Trabalho em uma empresa com muitas mulheres e poucos homens, e os que tem são homossexuais. Sou aquele tipo de cara que é amigo de todos. Entrei lá namorando e logo terminei e comentei com um amigo que tinha terminado recentemente; ele armou um encontro para mim com uma amiga dele. Até o momento, eu era novo na empresa e passava despercebido, até que fiquei com essa primeira mulher. Ela tinha 32 anos linda loira aparentava ter muito menos que 32 e eu, no auge dos meus 21. ficamos juntos por algumas semanas, fazíamos sexo sempre que nos víamos, até que um dia o marido dela veio buscá-la. na porta do trabalho eu questionei-a sobre isso, e ela disse que achava que eu sabia. Para evitar problemas, por ser novo e a situação ser inédita para mim, decidi me afastar dela. Depois de um tempo, ela começou a falar de mim para as mulheres com quem trabalhava, e eu não sabia de nada. Começou a espalhar que eu era ótimo de cama e falava principalmente do meu pau, dizendo que era grande e que era difícil acreditar naquilo e no que eu fazia. Meu pau tem 22 cm, medindo de cima; se for medir de baixo para cima, como a maioria faz, dá muito mais, uns 27, facilmente. Até então, eu já tinha ficado com algumas mulheres da empresa, sempre mantendo a boa fama; uma passava para outra. Até que um dia a encarregada me notou. O nome dela era Brun4. Começamos a conversar, e ela veio com um papo de que estava solteira, que tinha terminado recentemente e me chamou para sair. Eu já estava ficando com outra pessoa e falei para ela que não sabia se iria. Ela olhou para mim e falou: “Ah, você vai sim”, com aquele olhar maldoso e um sorriso.
Fiquei sem reação porque ela era irresistível: uma morena baixinha, peitos médios e uma bunda grande linda, fora do comum. Aquelas que só de olhar você já fica louco de tesão.
Caiu a noite. Ela me chamou para sair. Ficamos na maior pegação. Ela era muito safada, fiz ela ficar com vontade de querer mais. No outro dia, como o esperado, recebi mensagem dela me chamando para ir à casa dela, pois um amigo gay nosso estaria lá. Ele é gente fina. Eles estavam bebendo, mas eu não. Conversamos, demos risadas, mas ele me chamou para conversar em particular e me alertou que ela ainda estava com o ex, coisa e tal. Perdi o interesse ali mesmo. Tinha dado certo o horário. Nosso amigo falou que ia embora. Para evitar aquele problema delicioso problema, falei que ia também.
Ela olhou para mim com aquele mesmo olhar de safada e disse: “Fica mais um pouquinho”. Eu não resisti. Assim que K4iqu3 foi embora, ela já veio para cima de mim, cheia de tesão, e eu, na defensiva, afastando ela
Até que chega o marido, pega a cena: ela em cima de mim. Ele já começa gritar e a falar alto com ela, puxa-a pelo braço e leva-a para fora para conversar.
Depois de tudo, ele ainda me ameaçou. Eu dei risada na cara dele. A gostosa entrou novamente para dentro de casa e tentou se explicar. Eu a interrompi com um beijo e falei: “Eu ia ir embora, mas agora vou dormir aqui com você.” Fiz questão de deixar minha moto onde ele conseguisse ver.
Pensei comigo mesmo: eu não ia comer, mas agora vou, só pelo desaforo.
Ela já foi me levando para o quarto e lá aconteceu de tudo. Foi o sexo mais gostoso da minha vida. Ela gozou várias vezes, teve até squirt (a ejaculação feminina) e pediu até pra mim comer o cuzinho dela. No outro dia, não foi nem trabalhar, disse que ainda estava de pernas bambas e que não conseguia tirar a noite anterior da cabeça. Sempre que ia fazer alguma coisa, se pegava pensando no sexo que fizemos.
E eu sumi, como sempre fazia, deixando elas vir atrás. “Esse é o meu segredo.”
Quando ela me viu no trabalho, tentou me agarrar lá mesmo, nem pensou nas câmeras e no problema que isso poderia causar. Eu a afastei e já fui questionando-a sobre ter me dito que era solteira e, de repente, o marido aparecer lá. Eu disse que só fiquei com ela naquele dia achando que ele poderia voltar e fazer algo com ela, e que eu a defenderia, pois não aceito esse tipo de coisa com uma mulher. Ela se desculpou, falou que o relacionamento já tinha esfriado e que não conseguia terminar porque ele era muito apegado a ela, coisa e tal, e que queria muito ficar comigo, mas se tivesse dito que era casada, eu não a querer ela.
E realmente eu não ia mesmo, apesar de ela ser uma delícia, uma tentação de mulher, e que fode melhor que muita puta por aí.
Fiz de conta que entendi o lado dela
Mas ela olhou para mim e começou a chorar, dizendo que eu não ia querer ficar mais com ela porque era casada. Consolei-a e disse que podíamos ser amigos. Ela disse que não queria só amizade.
No mesmo dia, estava chovendo muito e eu estava de moto. Ela perguntou se eu queria carona para casa com aquele mesmo sorriso maldoso que eu já conhecia. Aceitei e entrei no carro dela. Começamos a conversar sobre a situação e, do nada, já começou o sexo dentro do carro. Ela me levou para casa dela e lá continuou aquele sexo intenso, com adrenalina, que ele poderia chegar a qualquer momento.
Mas ela me explicou que eles tinham dado um tempo, que ele a perdoava e queria voltar com ela, mas ela não queria mais. Ele queria eu, mas eu já tinha outra pessoa e ela não sabia. Então, incentivei-a ficar com ele. Ela aceitou, mas só se eu continuasse com ela, sabendo que ela estava casada. Eu aceitei. Passado um tempo nesse caso de comer a casada, eu via que ela estava feliz, mas eu não, por estar enganando alguem.
Então, uma amiga dela me viu com outra pessoa e contou para ela. Ela ficou louca de ciúme e tirou satisfação comigo, perguntando por que eu estava com outra. Eu apenas dei um sorriso de canto e respondi: “Por que você está com ciúme, Brun4, se você é casada? Eu estou solteiro.” Ela ficou sem resposta e disse: “Mas você é meu.” Eu falei para ela que aquilo teria que acabar, pois ela era casada e para evitar problemas que a gente acabasse com aquilo e eu queria conhecer pessoas novas, e ela não ia gostar.
Ela me propôs um acordo: eu poderia ficar com quem quisesse, desde que continuasse comendo ela, mesmo sendo casada. Eu não resisti e aceitei. Hoje em dia, mantenho esse relacionamento com ela, apesar de também ser casado.
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