que ra um safado. Por mais inocente que fosse a brincadeira ele sempre levava pro lado da sacanagem e em algum momento, lá estava Denilson comendo sem dó um dos colegas.

Ele era mais rueiro e portanto muito mais vivido que nós e sempre usava sua lábia para convencer os meninos a daram seus cús para ele. O cara era meio nojento e se gabava disso, de comer todo mundo.

Eu era um dos poucos que não tinha dado o cú pra Denilson. E acho que sempre estive em sua lista. Porém, achava que saíria ileso na adolescência. Até um dia que fomos brincar de polícia e ladrão. Brincavamos por vários quarteirões do bairro e numa dessas acabamos nos escondendo juntos no quintal de uma casa que estava fechada a algum tempo.

Denilson enquanto nos escondíamos propôs que eu pegasse no seu pau enquanto estávamos ali. Eu me indignei e falei que não era viado pra pegar no pau de alguém. E ele falou, não pracisa ser viado pra pegar no pau de outro, bas ta não gostar de apanhar.

Eu falei pra ele que não tinha entendido o que ele falou. Ele repetiu, é isso mesmo que você ouviu, ou além de viado também é surdo. t

Eu ia me levantar e resolvi ir embora dali. Ele falou que eu não ia deixar ele com o pau duro daquele jeito sem pelo menos dar um chupadinha.

Eu disse sai fora cara maluco, você tá é doidão. Ele levantou o o pau dele parecia um mastro de circo suspendendo a lona. Devia ser coisa de maluco encarar aquele pau dentro do cú e eu é que não ia ficar ali pra descobrir.

Denilson me deu um soco na boca do estomago que eu cheguei a cair no chão de volta. Não conseguia respirar e não tinha como gritar.

Ele falou, como é agora, vai chupar ou quer tomar umas porradas antes. Eu não conseguia me recuperar. Mas tentei pelo menos levantar. Enquanto levantava Denilson colocou aquele pau preto pra fora e praticamente passou na minha boca enquanto ainda tinha a postura curvada devido a dor do soco na boca do estômago.

Parti feito um louco pra cima de Denilson, mas ele foi cruel e me desferiu um chute que pegou em cheio e dessa vez eu quase fui a nocaute. Enquanto rolva no chão tentando puxar o ar, Denilson começou a se punhetar e fazer o pau que já era uma negócio monstruoso mole, crescer e atingir um tamanho dificil de acreditar.

Lembro que seu panho era fino para o tamanho e a cabeça era um big cogumelo. Não era proporcional ao pau, parecia uma seta. Mal sabia que isso seria motivo da humilhação pela qual eu passaria nas mão dele.

Fui me recuperando e Denilso me colocou sentado na parede lateral da casa, numa calçadinha e ali ele foi me dando instruções do que faria comigo e de como eu deveria me comportar diante dele. Eu o chamei de maluco e levei um tapa na cara que me fez tombar na calçada.

Sentei novamente com o rosto em brasa, dava pra sentir os dedos da mão dele na minha face. Ele continuou a me dizer como eu deveria me comportar e eu falei que ia gritar e outro tapa, mais forte ainda no mesmo lado do rosto. Caí novamente e dessa vez fiquei deitado soluçando de chorar. Eu estava com muito medo dele. Meu corpo estava tremendo muito e eu estava completamente intimidado depois daqueles golpes. Não queria mais sentir aquilo e comecei a cooperar com ele.

Ele então me estendeu a mão e me ajudou a levantar e foi me rebocando até a parte de trás da casa numa edícula. Ele parecia conhecer aquela casa e de alguma forma ele conseguiu abrir uma das janelas.

Lá dentro estava tudo muito sujo e ele mandou eu pular a janela. meu corpo estava descontrolado pelo tremor e não tinha coordenação pra pelar a janela e ele foi bem rudi, e me ameaçou, você entrar logo nessa porra ou eu vou te encher de porrada e te comer aqui fora mesmo sua bicha.

Diante da ameaça eu arranjei forças para conseguir pular a janela, já ele com um único movimento saltou pra dentro de casa e trancou a janela.

