Eu confesso que não queria uma esposa puta. Não queria uma esposa depravada. Queria simplesmente um chifre. Ser corno de um cara que valorizasse minha esposa como mulher e desfrutasse de tudo de bom que ela é como mulher. Conheci um cara assim. Um cara que a amou. E um cara que ela gostou. Queria sentir a sensação de ver um cara comendo ela. Queria curtir o tesão de ver ela trepando com outro. Queria que um cara a visse de todas as maneiras – De saia e pernas abertas, só de calcinha, totalmente nua. Queria que ela visse outro home de várias maneiras – De cueca e o cacete duro. Totalmente nu, com a pica dura apontando para cima e pulsando de tesão. Tudo isso eu vi e gostei. Queria ver um cara alisando suas coxas, pegando na sua bunda, metendo o dedo na buceta. Vi e gostei. Queria ver um cara agarrando ela, encoxando, se esfregando. Queria ver um cara mamando nos peitos dela. Tudo isso eu vi e adorei. Queria ver ela chupando uma pica dura, o esperma escorrendo pelo queixo. Vi e curti. Queria vê-la beijando um cara na boca, chupando na língua. Queria ver ela fudendo, o cacetão duro entrando até os cunhão no bucetão dela. Vi de todos os ângulos. Vi ela tomando banho com o cara, um passando sabonete no outro, trepando debaixo do chuveiro. Queria que um cara comesse ele na minha cama, eu deitado junto, apreciando, escutando os gemidos. Vi e foi muito gostoso. Queria ser chamado de corno. Queria ouvir um cara me dizendo – Comí tua mulher. Meti a pica em tua esposa. Ouvi e fiquei cheio de tesão. Queria ouvir um cara falando pra outro, em minha frente, dizendo – Eu comi o cu da mulher dele. E dizer a outro, em minha presença – A mulher dele tem uma buceta arrochada muito gostosa. Queria escutara mulher ele falando pra outro, apontando para mim – A mulher dele chupou minha pica, eu gozei na boca dela. Eu consegui tudo isso. Levei um amigo que eu confio pra o amante de minha esposa contar pra ele como a conquistou, como cantou ela, e como tudo começou. Começou ele namorando minha cunhada que morava comigo, e minha esposa sentando mostrando a calcinha pra ele e ele fazendo questão que ela visse que ele tava com o pau duro. A cantada foi no quintal de casa, ele agarrando ela, beijando ela na boca e dizendo que queria ela. Ele contou pra ele, em minha frente, como gozou nas coxas dela dançando no clube. E teve um dia que estávamos numa festa, e uma amiga nossa me falou – Ilma tá lá fora, com Carlos, ele com o dedo na buceta dela e mamando nos peitos dela. Vamos comigo que eu mostro onde eles estão. Eu fui e fiquei olhando ele pegando na bunda dela, e esfregando o rolão muto duro o tabacão dela. Minha amiga perguntou – E aí, tá gostando de ver? É gostoso ser corno? Tu ficou de pau duro vendo tua mulher levar dedo na buceta? E disse – Adorei. Aí voltamos pra mesa e quando eles voltaram, ela perguntou pra ele – E aí, comeu a Ilma, ou vai comer mais tarde? Valdir tá chamando pra casa dele, pra tu comer ela na cama deles. Tu ainda tá de cacete duro, não é? Eu fiquei sorrindo e ele disse – A Ilma é gostosa demais. Me fez gozar. Estou todo melado. E aí fomos para nossa casa e ele montou nela logo no sofá. Tirou a calcinha dela,Deixou ela com a buceta de fora, botou a rola pra fora e empurrou-lhe pica no priquito. Foi um período de muita felicidade para nós três. Quse um ano de chifre. Eles amantes e eu curtindo as galhas com alegria e prazer. Foi como eu queria e sonhava. Hoje eu comento com ele tudo o que vivemos; E quando eu trepo com a minha mulher, ela geme dizendo o nome dele. Sou apaixonado. Amo-a intensamente e faria tudo outra vez. Sou corno. levei chifre e adorei.

