em

O que será da minha vida parte 2 – Acho que não tem mais como escapar

Faz apenas uma semana que resolvi desabafar aqui e adorei pelos comentários até certo ponto otmistas e descontraídas o que trouxe uma leveza para meu drama.
Fazia apenas 3 dias que cheguei ao Rio e em plena madrugada de quarta-feira chega uma mensagem no meu whatsApp.
Eu confesso que Valmir havia mandado eu passar meu contato pra ele antes de eu ir embora do seu apartamento.
Eu fiquei com vergonha de contar isso aqui, pois como eu poderia estar pedindo ajuda aos leitores para saber se devia ou não assumir que havia me entregado a Valmir com luxúria e tinha adorado tudo ou seguir em frente e igmorar tudo que ele havia feito comigo e levar uma vida como um hetero normal?
Ninguém entenderia minha dúvida se soubesse que eu havia dado meu contato para ele. O que pensariam de mim? Com certeza que eu estaria esperando receber uma mensagem do homem que me comeu.
Eu estava decepcionado comigo mesmo por ter permitido aquilo, mas ao mesmo tempo passei os dias seguintes ansioso por um contato dele, eu confesso.
Cheguei a fazer o impensável nesta angustiante espera. Peguei o cabo de uma escova de cabelo, lubrifiquei com um pouco de creme de cabelo e enfiei tudo no meu cú pensando naquele desgraçado e gozei como naquele dia, sem tocar no pau.
Eu após isso, arrependido, desejei nuncamais vê-lo, mas o destino conspirou contra mim e por volta das 11:00h da noite, recibe sua mensagem, dizendo que queria me ver e estária vindo pro Rio na sexta a noite e perguntou se eu poderia recepicioná-lo no aeroporto.
Não queria, mas balancei por dentro e depois de muita conversa acabei me compromentendo.
Fiquei arrependido mas ao mesmo tempo ansioso até a sexta-feia e como havia me comprometido a buscá-lo, mesmo que em dúvida, no final resolvi cumprir o combinado.
Voltei calado para o meu apartamento enquanto ele estava eufórico e falante.
Não sabia como agir diante de Valmir e assim que entramos no apartamento ele ja foi lascando um tapa na minha bunda que eu cheguei a ir pra frente.
Não sabia mesmo como agir e apenas fiquei calado. Ele então pediu pra ir ao banheiro e eu indiquei o caminho.
Fiquei ouvindo aquele barulho típico de homem mijando no vaso sanitário. Bem diferente dre quando eu uso o vaso.
O barulho era incrível. mas também, aquele mangueirão grosos que ele tem entre as pernas deve sair rios de urino por segundo.
Ouvi a descarga e sai do transe. Ele veio pediu alguma coisa pra beber. Por sorte tinha ainda umas cervejas  na geladeira. Ele tomou umas duas e ficou me olhando. Eu desviava o olhar sem graça e nada falava.
Valmir terminou a segunda cerveja e pediu para tomar um banho e disse pra eu levar uma toalha pra ele.
Ele entrou, ligou o chuveiro e eu levei a toalha pra ele. Quando entrei no banheiro ele lavava aquele pau olhando pra mim e balançando ele.
Estavamuito grande, embora não totalmente duro. Mas já dava pra ver sua intensão.
Valmir abriu o box e disse pra eu entrar com ele. Eu disse que já tinha tomado banho,mas ele não aceitouna recusa.
Tirei a roupa receoso e entrei tímido no box. Estava diante daquele homem que tinha me comido não havia uma semana.
Estava realmente muito intimidado. Ele então ofereceu o pau pra eu pegar. Eu sabia que meu comportamento tinha dado toda confiança que ele precisava desde de nossa conversa na quarta-feira. Não tinha o que eu fazer a não ser me comportar mais uma vez como a parte passiva da relação sexual que ia acontecer.
Peguei naquele pau emais um vez minha vontade começava a ser minada. Ele realmente me provocava sensações estranhas de submissão e mexia com a minha libído.
Eu segurava apenas, mas a sensação gostosa de ter a mão preenchida por aquele pau imenso logo me forçou a começar um movimento de punheta nele.
Confesso que é uma emoção diferente ver a cabeça do pau de Valmir saltar pra fora da pele enquanto eu bato punheta no pau dele.
Não tem como não se impressionar com o pau de Valmir, não tem como não se curvar a toda aquela virilidade  de macho, não tem como não desejar ter sua potência dentro do nosso corpo, seja na boca ou no rabo.
Enquanto penso em ter o pau dele na minha boca, ele já está alisando minha bnda com suas mãos grandes.
Assim que o sinto apertando e abrindo uma das bandas, meu cú começa aquela piscadinha timida, mas já senti aproximidade de receber seu pau dentro dele.
Ate que a agua escorre por meu rego e passa suave po cima da entradinha do meu cuzinho pulsante.
Valmir atrevido como é, o toca com seu dedo e sentido piscar, aproveita e me penetra um pouco.
Meu cuzinho morde seu dedo e ele tira rapidamente e o ensaliva e retorna para deslizá-lo até o fim dentro do meu cú.
Eu aprerto seu dedo varias vezes de tanto tesão. Valmir brinca, brinca, brinca dentro de mim emexe aquele dedo tocando lugares sensíveis que arrancam os primeiro gemidos de mim.
Eu sou levado a rebolar  naquele dedo saliente e o desgraçado me deixou louco pra chupar aquele pau, o que faço em seguida , me curvando para alcançar abocanhar de forma faminta aquele jeba já fazendo uma curva de tão duro que tava.
