Eu confesso que em geral não preciso de sexo toda semana. Entretanto gosto muito quando transamos em seis casais em nosso grupo fechado. Aprecio ouvir as coisas que os parceiros me dizem. Devem dizê-las a todas, mas ainda assim me sinto bem. Também gosto de ser acariciada pelas esposas. Elas, melhor que os homens, sabem como fazê-lo. Tenho lá minhas preferências, as outras também. Uns beijam melhor, outros são muito carinhosos e outros, ainda, quando gozam demonstram especial prazer em penetrar em mim. Desses, em geral, prefiro os que ejaculam –dentro– de mim, e muito. Quando o mesmo parceiro me procura mais de uma vez então, me sinto-me como uma rainha. Sei fazer certos movimentos com a periquita que as outras talvez não saibam. São os movimentos de fazer xixi, que causam neles a sensação de estarem tendo o pinto xupado. E quando duas ou mais esposa se enlaçam entre si e sobram parceiros, e que sobram parceiros, não me importo de atender a todos ao mesmo tempo, mesmo que me encham de esperma por dentro ou me lambuzem toda por fora. Imagino quantas vezes, ao transarem com as respectivas esposas ou as dos outros participantes eles pensam em mim.
Às vezes acontece de dois casais se separarem do grupo. Vivenciam certa exclusividade, mas mais cedo ou mais tarde acabam voltando ao grupo. Ninguém se zanga com isso. Se for possível obter mais prazer de uma forma ou de outra, apoiamos.
Algumas vezes saímos apenas para passear, mas mesmo assim