A casa tinha lampada que funcionava e ele acendeu. A casa estava vazia mas tinha um sofá de um lugar de couro. Estava empoeirado, mas denilson me deu um pano e mandou eu limpar o sofá.

Enquanto limpava, eu pensava que ia ter que dar meu cú pra ele e ainda ser humilhado tendo que preparar o lugar pra ele me fuder. Me senti um lixo.

Denilson terminou de tirar o short e ficou com aquele pau apontand pro teto da casa ali atrá de mim se punhetandom, enquanto eu curvado limpava o sofá. De repente senti algo duro sendo encostado na minha bunda. tentei sai da posição mas ele me deu um soco nas costas que eu caí no sofá.

Olhei pra trás e ele falou que se eu fisesse qual quer coisa pra me defender que ele ia me bater até eu desmaiar. Não queria mais sofre nenhuma agressão de Denilson, então dali pra frente resolvi cooperar com ele em tudo.

Ele então falou  pra eu ficar apoiado nos joelhos em cima do sofá de costas pra ele como eu estava antes do soco. Me coloquei de joelhos e me curvei. De repente sinto aquele pau enconstar na minha bunda e foi inevitável me retrair.

Ele protestou e falou: Empina essa bunda seu merda. Eu lembrei do soco nas costas e dos tapas que tinha levado e me empinei pra ele. Ele alisou minha bunda e esfregou aquele pau duro nela e mandou eu apoia a cabeça no encosto e manter minhas mãos apoiadas nos braços. Me alertou que se eu as tirasse ele não ia aliviar na surra que eu levaria.

Entrei em pánico quando ele começou a arriar minha bernuda me deixando apenas de cueca e depois enfiou a minha cueca até ficar parecida com um calcinha. Em seguida ele começou a alisar ambas as bandas da minha bunda e encher de tapas. Que ódio que eu sentia dele, mas aceitava tudo quando lembrava das suas ameaças.

Pedia pra ele parar com aquilo, mas ele continuava. Minha bunda estava tão ardida. Depois de muitos minutos levando tapas na bunda, Denilso me mandou sair daquela posição. Quando passei a mão na minha bunda eu sentia as marcas das mãos dele fazendo o relevo certinho seus dedos.

Ele então mandou eu me ajoelhar no chão diante dele e olhar pra ele enquanto ele ia me passando novas instruções. Eu ali ajoelhado na sua frente, olhava em seus olhos e ouvia atento suas ordens. Ele falou que eu chupar o seu pau até ele começar a me foder.

Se ele não gostasse da chupada, ele não iria me foder, mas ia me acabar na porrada. Isso me quebrou, pois iria chupar ele da pior forma possível pra me livrar da foda, mas ao ouvir que iria tomar uma surra meus planos foram por água abaixo.

Resolvi que tinha que tentar agradar Denilson pra não tomar a moior surra da minha vida. Foi então que comecei a pensar nos filmes de sacanagem em que  as mulheres faziam boquetes nos machos durante um bom tempo antes de começar a levar pica.

Eu pensava que todas elas primeiro pegavam carinhosamente no pau dos machos e começavam com uma leve punheta. Então me aproximei do pau dele e o peguei e iniciei uma leve punheta nele. Enquanto fazia isso, lembrei que as mulheres sempre olhavam pros caras enquanto elas chupavam o pau deles.

Passei então a punhetar e olhar pra Denilson. Ele começou a curtir minha punheta. Vi que estava indo bem. Lembrei que algumas mulheres antes de chupar demonstravam admiração pelo pau do cara, dando alguns beijinhos na cabeça antes de abocanhar o pau.

Tinha que me livrar de levar aquela surra de qualquer forma, pois como explicaria isso aos familiares. Foi assim que eu o olhei bem dentro dos olhos, expus a cabeça do seu pau o máximo que pude e comecei a dar pequenas bitoquinhas com meu lábios. Sempre olhando sua reação, vi quando ele fechou seus olhos e jogou a cabeça pra trás e suspirou.

