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O dia do meu assassinato.

Eu confesso que sou incapaz de superar o que vivi a trinta e dois anos atras quando tinha 13 anos. Tentei a vida toda resolver isso que está colado ma minha pele nos meus pensamentos cotidianos, na minha vontade de suicídio cotidiana, mas não consigo e sofro as consequencias desse trauma imenso ainda hoje pois isso destruiu meu casaento minha vida profissional, minha alegria e vontade de vivier. Quando era garoto, fui muitas vezes abusado por outros garotos da vizinhança onde morava. Eles me chantageavam sob pretexto que se eu não fizesse o que eles queriam contariam tudo a meu pai. Sabendo que meu pai era muito severo tinha medo e ficava acuado. Mas essa situação me destruia e ficava cada vez mais insuportável. Foi quando um dia resolvi falar com minha mãe perguntando-lhe se podia confiar algo ao meu pai. Sua resposta foi categórica: meu querido você pode dizer tudo ao teu pai ele está aqui para te ajudar e dar apoio. Fiquei muito esperançoso e contente de poder finalmente contar copm alguém para me proteger e me resgatar dessa situação. Então, surgiu a “oportunidade” de me “alforriar” da minha prisão. Fiu ameaçado e rejeitei as exigências, briguei para me defender, e saí vitorioso, un dos garotos saiu e foi fazer seu relatório ao meu pai, e eu fui atras tranquilo sabendo que tudo ia dar certo. quando cheguei na presença do meu pai ele estava no portão de casa e me perguntou se tudo o que ele havia ouvido era verdade. Eu, deduzindo o teor de tal relato feito pela garoto, respondi “SIM”. E meu irão mais velho me disseram para entrar com eles e ir até o meu quarto. La eles fecharam a porta do quarto e sem a menor pergunto sem querer saber o menor porque, sem me dar a menor chance de me explicar, Começaram a, LITERALMENTE me espancar, me dizendo coisas hirríveis de se ecutar. “Você não merece vivier!” “Você é uma imundice, menor que um verme.” “Você jogou a honra da familia na lama.” Durante um longo tempo eu recebi pancadas e insultos dos piores da parte daquele que eu pensava ser o meu “salvador” aquele em quem ,segundo a minha mãe, eu podia confiar, meu pai. Eles me fizeram fazer um relato detalhado de tudo o que se passava entre os garotos que me abusaram e isso sob ameaça de surras. E a cada vez que eu dizia algo apanhava ainda mais. Depois, a um determinado momento, meu pai saiu do quarto gritando pela casa toda “EU NÃO TENHO MAIS FILHO” enquento meu irmão, de 19 anos, permaneceu no quarto comigo, me dizendo um monte de asneiras e me ameaçando de várias formas. Meu pai voltou para o quarto e quando ele abriu a porta tinha uma faca de cozinha nas mãos. Vendo aquilo eu me precipitei à janela tentando abri-la para escapar. Mas antes de conseguir abrir a janela, meu irão me agarrou os tornoselos e me puxou para tras. Eu cai de bruços sobre minha cama e eu senti meu pai me pegar pelos ombros. e nesse momento de extremo choque, eu tive um sentimento que poucas pessoas podem experimentar. Tive a certesa de que ir ser assassinado pelo próprio pai. Depois ele pe pôs sentado com muita dificuldade pois eu estava em estado de choque e meu corpo estava numa espécie de tetania. Eu não controlava mais meus movimentos, meus músculos todos estavam contraídos. Ele me fez a todo custo segurar a faca contra meu peito gritando junto com meu irmão, se for para você ser um viado então agora você vai se matar, eu prefiro te ver morto. Eu tinha aquela faca contra meu peito, nas minhas mãos tendo que enfia-la por ordem do meu pai e meu irmão… depois ainda se passaram muitas coisas horríveis e eu fiquei como um legume subletido a tudo aquilo que se passava, mas meu espírito estava já muito longe, se ufanizando dessa situação aberrante. quando enfin tudo terminou e a porta do quarto se abriu de novo, minha irão foi a única pessoa que entrou nesse quarto, com um olhar cheio de revolta voltado apar o chão e sem dizer uma palavra, atravessou o quarto, veio até a cama, sentou-se do meu lado e sem dizer uma só palavra, me pegou em seus braços e me abraçou com muito força. Nesse momento eu tive como que a sensação de recobrar minha consciência e comecei a chorar nos seu braços. Hoje eu tenho 45 anos, meu casamento está acabado pois eu sou um fardo muito pesado para minha esposa que não aguenta mais tanto sofrimento. Isso me causa uma dor imensa pois eu me sinto abando nado mais uma vez. E me sentido muito só pois minha irmã que tornou-se minha única família, faleceu em 2005 de um cancer. Desde então eu, que já vivia uma vida muito vulnerável, agora estou perdendo a sentido de tudo, mesmo tendo uma pequena e maravilhosa filhe, não consigo mais encontrar um fio condutor que me dê um motivo para continuar nesse mundo. Está senso muito difícil evitrar o pior. Eu sou vulnerável, sofro de complexo de inferioridade, tenho medo de tudo e de todos, não consigo avançar na vida, não consigo impor respeito, as pessoas em geral abusam da minha boa vontade que se traduz por uma vontade exacerbada de me sentir amado por todos. E agora quela que era tudo pra mim me deixa. Não posso responsabiliza-la pois se ela é infeliz comigo não seria justo para ela de continuar comigo. Porém eu me sinto abandonado… …mais uma vez.
O que é ser feliz?

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Escrito por Anônimo

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