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O GREMISTA ME COMEU

De cara, já o achei atraente: era um negro muito bonito e bem alto, chamado Antônio. Tinha, por baixo, 1,90m. Claro que não pude deixar de notar o volume na calça dele, quando fui entrar no quarto, o negão me agarrou por trás, estava nu, com o pau duro como pedra. Disse em meu ouvido: “Você tem uma bunda muito gostosa” e encostou o seu pirocão nela.

Beijando minhas costas, começou a acelerar os movimentos. Eu estava com a cara enfiada no travesseiro, só gemendo, esperando ele gozar logo para o meu martírio acabar. De tanto ele estocar o pau, meu ânus amorteceu, já não doía mais, apenas latejava, então parei de gemer. Com o silêncio, ele começou a socar com toda força e velocidade, suas bolas batiam forte na minha xota. Minha bunda começou a arder. Naquele momento, senti que iria me arreganhar pra valer. Ele ficou bombando com aquela força por mais uns minutos, beijando meu cangote. Vi que estava próximo do gozo. Falou no meu ouvido “Ah! Que delícia de cuzinho, Que cuzinho apertadinho você tem! Vou gozar, vou te encher de porra  Vou inundar esse cuzinho”. Comecei a sentir o esperma quente me inundando… Uma, duas, três, quatro, cinco golfadas de porra… As estocadas foram diminuindo até parar totalmente. Ele continuou enterrado em meu cuzinho, beijando minha nuca e minha boca.

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Escrito por andrericardo0

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