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Nosso fim de semana com Marx foi ótimo

É uma situação que causa uma mistura de 70 por cento de excitação e 30 por cento de ciúme o fato de você receber em sua própria casa um cara que vai se comportar como se fosse o dono de tudo, inclusive da sua amada esposa, a quem ele vai dar uma inesquecível surra de pica e fartura de esperma enquanto o marido apenas se contenta em ver tudo e ser deixado para segundo plano, depois que o macho se saciou e a lambuzou toda.
Marx chegou, como combinado, numa sexta-feira à noite e só foi embora na segunda-feira, com seu estoque de leite de macho zerado, porque nessas três noites e dois dias foi o rei, que fez quase tudo com Adriana, menos sexo anal porque ela não suporta aquela rola muito grossa na bunda.
Nosso segundo encontro foi para dar a ela um presente diferente de aniversário de 10 anos de casados.
Depois que ele tomou um banho e vestiu uma calça de moletom eu me lembrei de que precisava dar uma saída e comprar alguns petiscos para agradá-lo.
Beijei minha esposa na boca e disse que talvez demorasse a encontrar algum lugar aberto e que ela se comportasse na minha ausência.
Quando já estava praticamente no caixa para pagar as compras recebi no telefone um vídeo no qual aparecia uma mão feminina se enfiando dentro da calça de um cara e manipulando um pênis muito comprido e grosso, logo depois puxou a pele que recobre a cabeça e ficou punhetando, até espremer e deixar aparecer uma gotinha brilhante.
Eram Adriana e Marx em plena putaria para me provocar. E com certeza conseguiram porque eu não tive como evitar ficar de pau duro, tentando disfarçar das pessoas que passavam perto.
Em seguida ela me mandou outro vídeo onde estava ajoelhada na frente do macho e dizia que estava sendo obrigada a mamar na pica e que me amava muito e não queria fazer aquilo. Logo em seguida sua cabeça foi puxada com brutalidade e ela se engasgou com a rola enfiada na boca.
Tentei me acalmar e voltei quase voando pra casa. Quando cheguei e entrei ela estava na nossa cama, vestindo uma meia calça preta e posicionada por cima do namorado em posição de 69. Daquele jeito ela parecia uma verdadeira prostituta profissional, se empenhando para conseguir engolir por completo a tora de carne maciça e vibrante, que de vez em quando deixava escapar antes de quase morrer sufocada.
Para delírio do comedor ela lambia e colocava inteiros na boca os seus testículos inchados, quase fazendo o cara despejar sua carga de esperma, e às vezes ele pedia para parar.
Eles notaram, mas ignoraram minha presença e continuaram mandando ver na foda.
Adriana estava louquinha de excitação com as chupadas que recebia na buceta e no rego do cu, disse que queria sentar na vara e deu a camisinha para Marx colocar enquanto ela pôs uma pequena porção de lubrificante na entrada da vagina, dizendo que queria sentir dor naquele momento. Na verdade, nenhuma mulher suporta ser varada por ele sem um pouco de lubrificação extra, porque o pênis de Marx parece um pacote de biscoito recheado, de tão grosso que é.
Ficou de cócoras e segurou a base do pau, pincelando lentamente na entrada da buceta. Aos poucos foi sentando e dizia que estava sendo rasgada, mas estava muito bom. Por mais que o Marx tentasse meter com mais vigor, ela controlava a penetração e gemia baixinho nos deixando a ponto de gozar.
Quando a cabeça finalmente entrou eu fiquei aliviado por ela, mas não havia terminado a agonia.
Descendo devagar e gemendo baixinho ela estava com os mamilos durinhos de excitação e com a bunda arrepiada, demonstrando como aquela putaria toda lhe fazia bem. Aliás, bem mesmo fazia a todos nós porque eu também me encontrava totalmente concentrado na cena e esquecido do resto do mundo.
Cavalgou, xingou, beijou e de tanto fazer isso ficou completamente suada. Não era costume seu, mas dessa vez ela me chamou de corno depravado dizendo ainda que eu ia me arrepender um dia de ter casado com ela.
Mudaram de posições mais de uma vez e o comedor segurou o gozo, mas a fez ter um lindo orgasmo com seu pau na xana e o dedo grosso massageando o pinguelinho.
Eu dormi no chão, em um colchão extra no nosso quarto, e quando já havia luz do dia entrando pela janela fui acordado com novos gemidos de minha esposa, sendo mais uma vez fodida pelo namorado na nossa cama. Pelo que percebi Marx estava prestes a ejacular e quando isso finalmente ocorreu ele tirou a pica e eu fiquei paralisado ao perceber que a camisinha estava rasgada e consequentemente Adriana estava com a vagina escorrendo porra, além do que ele derramou em cima do seu clitóris. Era a primeira gozada dele e saiu uma quantidade superior ao que a maioria dos homens produz. Com o macho caído para o lado de tão cansado, Adriana só teve a atitude de se virar para mim e dizer que queria outra dose de porra me mandando fodê-la naquela mesma hora sem limpar nada.
Puta que pariu!! Pensei em um milhão de coisas em um segundo: AIDS e outras doenças, gravidez…
Mas como estava dominado por algo mais forte do que o bom senso, me aproximei e contemplei a cena para logo depois sentir o calor e a textura da buceta esporrada. Quase gozei só de encostar meu pau naquele buraco esfolado, dolorido e sujo de gala. Eu quase não sentia prazer de tão aberta e lubrificada que ela estava.
Marx abriu os olhos e ficou zombando de mim dizendo: Foi mal aí, parceiro! Gozei e só vi que tinha rasgado quando tirei. Mas aproveita a chance que eu sei que vocês cornos gostam disso!
