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Narrativa real da primeira vez de um macho dando o cu

Tenho 58 anos, sou um homem maduro e já fui casado com mulher. Tive uma educação onde o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo sempre foi colocado como um desvio, coisa de viado, bicha e outras denominações. Na minha juventude, nunca me passou pela cabeça me relacionar sexualmente com alguém do mesmo sexo. Talvez no máximo, comer um viado, pois naquela época, era muito difícil transar com meninas, que eram de família, como se dizia naqueles tempos, as meninas muitas ainda virgens.
Então o jeito era se satisfazer com viados, pois comer as putas tinha que ter dinheiro e comer viado era de graça e ás vezes eles até pagavam pra garotada comer eles.
Mas eu sempre senti prazer na região anal, principalmente quando ia tomar banho, introduzia o dedo no meu ânus ensaboado, o que facilitava a penetração e me masturbava gozando muito gostoso, mas aprendi desde garoto que ninguém podia tocar na bunda de menino.
Já na faixa dos 40 anos, passei a desejar sentir uma penetração mais efetiva. Experimentei Introduzir uma cenoura no rabo e senti um imenso prazer com essas penetrações.
Foi quando passei de fato a querer me aventurar com outro homem, mas aí vieram os questionamentos: será que sou viado? Eu não me considerava assim, não tinha desejos por homens e sim pela pica do homem. Meio confuso com tudo isso na minha cabeça, procurei na literatura alguma coisa que me explicasse isso e foi quando, lendo vários artigos sérios, passei a entender o que sentia. É muito natural pois a região anal é muito vascularizada e por isso muito sensível ao toque, toque esse que redundava em prazer, mas, por ser uma zona proibida para nós homens, não poderíamos externar esse prazer. Já pensou eu falar que sentia prazer no ânus?
Passei a assistir filmes pornôs entre homens e assim me excitava bastante, inclusive o sexo oral. Mas sentia ojeriza quando eles se beijavam na boca. Aquilo me causava nojo, porém o resto, não. Afinal o que eu era? Hetero ou homo?
Sou hetero porque adoro mulheres, adoro beijar mulheres na boca, coisa nem pensar em fazer com um homem.
Sou homo porque sinto vontade em transar com homens, mas apenas sexo, tanto que depois que gozo, quero me livrar do cara, depois que acaba o tesão da foda.
Finalmente criei coragem e, em uma sala de bate-papo, combinei com um cara um encontro pra irmos a um motel. O nome dele era Carlos. Eu tinha carro e apanhei ele em um local combinado e fomos ao motel. No caminho, eu meio sem jeito, expliquei para ele que nunca havia feito aquilo e que seria minha primeira vez. Ele parecia meio tímido também mas fomos em frente. Ele disse que ia ter cuidado e tal…
Entramos no motel e já na entrada, quando o porteiro olhou pra dentro do carro, fiquei muito constrangido, imaginando o que o porteiro ia pensar mas depois soube que eles já estavam acostumados com isso.
Entramos na suíte com piscina e ele foi até o banheiro e voltou de lá vestido apenas com o robe e se dirigiu para a piscina.
Fiz a mesma coisa e vesti um robe sem nada por baixo e me dirigi para a piscina. Ele já estava dentro d’água pelado. O coração disparou. Nunca me imaginei chegar até aquele ponto, ficar sozinho com outro homem, pelados, a expectativa de dar o rabo. Com o coração batendo forte, tirei o robe e entrei na piscina. Tinha levado uma lata de cerveja e fui até a borda deixar a lata. Nisso o Carlos se aproximou e começou a alisar as minhas costas, encostei meu peito na parede da piscina e ele me deu um abraço por trás. Pude sentir o pau dele duro roçando minha bunda. Nossa! Não sei descrever o arrepio que senti e nesse momento esqueci do mundo lá fora. Já estava ali e agora era deixar acontecer. Fiquei alguns momentos com os braços apoiados na borda da piscina enquanto ele se esfregava em mim e me imprensava contra a parede. O pau dele deslizava pelo meu rego. De vez em quando sentia a cabeça cutucar o buraquinho, mas só resvalava nele sem tentativas de penetração. Meu tesão atingiu o último nível de excitação quando ele deu uma lambida na minha nuca. Puta que pariu! Me arrepiei de novo todinho e instintivamente arrebitei minha bunda de encontro ao pau dele. Já estava querendo sentir ele dentro de mim. Ficamos um pouco nessa esfregação e então ele me largou e foi sentar na escada. Tomei mais um gole de cerveja e me virei pra ver onde ele estava. Ele sentou na escada e o pau dele, duro, empinado pra cima, deixava só a cabeça de fora da água, provocando. Percebi o que ele queria.
Até então eu nunca havia tocado em um pênis de outro homem mas parece que isso ia acabar naquele dia.
