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AMOAMO

O cuzinho da ex a gente nunca esquece

Namorei por muitos anos com uma moça evangélica. No começo, era aquela menina recatada, inocente, de família, namoro de porta. Eu não imaginava a safada que habitava naquele corpo. Depois de um certo tempo, começamos a esquentar nosso namoro. Amassava aquela bunda redondinha, aqueles peitonhos empinados e durinhos. Samara era bem branquinha e cacheada, lindos olhos castanhos. Gemia baixinho quando se excitava e logo parava com medo da mãe aparecer. As coisas foram avançando e comecei a chupar aqueles peitos macios. Ela se contorcia de tesao quando eu caía de boca nos seus peitos. A gente só se via aos finais de semana, porque ela era estudante universitária, cursava farmácia. Aos poucos fui conhecendo a safada que estava por trás daquela menina inocente. Já acariciava sua buceta por cima da calcinha e ela começava a pegar no meu pau grosso, ainda por cima da cueca. Um dia resolvi acariciar seu grelinho duro. Sua bucetinha Virgem estava babando, deixando a calcinha toda melada. Arrisquei ainda mais e coloquei minha rola pra fora. Quando passei na nuceta dela, Samara se transformou numa verdadeira puta. Gemia sem parar e esfregando a buceta no meu pau. Roçou tanto que gozou, deixando meu pau todo melado. Em seguida, começou a bater uma punheta com muita vontade. Nunca havia segurado meu pau com tanto prazer. Foi muito gostoso. Depois desse dia, começamos a masturbar um ao outro com frequência. Até que um dia estávamos a sós e ela caiu de boca na minha pica. Ela dizia que nunca havia mamado num pau, mas chupou com tanta habilidade que eu enlouqueci. Chupava e me masturbava, batia com o pau no rosto. Era uma boqueteira profissional. O tempo passou e a gente já estava habituado com nossas safadezas. Um dia estávamos num hotel e ela ficou de quatro pra mim. Pedi a ela o cuzinho e ela disse que não, porque tinha medo e não ia aguentar a grossura do meu pau no seu cuzinho. Não insisti. Até que um dia, ela estava rebolando no meu pau, e deixou ele todo melado. Resolvi encostar a cabeça no cuzinho dela. Ela começou rebolar e gemer tão alto, que fui a loucura. O melhor ainda estava por vir. Samara empurrou a bunda pra trás e num passe de mágica, meu pau foi engolido pelo seu cuzinho. Entrou tão macio, era apertadinho, mas a facilidade foi tão grande que hoje tenho certeza que ela já estava dando aquele cuzinho pra outro. Ela rebolou tanto e pedia pra eu não parar de meter, até que ela gozou. Depois disse que estava tudo errado, não deveria ter feito aquilo, se sentia arrombada. Mas estava feliz. Outro dia pedi o cuzinho dela, mas ela negou de novo. Até que um dia estávamos no mesmo hotel e ela abriu a bolsa. Tinha vários sachês de lubrificante e ela disse que havia ganhado de um representante comercial na farmácia onde trabalhava. Pediu pra eu lambuzar meu pau. Eu fiz. Ela pegou mais um sachê e lambuzou o cuzinho. Ficou de quatro e disse que queria que ir eu massageasse seu cuzinho com a cabeça da minha rola. Encostei e ela começou rebolar. Estava com a cara mais safada do mundo! Aos poucos, o cuzinho dela começou engolir meu pau. Engolia devagar, mas sem nenhuma dificuldade. Ela começou empurrar a bunda no meu pau. Entrava e saía e eu via aquele cu guloso sendo fodido com tanta facilidade pelo meu pau grosso. Samara estava transformada, estava adorando dar o cu é isso me deixava louco. Enchi aquele cuzinho de porra quentinha. Depois ficamos deitados e quando meu pau subiu, ela pediu pra foder embaixo do chuveiro. Deu o cu outra vez. Estava viciada em dar o cu. Hoje tenho certeza que ela dava o cu no trabalho pra todos os caras que trabalhavam lá, afinal, ela era a única mulher lá. Ganhou um aumento significativo do patrão, conseguiu vários contratos de novos produtos com representantes comerciais de outras marcas, e continuou ganhando lubrificante íntimo do amigo. Hoje não estou mais com ela, mas sinto saudades daquele cu guloso. Tenho vontade de rever aquela safada, foder aquele cuzinho guloso. Minha vontade é fazer um menage com ela. Ver ela sendo duplamente penetrada e depois gozar na cara daquela safada. Enfim, na primeira oportunidade que eu ter, vou foder minha putinha safada.

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Escrito por Byron

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5 Comentários

  1. Eu discordo da sua visão em relação a ela, não é por que ela gostava de anal, que ela era puta, entenda que isso foi uma coisa que vc conquisrou, pois vc conseguia deixá-la tão excitada que facilitava a penetração.
    Agora eu não entendo o por que vc acha que hj ela deixar vc realizar a fantasia. O pq vc não propôs isso na época que estavam juntos? Ou propõe a sia atual parceira?
    Eu mesmo respondo, pq isso só é possível com outras mulheres jamais aceitaria isso com a sua parceira atual, né;!!!

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