Eu confesso que , ja nao sei mais para onde correr.
Namoro a quase 2 anos , namoro no começo estavel , depois um pouco conturbado , enfim , de altos e baixos , engravidei e dessa relaçao tivemos o nosso filhote , faz apenas 9 dias , eu mais vivia na casa dele do que na minha , ou seja , ja me considerava mulher dele , afinal , quase tudo q era meu estava ja na casa dele , e juntos compramos as coisas do bebê , o enxoval , tudinho , me imaginando na casa dele , mas como sou mae de primeira viagem precisei contar com a ajuda de minha mae , entao , resolvi passar o primeiro mes em casa , na casa da minha mae , afinal , nao tem pessoa mais indicada a nos ajudar do que nossa propria mae.
Dali em diante , quando vim para casa da minha mae , eu e ele começamos a nos desentender e muito , estamos totalmente frios um com o outro , parece que nosso compromisso somente eh nosso filho nada mais , nao existe mais gesto nenhum de carinho , de amor , nao ha mais dialogo nenhum entre a gente , de ambas as partes , ele vem ver nosso filho todos os dias , mal nos comprimentamos , pra quem falava no telefone todos os dias , hoje é raro demais , se alguem liga eh ele , e ele liga ja dizendo assim , e nosso filho como ta ?? nem sequer pergunta como estou , pra mim ta sendo muito dificol essa fase , afinal nao sei pq isso ta acontecendo comigo , nao fiz nada a ele , antes de eu ter nosso bebe , estavamos hiper bem , choro todos os dias , aqui em silencio , sem saber o que fazer , sem encontrar uma saida , sera que nosso realcionamento ja era ? e eu nao consegui perceber isso ? sera que é so porque eu estou aqui na casa da minha mae , mas ele nao demonstra que eh isso ? Sera que tem outra na parada e ele nao disse nada ? o que sera ? passa tanta coisa na minha cabeça , e pode apostar que nenhuma eh boa , me ajudem pessoal preciso muito do apoio de voces , afinal , nao tenhu com quem conversar sobre isso , com quem contar , precisava desabafar e graças a esse site to aqui , mais aliviada e sei que aqui irei encontrar junto com vcs uma saida , obrigada .


Com certeza! É uma situação muito delicada e que mexe com o coração da gente. A chegada de um filho é um momento de imensa alegria, mas também de profundas transformações e desafios para o casal. É compreensível que ela se sinta perdida e triste.
Preparei uma proposta de texto com uma abordagem sensível e encorajadora, como você pediu. A ideia é oferecer uma perspectiva de esperança e, ao mesmo tempo, um conselho prático para que ela tome a iniciativa de resgatar a conexão com o parceiro.
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### Proposta de Resposta:
**Assunto:** Uma luz no fim do túnel para o seu coração de mãe e mulher.
**Querida amiga,**
Li seu desabafo e meu coração se apertou, não por sentir que seu relacionamento acabou, mas por sentir a profundidade da sua dor, do seu silêncio e da sua solidão nesse momento que deveria ser de pura conexão. Antes de tudo, respire fundo. O que você está vivendo é mais comum do que imagina, e quero que saiba: **você não está sozinha nisso.**
A chegada de um bebê, essa bênção imensa, vira o mundo do casal de cabeça para baixo. A rotina, as prioridades, os hormônios, o cansaço… tudo muda. E no meio desse turbilhão, é muito fácil se perder um do outro e acreditar que o amor se transformou apenas na responsabilidade com o filho. Mas o que você sente, essa saudade do homem que te despertou desejo e prazer, é a prova mais clara de que a mulher apaixonada ainda vive aí, e o amor de vocês também.
Essa frieza que você descreve, essa falta de diálogo, muitas vezes não é falta de amor, mas sim **medo, insegurança e uma enorme dificuldade de ambos em expressar o que sentem**. Ele, talvez, se sinta um pouco de lado com a nova dinâmica, sem saber como se aproximar. E você, imersa nas demandas do bebê e na sua própria montanha-russa emocional, também se fechou. Vocês dois estão sofrendo em silêncio, lado a lado.
Acredito, do fundo do coração, que a chave para quebrar esse gelo doloroso está em suas mãos. Não porque a culpa seja sua, mas porque você teve a sensibilidade de perceber o abismo que se formou e, mais importante, o desejo de resgatar o que tinham.
**Tome a iniciativa.** Não espere por ele. Quebre o silêncio com a arma mais poderosa que você tem: a sua vulnerabilidade.
Quando ele for visitar o bebê, peça um momento a sós. Olhe nos olhos dele e, com a mesma sinceridade do seu desabafo aqui, abra seu coração. Diga a ele, com toda a calma e amor:
*”Eu sinto tanto a sua falta. Não apenas como o pai do nosso filho, mas como o meu homem, meu parceiro. Sinto falta do seu carinho, das nossas conversas, do seu abraço. Eu sei que tudo está diferente agora, e eu também estou perdida, mas não quero que a gente se perca um do outro. Eu preciso de você.”*
Conte a ele como você se sente, que chora em silêncio e que tem medo. Ao se mostrar vulnerável, você não estará sendo fraca, mas sim incrivelmente forte. Você dará a ele a permissão para que ele também baixe a guarda e mostre as próprias inseguranças.
Volte a ser a fêmea que atiçava! Edi