A empresa em que eu trabalho fechou um contrato em Caruaru, que fica a duas horas daqui de Recife.
Tenho ido lá com frequência por conta disso (2 vezes por semana) e é mais comum eu dormir por lá, porque estico mais o dia de trabalho e não volto cansado (vou e volto de carro) ou porque já fico para trabalhar dois dias seguidos. Por conta disso, tenho noites livres para fazer umas estripulias por lá.
Conheci PEDRO – nome fictício – quando precisei comprar algo na cidade e ele me atendeu. Um gay bem afeminado, branquinho de cabelos pretos, corpo normal e bem comunicativo. Por extrema coincidência, e foi somente isso mesmo, na semana seguinte eu fui jantar numa padaria e PEDRO estava lá. Dei carona a ele até perto da casa dele e trocamos nossos contatos. No outro dia já fomos direto para um motel.
PEDRO é passivo e eu adoro comer aquele rabinho empinado, ele se depila todo, peito, virilha, rabo, tudo, e ouvi-lo gemer feito uma putinha enquanto eu meto rola nele é sensacional. Mas ele tem 23 anos e tesão grande, por isso não estranhei quando ele me pediu para ele ser o ativo certo dia. O pau dele não é grande mas é grosso e sofri um pouco para levar no rabo, sem contar que a experiência dele de comedor era pouca. Ele me comeu e eu confesso que não aproveitei muito. Isso foi na primeira vez que ele me comeu.
Agora, vou chutar um número para dar uma ideia, a cada 2 ou 3 saídas da gente ele pede para me comer, PEDRO criou gosto de devastar um cuzinho e o melhor de tudo é que ele aprendeu direitinho e tem me comido cada vez melhor.
Quando ele quer, ele diz com o jeitinho bem feminino dele que “Hoje é dia de comedor virar a comida. Pode ser?” e atualmente já é direto: “dia de comida, posso?”. É claro que sim, pois não se nega comida para ninguém kkkkkkk
--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?



Que bom que ambos se entendem na cama e são versáteis!