Fui nadando devagar em direção a ele e ao chegar bem perto, fiquei com o rosto bem próximo da pica dele. Com a mão direita, enlacei ela, segurei aquela carne dura, mas muito macia. Ela latejava presa entre meus dedos. A cabeça rosada brilhava ao sol pois era no período da manhã. Olhei bem de perto, admirando sua forma, a glande e o tronco com algumas veias à mostra. Devido a minha momentânea hesitação, acho que ele pensou que eu não iria chupar e pediu pra eu colocar na boca. Molhei ela e abri minha boca e introduzi aquela pica suavemente, chupando devagar, lambendo a cabecinha e toda a extensão da pica. Não era uma rola muito grande e nem muito grossa, digamos que era do tamanho médio. Passava a língua pela cabeça e engolia ela até o limite de minha garganta. De vez em quando eu olhava pra ele e ele me olhava chupando o pau dele. Acho que o fato de ele saber que aquela estava sendo a minha primeira vez, o excitava ainda mais.
Saímos da piscina, nos enxugamos e fomos pro quarto. Era um quarto todo espelhado nas laterais e no teto. Ele se deitou de costas e fui novamente pra cima do pau dele pra mais uma cessão de chupadas. É impressionante como uma coisa que não tem gosto de nada pode ser tão prazeroso, aumentando o tesão.
Foi então que havia chegado o grande momento: ele pediu pra eu ficar de quatro. Eu estava tão entretido em chupar o pau dele que não havia ainda pensado nesse momento – o da defloração, o desvirginamento, a ruptura definitiva de meu cabaço anal. Será que um dia teria saudades das minhas preguinhas que por tanto me acompanharam intactas, quase invencíveis, inexpugnáveis? O tempo diria que não.
Fiquei por alguns segundos indeciso, extático, coisa de primeira vez, mas logo me dei conta do que estava por vir.
Virei-me bem devagar, posicionei-me na posição de 4 e ele foi se ajeitando lá atrás. Com a mão esquerda ele segurava meu quadril e com a direita segurando o pênis duro. Vi pelo espelho ele tentando encontrar a direção do buraquinho. Nessa época ainda não se usava tanto a camisinha. A pica estava livre, firme e pura, pronta ao natural para ser usada. Senti a cabeça bem lisa passar várias vezes pela entrada até que conseguiu encaixar bem na portinha. Novo arrepio. A primeira tentativa não deu. Quando ele tentava empurrar pra dentro, eu sentia dor e trancava o cu, pois não estava relaxado o suficiente, ainda não tinha aprendido a técnica do relaxamento. Houve mais algumas tentativas sem sucesso. Então ele deitou-se de costas e pediu pra eu sentar no pau dele e que ele iria ficar paradinho e apenas eu iria administrar a penetração. Com ele deitado, passei a perna sobre seu corpo e pedi pra ele lambuzar meu cuzinho com bastante gel. Segurei na pica dele e direcionei a cabeça pro meu buraquinho ainda virgem. Fui fazendo pressão na descida do meu corpo e senti a cabeça tentando abrir, tentando romper as resistências. Com a minha mão esquerda eu segurava o pau dele pra não perder a direção e com a direita eu me masturbava. Foi assim que senti a cabeça de repente escapulir pra além do músculo anal. A resistência havia cedido. Dei um urro, misto de dor e prazer. Quando a cabeça finalmente entrou, o músculo se fechou em volta dela, prendendo o pau dele. Acho que ele sentiu a forte pressão do meu cu em volta da cabeça. Não entrava e nem saía. Eu dei uma paradinha para me acostumar e deixar aquela dorzinha inicial passar. Ele continuava parado e foi muito importante que assim ele permanecesse, deixando comigo esse processo inicial, senão não teria conseguido. Fui relaxando, os olhos ainda fechados, acho até que deve ter brotado uma pequena lágrima, a dor desaparecendo e o tesão explodindo.
Nossa! Não lembro de nada parecido em matéria de prazer quando fui descendo o corpo e sentindo aquela carne macia deslizando pra dentro de mim. Agora era só prazer. Quando chegou no final, com tudo dentro, minha bunda toda encostada na pélvis dele, tive a exata consciência de que estava dando meu cu pra outro macho, que acabara de ser desvirginado, minhas preguinhas haviam sido rompidas em definitivo. Não tinha mais volta. Eu, um homem que ainda era casado, ali ao me ver pelos espelhos sentado em uma pica, momento esse que algum tempo atrás jamais imaginaria acontecer, estava realmente acontecendo – eu estava dando a minha bunda, tinha um homem embaixo de mim com uma pica toda dentro do meu cuzinho, agora totalmente desvirginado. Passei a mão pela frente só pra conferir de verdade e só toquei nas minhas bolas porque o pau dele estava todo escondido dentro de mim. Foi literalmente engolido pelo meu cuzinho. Essa era a realidade. Sentado e já relaxado, pude sentir o pau dele latejando lá bem no fundo, pensei até que ele já estava gozando, mas felizmente ele estava se segurando.
Agora sim, com tudo dentro, sem dor, só prazer, ele começou a se mexer. Me pegou pela cintura e comecei a cavalgar, esfregando minha bunda contra o pau dele todo enfiado no meu rabo.
