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O 1º orgasmo da minha virgem

Eu confesso queQue recordo com muita saudade,quando do meu casamento,havia completado desenove anos pouco mais de dois meses, ela a quatro tinha feito desesseis.Linda morena, sorriso sem igual, as mais belas pernas que eu já tinha visto,seios medios pra grandes eretos apontavam pra cima,pareciam querer romper o tecido do sutiã e da camisa de tecido fino ,uniforme da escola.Saia justa dava a entender as curvas deliciosas do bumbum arredondado, revelava uma barriguinha enxuta quase sempre com umbiguinho á mostra, abaixo revelava o púbis crescido destacado pela justeza do modelito escolar. Mãos e pés perfeitos,sempre bem cuidados convidavam à carícia,lábios carnudos cor de rosa,emolduravam, como já disse, um sorrizo branco de dentes perfeitos, que muitas vezes, deixavam ver uma lingua avermelhada e sensual, que enérgicamente me repreendia quando eu, louco tentava “avançar o sinal”.
Já estávamos noivos a mais de quatro meses, desde seu último aniversário, pela promessa de casamento eu, eufórico me achava dono daquele corpinho precioso,porém ela, recheada de princípios profundos, me convencia que casar virgens seria muito bom pra nós dois, não havia dito, mas minha experiência sexual, até então não havia passado de conversas picantes com amigos, revistinha pornográficas, muito raras na época, e muita masturbação.
Dezembro já ia pelo final, numa manhã chuvosa depois das festas do Natal, fomos, minha “deusa “ e eu encomendar flores em uma chácara retirada do centro da pequena cidade, seriam para enfeita a igreja evangélica, que iríamos casar dentro de “longos “quatro dias. Na kombi corríamos por entre os campos floridos da propriedade do japonês , raramente íamos a um lugar deserto sem a compania de alguém, hora a irmã, hora a mãe ou outro qualquer nuca sózinhos,mas nesse dia estávamos sós. O clima romântico das rosas cravos papoulas, orquídeas e mais os joelhos modelados que insístiam em sair do esconderijo da saia, ali bem diante dos meus olhos me fez parar o veículo, e pedir um beijo, ela prontamente colou seus lábios aos meus, estavam molhados , senti pela primeira vez que sua língua tentava achar a minha,me encorajei toquei tímidamente os seios percebi que eram mais firmes do que eu supúnha , nas raras vezes que os toquei por acidente ou pelo menos fingindo ser sem querer. Nesse dia ela permitiu ir além do costume, somente freiou quando minha mão ávida tentou penetrar na blusa branca de botões escuros. Tirou delicada mente minha mão da altura dos seios e a conduziu sobre a saia que cobria suas coxas torneadas, mexeu mais comigo, pois forcei a entrada pelo meio das pernas , ela entre gemidos me disse, mexeu mais comigo, pois forcei a entrada pelo meio das pernas , ela entre gemidos me disse, mexeu mais comigo, pois forcei a entrada pelo meio das pernas , ela entre gemidos me disse: — “por favor vamos ter paciência, faltam apenas quatgro dias “concordei tirando minha mão, meu penis estava duríssimo concordei.
Passaram mais dois dias do episódio na chácara do japones, eu me masturbava muitas vezes ao dia lembrando da minha dulcíssima noiva. Na véspera do casamento,uma manhã também chuvosa, fomos levar algumas coisas no apartamento que iríamos morar, já estava quase pronto tudo no lugar , mobília nova limpa e bem arrumada, revelava o bom gosto e o capricho da noivinha linda que ajudada pela irmã cuidava diariamente do nosso futuro ninho de amor. Outra vez nos vimos sozinhos sem ninguem por perto. Um dia apenas para o casamento, beijei-a ab raçando-a com volúpia, ela correspondeu procurando minha língua com a sua molhada e quente, coloquei minha s duas mãos na sua bundinha, o tecido fino de um vestído largo e rodado me ajudou sentir a marca da calcinha, elouqueci, apertei as nádegas, ela permaneceu quieta respirando descompassadamente , por alguns segundos ela me apertou também , e derrepente me empurrou com veemência, dizendo que deveríamos esperar, eu disse a ela, te jurei minha virgindade , sei da realidade da sua gostaria de ver essa pelinha tão cobiçada pelo noivo, por favor me mostra, te prometo que não a tocarei nem com as mãos. Misteriosamente ela concordou em mostrar, assentou em uma poltrona, suavemente foi levantando o vestido de tecido mole, desudando um par de pernas morenas simplesmente estonteantes, ao ver a calcinha de algodão branca como neve, fiquei paralizdoa por uns instântes, como que sonhando, parecia acordar quando ouvi a voz sensual e rouca dizendo melosamente ao afastrar para um lado o forro da pequena peça íntima—não esqueça voce prometeu não tocar meu cabacinho , nem com a mão. Então com os dedinhos longos e finos ela abriu por entre pelos escuros fartos e encaracolados, os grandes e pequenos lábios expondo acima uma pquena língueta, (que mais tarde viemos a saber, era o clitóris), paredes cor de rosa, vi uma pequena caverna úmida, ao fundo uma peli fina e esbranquiçada(hímen), nessa altura eu estava de jolhos com o rosto entre as torneadas pernas, — naso esqueça a promessa! Disse ela entre dentes. Realmente não esqueci que não deveria tocar com as mãos, coloquei minha lingua que intrusa chegou á pelina, senti o perfume da virgindade, a umidade dos labios misturavam, agora com minha saliva, ela desesperada tentava me empurrar para trás, eu insístia em movimentar ali dentro daquela gruta minha lingua ereta.Tanto ela me empurrou que acabei caindo na realidade, e pensei , estou traida a confiança da minha querida noiva, fiz mençao de afastar, ai pude ver seus braços envolverem minah cabeça e seus labios suplicar ,— não para não continua, Continuei agora buscando corajosamente a pequena lingueta que Mari esfregava vigorosamente em meu nariz. Derepente ela estremesse apertando vigorasamente suas grossas coxas em volta do meu pescoço, estenteu as perna gemendo, soltou um jato liquido que inundou meu rosto, de um perfume diferente que em mais de quarenta anos não consegui ver nada igual. Beijei mais algumas vezes, naquela manhã, o cabacinho que seria arrebentado no outro dia. Estamos casdos ainda , a mais de quarenta, pretendo estar a te a morte .

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Escrito por Anônimo

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melhor foda que eu tive