devo dizer, logo aqui, com essas palavras, que sou uma pessoa estremamente vazia e sem personalidade. Roubaram-me o riso, ficou os esgares pálidos e sem expressão; roubaram-me a vida, ficou o vazio tedioso, de uma forma quase parecida com o final de tarde cinzento. Quero paz, quero que digam: oi tudo bem? roubaram-me o meu eu; eu sou apenas uma alma sem vida, com esses sentimentos lugubres, insipidos. O final de tarde é muito melancolico, deprimente, misterioso. Eu estou nele.

