Eu confesso que Eu confesso que tenho 22 anos, que moro com minha parceira, 9 anos mais velha do que eu ha um ano, que nosso relacionamento tem se desgastado, que ela tem uma filha, muito linda, mas que me perturba, é mal criada, mimada, esta nunca teve a atenção de um pai, porém essa semana perguntei a ela, se nas poucas vezes que ve seu pai biológico, “cerca de 2 vezes por ano, pois ele não liga para ela”, se ela quando o ve, o respeita mais do que a mim, se eu não dou o carinho que ela merece, e ela chorou muito como se percebesse que eu faço e me dedico muito mais para ela do que seu proprio pai, me abraçou, ela tem 9 anos, não aceita ser contrariada, no começo eu pensava que ela tinha culpa, mas atualmente penso que a culpa de seus mimos é de minha atual companheira, que sempre batalhou, muito mas que eu percebo que ela põe na balança o fato de a criança ter nascido sem um pai como desculpa para dizer que a menina não foi amada e coisa e tal, tem vezes que a menina não a respeita e nem a mim, pois é impulssiva, a mãe ri das mal criaçoes e acha graça, não ve a gravidade de dar ibope, de mostrar a menina que ser mal criada é bom, tento fazer o que posso para ser feliz com minha nova familia, ja que minha mãe não quer ver minha esposa nem a filha de minha esposa nem pintadas a ouro, já que na cabeça de minha mãe que sempre foi muito ciumenta, foi de que nunca os filhos deveriam se relacionar com mulher com filhos, realmente eu não ligo para minha nova condição de “pai”, mas quero fazer o certo para que essa inoscente me ame e que em um futuro p´róximo ela não me culpe por algo que eu não tenha feito a ela, trabalho muito, tenho 2 empregos, quero fazer o que puder pra elas, não quero sofrer mais, espero uma ajuda, não sei o que fazer para viver em harmonia, é a 1 vez que estou aqui, espero poder contar com a vossa ajuda…
tudo de bom”

