Eu confesso que sempre me considerei heterosexual, pois desde menino só me interessava por garotas. Hoje tenho 32 anos, já tive várias namoradas e até cheguei a ficar noivo. Até que, no final do ano passado, aconteceu algo que transformou completamente a minha vida. Era uma tarde de Sábado e eu estava no Shopping Ipirapuera comprando alguns presentes de Natal, inclusive para a minha noiva, quando me deu vontade de tomar um café. Fui até um quiosque e enquanto aguardava para ser atendido, acabei puxando conversa com um senhor que estava ao meu lado. Ele retribuiu e em pouco tempo estávamos conversando e tomando café juntos. Ele disse tinha 65 anos, era separado e morava aí perto. Fisicamente ele era mais alto do que eu, grisalho, com pelos grisalhos no peito e nos braços, forte para a sua idade, e apenas com uma certa barriguinha. O papo estava tão bom que acabamos fazendo o restante de nossas compras juntos. Depois de algum tempo, decidimos tomar uma cerveja antes de ir embora, mas, como tudo estava lotado, ele me convidou para ir até o seu apartamento. Ao chegarmos lá, sentamos na sala e continuamos a conversar enquanto bebíamos. Foi aí que ele me contou que havia se separado há quase 5 anos e, desde então, não havia mantido qualquer relacionamento fixo. Como já estávamos bastante íntimos, perguntei-lhe se sentia muita falta de sexo e ele respondeu que sim, e muita. Ele disse ainda que, apesar da idade, era muito ativo e por isso tinha de se masturbar freqüentemente. Na mesma hora, senti um clima diferente, mas continuamos a conversar. O papo continuou a girar em torno de sexo e foi daí que ele me perguntou se eu já havia tido alguma experiência com um homem. Notei a malícia das suas palavras, mas respondi que nunca havia tido tal experiência, embora não tivesse preconceito. Então ele falou que, depois de sua separação, havia conhecido um rapaz com quem mantivera um rápido relacionamento. Nesse momento, notei que o seu pau estava duro como ferro e era tão grande que mal podia ser disfarçado dentro da calça. Curioso, perguntei quem era o “passivo”e ele me disse com tom resoluto: eu sou 100% ativo. Sentindo o meu indisfarçável interesse, ele se levantou, parou bem na minha frente e, com o pau totalmente duro dentro da calça, perguntou: quer experimentar? Um pouco constrangido eu respondi que sim e no mesmo instante ele abriu o zíper da calça e pôs para fora uma rola como eu nunca havia visto antes. Tinha uns 22 cm e ela era muito grossa, com a cabeça toda exposta e ainda mais grossa do que o restante. Estava toda melada e enquanto ele a aproximava do meu rosto, pude sentir como era forte o cheiro dela. Então ele foi aproximando o seu pau dos meus lábios enquanto sussurrava que eu seria a “sua mulherzinha” naquela noite. Concordei com a cabeça e em poucos segundos ele estava esfregando aquela imensa tora no meu rosto, no meu nariz, nos meus olhos, até chegar na minha boca, fazendo-me abocanhá-la até onde fosse possível, tamanha a sua grossura e comprimento. Depois de chupar muito e me acostumar com o dote daquele coroa, ele me pediu para ficar em pé e abaixou minha calça, virando-me de costas para ele, e passou a esfregar aquele pau gigante na minha bundinha virgem. Quando percebi que sua rola começava a forçar meu bumbum, disse a ele que era virgem, e que naquele dia eu não gostaria de ser penetrado, mas apenas de fazer umas brincadeiras, porque ainda precisava me acostumar com a idéia de ser comido por um pau daquele tamanho. Como homem experiente e maduro que era, ele compreendeu e ficou apenas me abraçando por trás e me chamando de “minha putinha”, “minha mulherzinha”, enquanto sua rola dura me cutucava o bumbum
e suas mãos me massageavam os mamilos. Depois de algum tempo ele me pôs sentado novamente no sofá e disse: quero gozar na sua boca. Então comecei a mamá-lo de novo até que, em poucos minutos, senti um jato quente, com gosto muito forte, inundando a minha boca. Esperei ele terminar e ameacei cuspir, mas ele me segurou pela cabeça e disse que deveria engolir tudo. Aquela sensação de submissão me deu um tesão incrível e eu engoli com satisfação toda a porra daquele coroa mandão e sacana. No final, ele ainda esfregou o pau todo melecado no meu rosto e me fez limpá-lo com a boca até que não sobrasse nenhum vestígio daquele leite grosso e salgado. Depois disso, ficamos mais algum tempo nos curtindo e acabei dormindo na cama dele. No dia seguinte, ele acabou me comendo de todas as maneiras e me deixando ardido quase por uma semana. Ficamos amigos e passamos a nos encontrar com frequência, sendo que, a cada encontro, eu me tornava mais submisso e mais feminino para ele, usando lingeries e atendendo a todos os fetiches do meu macho. Depois de seis meses nessa doce aventura, decidi romper meu noivado e ir morar definitivamente com aquele coroa safado, com quem estou até hoje. Sinto que essa foi uma decisão acertada e me
realizo plenamente sendo a sua mulherzinha.


Tu podes ser bissex!