Somos 1. 1+1?! Agora somos 2. 1 mais 1, realmente somos 2? Para 1, somos 2. Para outro 1, ainda somos 1. Ou talvez raiz de 1, onde mantém-se apenas este 1 vezes ele mesmo. Passam-se operações. Realmente somos 2? O 1 que participava do 2 precisa então subtrair de 1, enquanto o outro 1, mantém sendo aquele simples 1 ou aquela raiz, que na verdade, nunca deixou de ser 1. Para as subtrações, ou para apenas aquele 1, o sinal de – age como uma profunda faca dividindo-o da forma mais sangrenta possível para torná-lo 1 novamente. 1. Numeral este, o qual ele nunca deveria ter mudado. Folhas de operações depois, outros numerais surgem e se perguntam. Porque mais uma raiz de 1, que não se move, que daqui não sai?