Percebi que estava no caminho certo. Fiquei ali punhetando lentamente e beijando a cabeça do pa dele. Time que esta ganhando não se mexe, mas sabia que logo ele ia querer mais. Então observei já aquela babinha grossa que escorre pela cabeça quando estamos com tesão e eu ia propositalmente naquela região quando ele abria seus olhos e me olhava. Então o que ele via era eu punhetando seu pau carinhosamente e dando um beijo na cabeça do seu pau e esticando um fio de baba que esticava enquanto afastava meu rosto até arrebentar e se espalhar no entorno da minha boca.

Ele ficava todo satisfeito, eu conseguia me manter no caminho para não sofrer aquela surra, mas sabia que deveria me mantes concentrado pra não mudar a situação. Eu comecei a pensar como seria chupar seu pau e lhe dar prazer sem nunca ter feito isso, mas eu estava mais confiante e lebrei com as mulheres começavam a chupar os caras nos filmes e então comecei dando um trato naquele cogumelo que era a cabeça do pau de Dennilson. Fiz uma espécie de biquinho com meu lábio e deixava a cabeça deslizar por entre os lábios e de vez em quando olhava pra ele e via que ele se mantinha me olhando o tempo todo.

Então eu olhei pra ele e deixei juntar um pouco de saliva e joguei pra parte da frente da boca para que mantivesse seu pau bem lubrificado e permitisse entrar e sair de dentro da minha boca o mais suave possível.

Ele reagiu positivamente e eu já estava bem confiante para chupar uma porção maior do seu pau, então em um movimento com a minha cabeça engoli seu pau até a metade e parei quande senti ele batentdo na minha gargante. Ali tive noção do tamanho daquilo.

Fui chupando pela lateral, depois eu o levantava e o lambia com minha lingua do saco até a glande da cabeça e em seguido o percorria passando meus lábios pelo outra lateral. Via isso nos filmes também e achava fantástica.

Ele era resistente, pois me deixava fazer aquilo e em momento algum demonstrou perder o controle e querer gozar. Ele então mandou eu tirar as mãos do pau dele e colocá-las pra trás das costas e abrir minha boca ao máximo.

Não entendi mas obedeci. Ele então direcionou o pau pra dentro da minha boca, passou as mãos atrás da minha cabeça e foi enfiando o pau ate meu nariz ser achatado contra sua região pubiana. Não acreditei que ele tinha enfiado o pau inteiro na minha boca.

A sensação foi horrível, já que o pau dele ocupou toda a grossura da minha traquéia e me impediu de respirar completamente. Eu comecei a tossir, mas não dava pra completar o ato por que seu pau não permitia, então meus olhos começaram a lacrimejar intensamente e a ânsia de vômito me fazia produzir salivar ao extremos mas que não tinha como sair pela boca e o reflexo da tossi fazia com que eu expilisse toda aquela secreção pelas narinas.

Quando ele me liberava, eu caía pra frente e era obrigado e apoiar com as mão para não ir de cara no chão. Ele ficava tripudiando, que bichinha mais fraca, eu não mandei você ficar com as mãos pra trás. Ele então me ajudava a voltar a ficar de joelhos e me obrigava a colovar as mãos pra trás e mesmo tossindo muito e sufocado ainda, ele voltava a enfiar seu pau naquela mesma profundidade. Eu aguentava cada vez menos tempo. No final da quarta vez em praticamente desmaiei no chão da edícula.

Eu voltei a consciência tão rápido quanto eu desmaiei. Enquanto me recuperava ele tirou a camisa e foi me despindo por completo, sendo que a última peça de roupa que ele tirou de mim foi a cueca que estava toda enfiada na minha bunda como se fosse um calcinha. Ele a usou para praticamente me alçar do chão e me jogar todo torto no sofa.

A cena foi esdrúxula, eu fou suspensou como uma bolsa do chão e a alça era minha cueca e me deixou todo assado por baixo devido ao atrito e fui jogado em cima do acento do sofá, já de joelhos. Ainda com uma leve tossi, ele já foi arriando minha cueca, o que deu até um alívio, já que a fricção havia irritado bastante o entorno do meu rabo.

