em

O muro das delícias

Olá! Me chamo Amaro. Moro numa vila de casas. Sou casado, tenho 27 anos e trabalho pela Internet. Já tem uns dois anos que eu como a minha vizinha, também casada. A casa dela é parede com a minha. Minha área de serviço fica nos fundos, separada apenas por um muro de dois metros da área da minha comidinha. Tudo aconteceu quando num Domingo eu estava instalando uma lâmpada de LED com sensor de presença na área. Minha vizinha estava estendendo algumas peças íntimas e eu fiz questão de dar aquela olhada maliciosa. Ela demonstrou ter gostado, soltando um sorriso bem convidativo. Ela estava de shortinho coladinho e uma camisa meio larga que insinuava os seus seios bem robustos. Ela tem 23 anos. Eu já fiquei de pau duro no mesmo instante. Minha esposa chegou na area, falando comigo, perguntando se eu estava conseguindo. Ela não tinha como ver a vizinha. Mas a safada me tirou o fôlego quando, só pra me provocar, se abaixou DAQUELE JEITO, pra pegar outra calcinha no balde, com aquela jun do virada pra mim. Quase caí da escada kkkkk. Minha esposa chegou a se assustar, tendo ficado bem preocupada. Obviamente, eu percebi que aquela putinha já estava na mão. Era só questão de tempo. O resto do meu Domingo foi só fantasiando com ela. Cheguei a bater uma deliciosa no banheiro. Mas nem cheguei a imaginar de comer a morena em sua própria casa. Pois bem… no dia seguinte, lá pelas nove da manhã, eu trabalhava na Internet, cuidando das atualizações da página, quando ouvíamos três batidinhas na parede. Na hora eu nem maudei. Mas as batidinhas se repetiram. Eu fiquei curioso. Então resolvi dar três batidinhas também. Fiquei um tempo tentando entender, mas as batidinhas cessaram. Voltei a me sentar diante do monitor. Pouco tempo depois… novamente três batidinhas. Só que dessa vez o som vinha da área e não da sala. Então eu fui até lá e dei três batidinhas também, que foram imediatamente retribuídas. Nisso eu me dependurei no muro pra ver. Era ela, com uma cara de safada de levantar defunto. Na mesma hora eu pulei o muro e parti com tudo pra cima, já rebocando ela pra dentro. Minha esposa só voltaria da faculdade por volta das 13. Eu fiquei tão tarado que nem pensei em camisinha nem porra nenhuma e já fui chupando os peitos, ajeitando o shortinho largo que a safada botou pra mim, o que confessou mais tarde… Escorei ela na pia e sentei a vara com raiva na vadia deliciosa. Estava tão quente e gostosa e molhada aquela bucetinha, que acabei gostando em menos de um minuto. Mas continuei bombando com ela de costas, apalpando os seios. Levei uns cinco minutos metendo até a piranha dizer no meu ouvido que iria gozar. Meu pau nem chegou a amolecer na metida, de tão bom que estava… o sonho de consumo de qualquer moleque piranha. Ela nem tinha terminado de gozar, gemendo baixinho no meu ouvido, e lá estava eu de novo leitando a levadinha, com a gente se beijando de um jeito que eu nem me lembrava como era. Eu juro que daria mais umas duas fodas nela, se não fosse o celular dela tocar. Ela disse pra eu ir embora. Disse que outro dia teria mais… Pois é! Vida difícil! Já perdi as contas de quantas vezes fudemos. De todas as formas possíveis. E por mais incrível que possa parecer, quanto mais a gente fode, mais intensa é a minha foda com minha esposa.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Eu e meu primo trancamos na piscina

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Queremos uma rola bem grande e grossa, negra ou branca.