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O meu legado para o mundo.

Essa vai ser a única auto-biografia que eu farei na vida.

Vamos ir do começo, a minha história se inicia a partir dos meus 4 anos.
A minha mãe estava trabalhando e eu estava com meu pai e minha irmã na minha casa, quando eu ouvi um barulho e achei que era minha mãe, aí eu sai correndo para a porta só que o meu gato passou na minha frente e eu esbarrei nele e cai de testa em uma quina lapidada, resultado, acabei com minha testa aberta com um corte passando ela e sangrando muito, meu pai desesperado colocou uma toalha na minha cabeça e saiu na rua procurando alguém com um carro para me levar no hospital, e ele encontrou o cara que eu nunca vou esquecer, o nome dele era pity ou piti, ele e meu pai me levaram para o hospital.
Chegando no hospital o médico fez questão de fazer os pontos sem anestesia, eu ainda me lembro um pouco da dor, depois disso eu fiquei de repouso no hospital por 1 dia, e só me lembro depois disso de ler um livro do bambi no hospital, aí eu fui para minha casa.

Capítulo 2

Entre os meus 6 e 12 anos que eu passei na escola foi um puro inferno, eu sempre fui muito bem educado, e tinha o cabelo grende, e sempre as meninas gostavam de ficar comigo, e eu acho que por isso os outros muleques implicavam comigo sempre, me zoavam, me batiam, já chegaram a me derrubar no chão e pisar na minha cabeça, e eu nunca reagi, eu até hoje nunca me perdôo de não ter reagido, mas eu lembro da primeira vez que eu briguei, na 6° serie um garoto chamado Lincoln ficou me zoando aí eu não aguentei e fui pra cima dele, até hoje lembro da sensação de bater em alguém e como é bom, depois desse dia eu nunca mais arredei o pé de uma briga e todos pararam de mexer comigo.

Capítulo 3

Nos meus 13 anos eu me mudei de cidade com minha família, no primeiro dia de mudança eu fiquei sozinho com a minha irmã na nova casa, meu pai falou para eu ir no mercado comprar coisas para nós comer e no caminho da volta do mercado eu me perdi, eum não sabia em qual rua entrar para minha casa e acho que fui em uns 2 quarteirões errados até conseguir achar minha casa.
Depois de terminarmos a mudança eu continuei na minha antiga escola, e lá eu conheci a Sílvia, uma garota de 18 anos que jogava vôlei comigo, antes do meu pai me buscar na escola eu ficava na casa de um amigo, que era do lado da casa da silvia e eu aproveitava e ficava com ela, chego uma hora que eu era quase que o padre dela porque ela desabafava tudo comigo, sobre a mãe dela e a vida, e nosso nível de amizade chegou no máximo no dia em que ela me beijou e foi o meu primeiro beijo, e foi lindo, daí em diante eu beijei ela mais umas 5 vezes pois eu mudei para uma escola perto da minha casa na cidade para onde eu mudei, e aí eu parei de falar com ela e acabou que ela teve um filho com outro cara, (eu dou graças a Deus que não foi comigo).
Agora nesse mesmo tempo que eu estava com a Sílvia, tinha a minha vizinha da minha nova casa, o nome dela era Sabrine, ela tinha um irmão chamado Lucas, outro chamado Ericles, e outra chamada Caroline.
E eu gostava dela, só que ela era muito evasiva e se escondia atrás de uma capa de que tudo para ela era zoeira, então nunca tive coragem de falar desse papo com ela.
Mas pela força do destino, eu e minha irmã fomos dormir na casa dela quando os pais dela saíram, e depois de um tempo nós fomos brincar de verdade ou desafio, e o irmão dela desafiou ela a me beijar, e esse foi o único Beijo que eu tive dela até hoje, mas me lembro como se fosse ontem.

Capítulo 4

No final do ano meu pai vendeu o nosso carro e comprou uma lanchonete e um lava-rápido, resumo, eu comecei a ajudar ele no lava, e nessa lanchonete meu pai foi fazendo amigos, alguns deles foram se afastando e outrose ficaram até o fim, vou começar pelo Dennis, bom ele era um homem bem alto com 1.90 de altura, mas parecia uma alma perdida sem saber o que fazer, pois ficava falando que era meu tio e me dava um monte de Abraços, até hoje quando eu encontro com ele ele me da um abraço.
Ele tinha a esposa dele a Simone, que eu sempre achei muito gostosa mas tinha vergonha de olhar para os peitos dela porque achava que ela poderia me ver olhando para ela, e tinha a filha da Simone a Rayssa, que não era filha do Dennis, ela era 1 ou 2 anos mais nova que eu, e era muito linda, ela foi algumas vezes na minha casa e isso aumentou nosso vínculo, tanto de que aconteceu o mesmo que a Sílvia, ela se abria para mim, e um dia eu fui dormir na casa dela, e achei que ia acontecer aquilo lá, e eu sei que ela queria, mas abria lentes disso nós fomos no mercado comprar as coisas para a janta, e no caminho ela me contou uma coisa que fez eu parar de olhar para ela com amor e ver só como amizade verdadeira, eu não vou contar tudo mas resumindo tem haver com o vô dela, ela e com eles sozinhos e depois polícia nele e uma psicóloga para ela.

Capítulo 5

Nos meus 15 anos meu pai fechou o lava e ficou apenas com a lanchonete, e eu que tomava conta de dia e de noite também, pois ela era 24hrs.
E no ano inteiro não aconteceu nada de relevante, só em setembro que aconteceu algo extraordinário.
Eu tava de dia na lanchonete com meu pai quando chegaram 3 garotas, garotas é relativo, pois uma tinha 24 a outra 19 e a outra não sei, é começaram a jogar sinuca e ouvir música e beber com meu pai, e eu fui embora para minha casa jogar, nisso eu voltei só de noite para pegar um refrigerante, e quando eu entrei na lanchonete a Fernanda de 24 anos veio pra cima de mim e começou a me beijar sem parar, e quando eu digo sem parar é sem parar mesmo, aí ela pediu pra eu jogar com ela a sinuca, e eu fui né, e meu pai e minha mãe só olhando, aí numa parte do jogo ela me perguntou se eu era virgem, e eu falei que era, aí ela falou que podia me ajudar nisso, só que eu recusei de primeira, e ela ficou insistindo, falou pro meu pai que eu era gay, até que eu aceitei e nós fomos para o banheiro, e é incrível o que deu para fazer num espaço tão pequeno, e nessa noite eu perdi minha virgindade.
No final ela foi embora e agora ela vem aqui na lanchonete e fingi que nada aconteceu.

Epílogo

Bom eu quis contar minha adolescência que eu acho que foi a parte da minha vida que mais me rendeu acontecimentos, e espero que pelo menos vocês que terminaram de ler acreditem em cada palavra que eu escrevi.

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Escrito por Anônimo

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