Ele enquanto tirava minha cueca ordenava que eu levantasse uma perna para que ele a tirasse e depois ele mesmo direcionou minha perna para voltar ao sofá, só que na borda, próximo ao braço dot sofá. Fez isso na outra perna e quando terminou, eu estava de quatro no sofá com as pernas bem afastadas, o que deixava meu cú muito exposto pra ele.

Eu até sentia um alívio com a brisa entrando por trás no meu cúzinho. Fiquei com os braços apoiado nos cotovelos no encosto e com isso meu tronco ficava mais ereto e consequetemente minha bunda estava mais empinada que o normal.

Ele então se aproximou de mim por trás e vendo meu rosto coberto de baba e secreção, mandou eu abrir a boca e enfiou os três dedos centrais da mão direita dentro da minha boca e foi até o fundo. Ele enfiava e minha cabeça ia para trás para evitar que ele fosse mais fundo na garganta. Quanto mais a cabeça era jogada pra trás, mais minha bunda ficava empinada e seu pau ficava roçando no pau dele que estava encaixado no meu rego.

Ele vendo que eu me empinava todo quando jogava a cabeça pra trás, aproveitava e ficava fazendo movimentos de foda e o pau deslizava pra cima e pra baixo sobre meu cú. Ai meu corpo me traiu, pois com seus dedos invadindo minha boca e seu pau roçando pra cima e pra baixo sobre me cú, senti direitinho meu cuzinho começando a fazer uns movimentos de esparmos involuntariamente.

Que merda, não bastava toda a quela humilhação e Denilson tinha conseguido me fazer ter tesão no cú. Que merda que eu me senti. Eu estava revoltado comigo mesmo e já me achava merecedor de levar muito pica mesmo dentro do cú por esta me comportando daquela maneira.

Ele tirou os dedos cobertos por saliva da minha boca e usou para me lubrificar o cú. Eu mesmo tinha fornecido o lubricante que ia permitir que o pau de Denilson me penetrasse naquela edícula. Ele espalhava a saliva e brincava na portinha do meu cú. Naquela altura aquilo era a coisa mais gostosa que eu tinha sentido na vida, mas não que que Denilson percebesse isso. Então me concentrei ao máximo para que meu cú não voltasse ao estado de esparmo descontrolado que estava tendo que o pau dele passava pra cima e pra baixo em contato com meu cuzinho.

Então enquanto Denilson carinhosamente friccionava a portinha do meu cú, eu me joguei com o tronco no enconsto do sofá e me concentrei pra que meu cú não se contraísse e denunciasse todo tesão que sentia no rabo naquele momento. O esforço era tamanho que o suor escorria, mas se Denilson continuasse com aquilo eu ia ter que me entregar.

Ele então ficou ali e pra minha sorte a saliva já estava secando e começou a ficar menos excitante o seu toque. Quando e senti que podia relaxar um pouco, ele sem que eu percebesse, ensalivou os próprios dedos e os levou de volta ao meu cú me apanhando de surpresa.

Eu tentei me concentrar rapidamente pra resistir a mais uma sessão, mas estava tão gostosinho aqueles dedos espalhando a saliva em volto do meu cuzinho que ele começou a ter esparmos de forma alucinante.

Denilso deu um risadinha e enquanto meu cú  relaxava ele aproveitou o momento de fraquesa e enfiou seu dedo lentamente no meu cú. Enquanto ele empurrava aquele dedo, minha reação foi vergonhosa. Meu corpo amoleceu todo e me soltei desmoronando o tronco sobre o encosto do sofá, minha pernas bambearam de fraquesa e meu quadril foi arriando com se quisesse que meu cú engolisse cada centímetro do dedo de Denilson e da minha boca saiu um Aaaaaaahhhhhhhhhhh! e meu corpo começou a tremer todinho.

Eu realmente não tinha forçaspara sair daquela posição. Meu corpo estava com uma fraquesa total, os tremor era algo que fugia ao meu controle, meu quadril desabou e eu sentei todo arreganhado sobre a mão direita de Denilson que não demorou a ficar mexendo seu dedo médio que estava todo enfiado em meu cú, me tirando gemidos seguidos do seu nome para minha maior vergonha.

