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NÓS E NOSSOS FILOHOS

Eu confesso que compartilhar nossa cama com nossos filhos [Caso Id 55377] para nós também, nunca foi bicho de sete cabeças. Assistindo, como sempre assistiram, eu e meu marido fazendo tudo o que um casal apaixonado costuma fazer na cama, deixamos até que experimentassem chupar o que bem entendessem, sem preconceitos tolos. – Não faça disso um escândalo, querido! É só curiosidade deles. Logo perceberão que isso não tem a importância que acham que tem. – Dizia eu ao João, meu marido, baseada nas mais elementares noções modernas da Psicologia.
De fato as pessoas reprimidas são muito infelizes. A pergunta é: por que não? Custa tanto assim deixar que experimentem? – E se eles se viciarem? – Dirão algumas mães. Ora bolas, as consequências poderiam ser piores do que viciarem-se em drogas? Eu sei, eu sei, um erro não justifica o outro, mas nesse caso os fins (a mantença da integridade da família) justificam os meios. Ao menos no nosso caso tem sido desmedido prazer de assistir nossos filhos tendo orgasmos indescritíveis. Não têm de se preocupar com as DST, com a gravidez indesejada (liguei as trompas) e, quer saber, tais relações se originaram no inicio da História (escrita). Leia Gênesis 19:32, onde as filhas de Ló (aquele que foi livrado da destruição de Sodoma e Gomorra) embebedaram o próprio pai e transam com ele bebinho como estava.
Como mãe deles para mim é uma tremenda satisfação poder testemunhar que eles sempre nos respeitaram, nos amaram, que sempre pudemos confiar uns nos outros, que não há segredos entre nós e eles e vice-versa, mas guardamos absoluto segredo com relação aos de fora enquanto. Ao contrário, muitos filhos existem, por aí, que estão cometendo violências contra seus pais. Roubando-lhes os bens, agredindo, desprezando-os porque não receberam o carinho que lhes era devido.
Ainda que tais argumentos não valessem, ainda assim tudo o que fazemos juntos vale a pena. Às vezes sou acordada de madrugada para que um deles, às vezes até mesmo os dois, possa “brincar” comigo (como estamos acostumados dizer). Às vezes basta que eu apenas lhes chupe. Isso costuma resolver e aí é suficiente que eu escove os dentes. Aí, para não acordar meu marido, fazemos tudo no quarto deles. Às vezes, após o Jornal da T.V., ficamos todos pelados e nos misturamos num emaranhado de pernas, braços e pintos e depois uns esperam que os outros gozem. Fico louca da vida com tanto esperma que fica espalhado sobre o lençol.
A rigor meu marido poderia ter ciúmes porque, quando gozam, começam a dizer – Aaaii! Como você é gostosa! Às vezes até acho que fazem isso por gentileza, mas que mulher há que mesmo agora, aos quarenta e poucos, ainda se presta a acolhê-los pela frente ou por trás? Se já experimentaram transar entre si e com o pai eu digo que sim. Ao que me lembro, ao menos uma vez. Mas isso não fez com que passassem a ter tal preferência. Mas nada há que os impeça de experimentarem quantas vezes quiserem. O que importa é que continuamos confiando cegamente uns nos outros, e que nos amamos como poucos.

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Escrito por Anônimo

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