Só quem já passou por isso sabe o que se sente, ao mesmo tempo, nessa hora: vergonha, raiva, humilhação, vontade de parar o tempo, de limpar e de deixar tudo exatamente como está.
Gozei também e continuei dentro dela, enquanto nossos espermas se misturavam e logo em seguida escorriam em abundância pelo lençol.
Para suprema humilhação, o comedor foi levantar-se e roçou na minha bunda a rola semi dura e pingando porra, e eu nem tive como reagir.
Ele foi tomar banho e nós ficamos ali na cama, com os lençóis exalando aquele cheiro parecido com água sanitária que o esperma tem. Conversamos a respeito daquela nova situação e ela me tranquilizou dizendo que não estava no período fértil porque ia menstruar dali a uns cinco dias, então não havia risco de engravidar.
Adriana mal conseguia fechar as pernas e ficou mais um tempo deitada, tentando se recuperar daquele momento insano de luxúria.
Depois levantou e se aprontou para ir abrir seu salão de beleza, na rotina normal de um dia de sábado, enquanto eu e Marx permanecemos em casa. Ele tomou café da manhã e foi dormir, se preparando para a segunda noite de tesão que estava por vir.
Deixei o garanhão dormir e não conseguia esquecer a cena da gozada dentro que vi pela manhã. Liguei para ela e me falou que estava toda ardida e não conseguia urinar sem sentir dor, achava que não ia aguentar foder de novo à noite.
Marx levantou quando quis e ficamos conversando um pouco durante o almoço. Perguntei se alguém já tinha feito sexo anal com ele e me falou que em toda a sua vida sexual somente uma mulher aguentou lhe dar o cuzinho. Era uma coroa casada de 47 anos que se acostumou a dar atrás desde que tinha 13 anos de idade. Todas as outras mulheres liberais e namoradas que possuiu fugiam do assunto.
A noite chegou e com ela Adriana voltou para casa, cansada de ter ficado o dia inteiro trabalhando pediu uma trégua ao nosso amigo, que fez carinha de quem estava chateado.
Ela explicou que estava esgotada e dolorida, mas poderia satisfazê-lo de outro modo, com muito sexo oral, inclusive aceitando que ele gozasse na boca, já que tinha mesmo gozado na buceta.
Com isso eles ficaram pelos cantos da casa na putaria e de vez em quando eu flagrava ela agachada na frente dele, entalada com a pica grossa.
O tesão desses momentos é indescritível. Só os que têm coragem de realizar suas fantasias vão conhecer esse prazer diferente e proibido de ser corno manso.
Fui à cozinha tomar água e novamente lá estava Adriana chupando o pênis dele, sentada de camisola numa cadeira. Dessa vez o negócio foi mesmo pra valer e Marx avisou que queria gozar. Ela então acelerou os movimentos e recebeu as golfadas de leite quente, que vazaram e melaram o queixo e escorreram para os seios. O último jato Marx soltou no rosto dela, que ainda engoliu um pouco, embora tivesse cuspido no caralho a maior parte. A safada disse: Pronto! Promessa cumprida! Agora vamos dormir que eu estou morta de cansada!!
Respeitamos seu esgotamento físico e fomos todos dormir. Nessa noite, dormi ao lado dela e o amigo dormiu em um colchão no chão.
No domingo fomos à praia, rimos, brincamos e nos comportamos como velhos e bons amigos, mas Marx não tirava os olhos da bunda bronzeada de Adriana, como se desejasse um cobiçado troféu.
A terceira noite começou e com ela veio a magia do clima de cumplicidade que nos envolvia. Adriana vestiu sua roupa de prostituta casada, o Marx vestiu sua cueca branca de comedor e eu vesti meu tradicional chapéu de touro manso.
Apesar de ainda não estar plenamente recuperada, ela ficou deitada de lado e o macho foi enfiando a pica devagar, sem camisinha e com um pouco de lubrificante. Quando entrou tudo ficaram mais à vontade e mudaram de posição passando Adriana a ficar de franguinho assado, com as pernas nos ombros do seu macho, fazendo aquele barulhinho alucinante de xoxota labuzada sendo fodida. Agora eu podia ver a mistura de secreção vaginal e KY se acumulando na base do pênis do amante.
Pareciam incansáveis de novo. Pau na boca, buceta na boca, pica salivada, uma festa de sexo louco e selvagem.
Marx pediu pra meter de quatro e disse que estava doido pela bunda dela mesmo sabendo que era lugar proibido. Adriana se abriu na beira da cama e aguentou a tora na buceta, enquanto eu me aproveitei daquela posição e botei o meu pau na boquinha da safada.
Marx não dava trégua e bombava com vigor, às vezes tirando tudo e lambuzando o rego da minha amada, cheio de segundas intensões.
No final, novamente gozou muito, a maior parte na buceta e o restante no ânus que ele tanto queria mas não podia penetrar. Eu terminei gozando na boca e beijando minha mulher com carinho, depois que ela terminou de engolir meu leite. Ela aninhou-se de novo nos meus braços e eu podia ver um filete de esperma descendo pelas suas coxas.
Sei que alguns vão duvidar e outros irão criticar este relato, mas não me importo com isso. Assim foi nosso final de semana com esse comedor experiente e bem dotado, que nos ajudou a comemorar uma década de casamento. Ele não foi o primeiro e nem foi o último a compartilhar de bons momentos de tesão conosco.
É que passados dois meses dessa experiência, Adriana já está insinuando uma nova aventura com um amigo negro que pretendemos conhecer através de outro casal liberal. Será nosso primeiro encontro com um mulato tipo escravo, que segundo dizem corresponde muito bem ao que dele se pode esperar. Pelas fotos que vimos, ainda não vai ser dessa vez que ela vai levar pau na bunda porque o cara negro também tem um pau muito grosso.

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Escrito por Anônimo

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