Nos cinco minutos que se passaram era uma ladainha que se repetia de AIiiiiiiiiiiieeeeeê, Denilson! Aiiiiiiiiii meus Deus, paaaaaaaaaara com isooooooooooooo! Aiiiiiiieeeeê Denilson, vai, para por favor. Não vou aguentar, paaaaara por faaaaavor! Eu não aguento maaaaaais!

Eu mordi o escosto do sofa e gritava pra que saísse abafadp e ninguém ouvisse aquilo. Hummmmmmmmmmmm! Arrrrrrrrrrrrrrrr!  Aiiiiiiiieeeeeê Denilson! Hummmmmmmmmmmmmm. Derepente comecei a ruebolar meu cú no seu dedo, eu estava me perdendo e aí saiu o pedido que ele tanto esperava. Hummmmmmmmmmmmmmm! Arrrrrrrrrrrrrrrr! Não aguento mais Denilson, Por favor paaaaaaraaaaaaa e fode meu cú todo meu maaaaaaaaaacho!

Denilson ri e força minha bunda pra cima para poder retirar seu dedo. Eu mesmo sem muita força, que ro tanto seu pau que junto o resto de força, jogo uma das pernas pra fora do braço do sofá, mantenho a outra apoiada no joelho no acento do sofá e me coloco o mais aberto que posso pra ele foder meu cú, recebo mais um pouco de saliva sobre o cu e sinto ele espalhar. Enquanto ele faz isso eu rebolo em seu dedo esperando por pica.

Meu cú se mantém tendo esparmos descontrolado que atiçam mais ainda Denilson, quando sinta a cabeça do pau dele encostar na entadinha do meu cú. Meu coração parece querer sair pela boca. Não dá pra respirar direito. Me empino mais querendo pau e sinto a primeira forçada da cabeça, mas me esfincter não cede fácial.

Sinto ele o reposicionando e ensalivando meu cú e seu próprio pau, mas as dimesões da cabeça do pau dele é um empedimento que não dá pra desconsiderar. Mas Denilsom se mostra um comedor habilidoso e acaba achando um forma de vencer a resistência do meu esfíncter. Ele me lubrifica bem e coloca seu pau acima do meu rego e vem deslizando ele e forçando desde lá da cima e quando chega na entranda ele passa sobre meu cú já encaixando ao mesmo tempo que ele da uma forçada e a cabeça se instala dentro do meu cú, porém ainda não é possível vencer completamente e o anel mais largo do cogumelo permanece impedido de entrar.

Denilson vai ensalivando e empurrando a cabeça pra dentro ao custo de muito choramingos da minha parte. Mas eu e ele sabemos que não podemos mais desistir de nossos intuitos. Ele de me foder e eu de receber cada centímetro do seu pau dentro de mim.

Estamos comprometidos com nossos objetivos e com muita determinação decido que devo agasalhar seu pau inteiro dentro do meu cuzinho e cometo um erro absurdo. Eu tento jogar meu quadril pra trás pra engolir aquele pau e ele recua e eu peço, vai Demilson, mete esse pau todo no meu cú.

Denilson me segura firme pela cintura e com uma estocada firme a cabeça vence finalmente o  meu esfincter e escorrega livremente pra dentro do meu cú. Eu parecia esta sendo rasgado ao meio e tento fugir daquele pau diante da dor que ele me provocou. Mas já não é possível, não há espaços para refugo ou arrependimentos da parte do Denilson.

Eu o tinha como homem dentro de mim, e ele me tinha com uma fêmea, e não havia mais volta, iríamos cumprir nossos pápeis da melhor maneira que podíamos, no caso dele deforma ativa e voluntária, no meu caso de forma passiva e impositiva, ou seja eu querendo ou não, ou melhor , eu suportando ou não.

Então lá estava eu de quatro no sofá, tentando escapar do pau deo meu comedor, e para isso eu me joguei para o chão, mas eu estava seguro pela cintura, o que fez que eu ficasse pendurado no sofá com as mãos apoiadas no chão, enquanto ele pra me imobilizar de vez, suspendeu a pernas que eu mantinha apoiada no chão. O único apoio que eu tinha eram as mãos no chão e o joelho da perna esquerda no sofá.