Eu levantava um pouco até quase a pica sair e voltava a sentar de novo, nessa brincadeira de ir até o fundo e depois ir até o limite da saída da pica do meu cu, mas sem deixar sair.
Queria tirar um pouco o pau dele de dentro pra sentir ele entrar de novo, mas tive receio de voltar a sentir dor na nova penetração. Que nada! Ele tirou o pau de dentro várias vezes e várias vezes tornou a meter, e cada nova metida, meu cuzinho vibrava de prazer. Sentia a cabecinha esticando, abrindo meu cu e em seguida se fechava quando ele tirava o pau de dentro. Meu anelzinho rosado ficava abrindo e fechando num entra-e-sai delicioso. Meu buraquinho já estava bem íntimo daquela cabeça brilhosa que entrava e saia sem mais pedir licença. Já eram verdadeiros amigos, tipo unha-e-carne.
Ele então pediu pra fazermos na posição de quatro. Fui me virando devagar com ele junto, atracado em mim e chegamos na posição. Já de 4, com meus dois joelhos apoiados na cama e bem separados pra deixar o caminho bem aberto, empinei a bundinha, meu rosto colado no colchão e meus braços estendidos e minhas mãos agarradas no lençol, completamente entregue, passivo, disponível. Passei a sentir o pau dele lá atrás entrando e saindo do meu cu. Pelo espelho visualizava essa imagem: eu de quatro com a bunda erguida pra cima e o macho me comendo, segurando minhas ancas e me fudendo a bundinha branquinha, lisa e com marquinha de sol. Eu nunca imaginei sentir tanto prazer assim. Aquilo acontecendo, eu na cama dando a bunda. Seria verdade mesmo? Não era um sonho? Não, eu estava em um motel sendo enrabado, comido, fudido, seja lá qual o termo, só sei que estava adorando estar me entregando a um outro macho. Combinamos de gozarmos juntos pois se eu gozasse primeiro a brincadeira iria acabar pois perco o tesão. E foi o que aconteceu. Gozamos praticamente juntos, pois me segurei pra que isso acontecesse. Quando gozei, eu de 4, com aquela pica toda enfiada no meu rabo, pensei que iria explodir, aliás foi exatamente isso que aconteceu – eu explodi de tanto prazer, nunca havia sentido isso nas minhas melhores gozadas. Ele lá atrás também explodia, enchendo meu cuzinho de porra quente e viscosa. Gozei no lençol sujando a cama. Fui me deitando devagar com ele ainda por cima e o pau ainda dentro de mim. Ficamos um pouco, assim, deitados, ele por cima e eu por baixo sentindo seu peso e a pica dele aos poucos amolecendo até que escapuliu pra fora de mim. Pena que não pude filmar pois naquela época não existiam esses celulares modernos com câmeras e infelizmente essas imagens só estão disponíveis na minha memória.
Hoje penso no tempo que perdi por não ter feito isso há mais tempo. Deixei de lado os preconceitos sociais, tenho pleno conhecimento de minha sexualidade, sou macho e me sinto macho. O importante é fazer o que se quer sem ligar para preconceitos bobos de uma sociedade muitas vezes hipócritas, mas não estou aqui para fazer nenhuma análise sociológica. O importante é que posso sentir prazer duplo, seja com homens ou mulheres, por isso sou duplamente feliz.
Para concluir, o texto acima é pura verdade, fatos realmente que aconteceram comigo. Sou separado, pois falei pra minha mulher esses meu desejos e ela infelizmente não aceitou, não compreendeu, mas continuamos bons amigos. Foi uma pena, pois seria muito bom se ela aceitasse e principalmente topasse participar desse sexo liberal. Adoraria ver minha mulher sendo comida por outros machos sempre na minha presença. Adoraria vê-la presenciar um macho me comendo, enfim, seria muito bom se nosso relacionamento tivesse sido totalmente liberal, pois quando há permissão de ambos, não há traição. Hoje, procuro me relacionar com mulheres de mente aberta, que gostem de participar de brincadeiras em conjunto, que transe com mulheres e homens. Não estou mais afim de relacionamentos onde se tenha que mentir para o parceiro, esconder vontades, quero jogo aberto.

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Escrito por Anônimo

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4 Comentários

  1. Caramba fiquei todo molhado aqui é exatamente o que sempre sonhei em fazer mas não consigo, meu cu já não é mais virgem ; cenouras , tenho um brinquedo escondido no barracão de minha casa , volumes me excitam demais sou casado e avô mas tenho esse desejo desde criança não de beijos e etc mas dar o cu sem compromisso e vazar qdo acabar,fico imaginando chupar um pau , fazer o que minha esposa faz em min em um outroir em um motel com alguém e trabalhar nele por muitas horas , ter alguém pelado a minha disposição, sentir um pau tocando meu cu…e ser penetrado..meu cu ja está laceado , fiquei muito excitado aqui com os detalhes parabéns por sua coragem..

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Peguei ela no flagra!

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Quero menage com a esposa mas tá osso!!!