Assim, Denilson foi enfiando cada centímetro de pau dentro de mim até eu sentir seu saco bater em minha bunda. Eu não acreditava que tinha engolido aquele pau inteiro. Mas ao mesmo tempo que eu senti até um certo orgulho da minha proesa eu ainda me preocupava com o momento que ele iria iniciar a foda de fato.

No início ele foi tirando o pau lentamente até que eu sentisse que a cabeça estava para sair, mas depois ela voltava a enfiar mais rápido e a dor era parecida a de quando ele penetrou a primeira vez. Parecia estar sendo rasgado.

Pra sair apenas uma ardência forte, mas a volta era sempre muita dor, principalmente a estocada final que era mais forte. O estala de pele com pelo mostrava toda a violência do movimento que confirmava sua entrada total dentro do meu cú. Ele queria me mostrar que estava recebendo tudo dentro do cú.

Eu me preocupava com os sons que eu emitia, pois meu desespero era justificado pelo tamanho do pau dele e a violência do ato em si. Aiiiiiiiiiiiiieeeeeeê, tá doendo muito Denilson! e exatamente quando falava seu nome ele acelerava e cravava forte seu pau. Novamente Ele tirava devagar e eu aproveitava pra ajeitar o apoio dos braços no chão pra suportar nova investida. então eu pedia pra ele. Vai mais devagar por favor! E lá vinha ele enterrando mais uma vez aquela sonda preta em mim e eu de novo gritando: Aiiiiiiiiiiiieeeeeeeê, devagar por favor Denilson! E toma aquela cravada final que fazia a lagrima escorrer dos meus olhos e meus braços dobrarem de fraqueza.

Fui enrabado assim durante uns quinze minutos sem parar, que ele sentou no sofá e eu me estatelei no chão. Pensei que ele estivesse cansado e fosse para de foder, mas ele segurou o pau pra cima, duro feito rocha e mandou eu me levantar do chão e sentar no seu pau, se eu não quisesse apanhar de novo.

Lembrei dos socos e chutes, além dos tapas na cara e juntei forças, levantei, parei de frente pra ele e ele me perguntou o que eu estava fazendo. Ele me chamou de bicha burra e mandou eu virar de costas pra ele e afastar as pernas. Eu obedeci e ele mandou eu ir sentando. Eu ainda olhei pra baixo e vi a cabeça cada vez mais perto do meu cú, sabia que não ia ser fácial engolir aquele pau todo naquela posição e fui devagar, mas a cabeça encostou no me cú e sabia que p trabalho ia ser só meu.

Fui forçando e a cabeça entrou um pouco mais facil, mas mesmo assim dei um gritinho e recuei. ele logo me deu um tapa na bunda e mandou, senta sua bicha. Eu obedeci e fui sentando sem para até o final. O som que eu soltava era um grunhido.Arrrrrrrrrrrrrrrrr! e no final Aiiiiiiiiiiiiiiiiieeeeê!.

Sentei sem forças na pernas e ele nada falou. Eu esperava sofre alguma retaliação, mas ele ficou calado e me deixou sentar com todo meu peso. Eu comecei a sentir seu pau pulsar dentro do meu cú, pensei será que ele está gozando dentro de mim. Tentei sair desesperado e ele me segurou e mandou que eu afastasse as pernas e apoiasse nos braços do sofá.

Eu obedeci, pois estava no lucro por não ter levado um tapa por tentar fugir do pau dele, então vi o quanto ele estava grande, pois eu erqui o quadril e seu pau continuava dentro de mim mesmo o braço do sofá ter bem mais de 20 cm.

Então ele mandou que eu forçasse meu quadril pra baixo até engolir todo seu pau e usasse meus braços para me elevar sem deixar seu pau sair de dentro. Fiquei executando estes movimentos por uns cinco minutos até não suportar mais.

Ele então pediu pra eu ficar parado e ele começou a me foder jogando os quadris pra cima até me penetrar totalmente e depois sentava deixando o pau sair até a cabeça e voltava a enfiar tudo. Eu estava passivo e mesmo com a dor, eu aproveitei pra descansar meu corpo. então fiquei bem passivo.

Ele cansou e me deitou no de costas no acento do sofá. Não entendi de início o que preparava pra mim. Ele depois foi me escorregando até que minha nuca apoia-se no chão. Ele se posicionou sentado no sofá e afastou minha pernas que estavam pro alto. Ainda não sabia o que me esperava.

Ele ensalivou bastante os dedos e voltou a lubrificar meu cú. Eu ficava louco com aqueles movimentos no entorno do meu cuzinho, que na verdade não podia mais ser chamado de cuzinho. Então não demourou muito pra eu me rebolar todo e pedir pau no cú. Ele rindo, começou a se punhetar e aquele pau foi voltando a ficar duro feito rocha, ele se ergueu e veio de cima pra baixo feito um pilão e enterrou aquelo monstro no meu cú até o final.

Ele começou a foder devagar e foi aos poucos aumentando a velocidade, e quando percebi ele fodia feito uma máquina. Se ainda tinha alguma praga no me cú, ali elas deixaram de existir. Ele não satisfeito de me humilhar me fodendo naquela posição, quando parava pra descançar, para mostrar que tinha me arrombado todo, forçava uma das bolas do saco e pra meu desespero meu cú acolhia ela e dpois ele ia pra outras e eu olhando pra ele sentia perfeitamente quando a outra entrava.

Eu via que ele estava com o pau inteiro e as duas bolas dentro do meu cú e tinha certeza que ele havia quebrado meu espírito definitivamente, não restando quaquer dignidade em mim naquele momento.

A partir dali eu só esperava receber seus fluídos seminais para que ele completasse seu total domínio sobre mim. Então mais uma sessão do seu magnifico pilão preto dentro do meu cú, o fizeram ir para a humilhação definitiva, quando ele me colocou de pé em frente ao sofá, me laçou pela cintura e me colocou em pé no acento do sofá. Colocou-se em pé bem junto ao sofá e direcionou seu pau de maneira que eu pudesse aguachar e encaixar meu cú nele. Assim que a cabeça entrou, ele me pegou pela cintura de novo e me colocou no seu colo em pé, com a cabeça do pau encaixada no meu cu.

Eu tinha a impressão que iria cair no chão e como defesa eu me abracei ao seu pescoço e entrelacei minhas pernas no seu quadril. Uma ajeitadinha aqui e outro ali foram acomodando seu pau que logo estava todo encaixadinho dentro do meu cú.

Daí pra lá foi uma exibição de machesa da parte dele e de passividade da minha parte. Ele se exibia andando pela edícula comigo espetado no pau dele. Eu era jogado pra cima e solto, o que fazia o pau dele quase sair do meu cú e logo depois eu escorregava engolindo toda sua extensão novamente.

Não havia como, mais eu gemia sofregamente e me sentia tão fragil e isso me dava tanto tesão que não demorou e eu tive o melhor orgasmo da minha vida. O engraçado era meu pau tod mole e a sensação do orgasmo vir da região anal. Meu pau soltava uma babinha incolor e ralinha.

Ja Denilson teve um orgasmo de macho comedor. Seu pau parece ter crescido aindo mais dentro do meu cú e começõu a latejar descontrolado, depositando dentro do meu cú uma quantidade de porra branca e espessa que conforme ele ia me fodendo, sua porra saía entre as paredes do meu cú e o seu pau.

Ele ainda teve energia pra me colocar no sofa de costas e permanecer fodendo meu cú enquanto gozava e o rítmos produzia uma espuma branca que teimava em vazer de dentro de mim.

Ele ficou sentindo meu cú mordicar seu pau enquanto ele ia sofrendo um prolongada tranformação para o estado normal e escorregar deliberadamente de dentro do meu cú, que parecia se lamentar por ter deixado seu invasor ir embora.

Meu cú ardia, queimava, doía, mas assim mesmo ainda reclama a ausência daquele pau magnífica de Denilson.

Denilson conseguiu me transformar completamente e se tornaria meu comedor contumaz por algum tempo, até que se mudou da nossa rua e eu não pude tê-lo novamente dentro de mim.

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Escrito por Livre

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