Nosa como eu tinha pensado naquele pau durante a semana toda e acabei percebendo que eu estava com tanta saudade, que me atraquei a ele como se não fosse ter ele nunca mais na minha vida.
Paguei foi um belo boquete que levou Valmir a gozar dentro da minha boca. Fquei envergonhado por ter engasgado com o primeiro jato que foi bem no fundo da garganta e deve ter entrado onde não devia.
Engasguei feio, o que quebrou um pouco o clima que deveria ter seguido, mas até que eu me recuperasse de fato, Valmir deu um tempo.
Meia hora aproximadamente, Valmir vendo que eu já tinha me recuperado totalemtne, me arratou pro quarto.
Eu não tenho cama de casal, minha cama é de solteiro. Valmir deitou e mandou eu chupar seu pau. Eu obedeci e enquanto chupava ele me elogiava, alisava meus cabelos e seu pau rapidamente estava explodindo.
Ele pediu pra eu parar e sentar no seu pau. Me posicionei por cima dele e comecei a sentar, mas pedi pra ele se eu podia lubrificar um pouco a entrada.
Ele levou a mão a boca e cuspiu nos dedos e os levou ao meu cú e o besuntou de saliva.
Não era bem isso que eu considerava lubrificar, mas estava tão gostoso que nem deu pra reclamar.O cú piscava tanto que a vontade que eu tinha era de nem esperar ele liberar pra sentar e engolir aquele pau.
Quando ele tirou a maão do meu cú, eu posicionei a cabeça bem na entrada e fui engolindo sem para a jeba. Só parei quando senti as bolas dele.
Sentei por mais de 15 minutos no pau de Valmir e foi ele que pediu pra mudar de posição, pois me viu começar a pingar de suor.
Ficamos de ladinho, ele colou atrás de mim, levantou uma das pernas, passou a pica arrastando até a cabeça encaixar no cú e foi empurrando. Ele foi firme até cravar o pau.
Mesmo ele segurando a perna, eu tinha que sustenta um pouco. Ele me tinha todo arreganhado pra ele e o pau entrava e saía fácil. A pica estava muito dura e grande e a posição favorecia o deslize.
Valmir cafungava meu pescoço pra piorar e eu me derretia todo sentindo a barba dele arranhar a pele do meu pescoço, a baforada quente, aquela voz perguntando se estava gostoso e o pau deslizando inteiro pra fora e pra dentro.
Não teve jeito, comecei a gemer e pedir por pica. Ele comecou a meter rápido e aquilo ia aumentando meu tesão e eu pedia pra ele para, mas ele só aumentava, eu dizia que se ele contiasse eu ia gozar. mas ele ignorava e eu sucubindo a ele que perguntava: Vai goar no meu pau sofado? E eu pedia, Aiiiiiii não pará Valmir, por favor paraaaaaa!
Vai gozar né safado pro seu macho.
Eu dizia, Não, para, não quero gozar não, por favor, paraaaaa!
E toma-lhe pau pra dentro. Valmir parecia máquina de foder cú.
Eu já não conseguia me segurar e comecei a gritar. Aiiiiiiiiiieeeeeeê Valmiiiiiiiiiiiiir, tô gazaaaaaaaando!
Que sensação gostosa, sau um jatinho de porra do pau que caiu a um 10 cm, pela primeira vez na vida e depois enquando sentia aquele sensação gostosa que não dava pra saber de onde era, se era do cú ou do meu pau, minha perna suspensa começou a tremer descontroladamente.
Que estranho, perdi o controle motor mesmo. Aperna termia tanto que Valmir se preocupou e perguntou se estava tudo bem.
Eu não conseguia nem responder, o que deixou ele mais preocupado ainda, achando que eu estava tendo um ataque epilético ou coisa parecida.
Da minha boca só saía aiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiiii, ahhhhhhhhhhhh céus, aiiiiiiiiiiii alguém me ajudeeeeee!
Que loucura gozar daquele jeito queeu gozei. Puta merda, eu queria orrer naquela hora.
Eu levei uns três minutos pra conseguir olhar pra Valmir e entregar minh bocapra ele beijar.
Eu era definitivamente dele aquela noite. Eu tinha que tentar retribuir o que ele tinha feito comigo.
Não era justo eu não fazer ele gozar intensamente como eu naquele noite. foi só ele parar de me beija e eu já fui pra beirada da cama e fique de quatro pra ele e pedi pica desesperado.
Valmir já foi pra trás de mim, encaixou a pica e segurou minha cintura e lascou pica pra dentro. Foi incriveis meia hora de fodeção sempra tirar de dentro e uma leitada merecida. Valmir esvaziou o saco de novo dentro de mim e se deitou engatado comigo até o pau escorregar pra fora do meu cú.
Que coisa deliciosa ficar ali sentindo o pau leirando meu rabo e depois sentir ele latejando, até voltar ao estado em que pudesse se retirar de dentro do meu cú.
Eu estava cheio de porra e uma sensação de cheio. Fui ao banheiro enquanto ele permaneceu deiltado.
Sentei no vaso sanitário e deixei a porra sair. Eu estava vazando porra e gases devido ao tempo que valmir socou feito pilão o meu cú, fazendo entrar muito ar e eu sentia meu cú meio frouxo devido o calibre de valmir, a cada saída de ar misturado a porra dele fazer uma barulho estridente e molhado que me envergonharam diante da possibilidade dele estar ouvindo.
Com certeza ele estaria pensando o quanto ele tinha me arrombado o cú pra eu estar emitindo aquele som molhado de cú espulsando a porra do macho.
Mas Valmir merecia sentir-se vitorioso por ser o macho queé e deixar meu cú naquele estado. Arrombado, castigado e inundado por porra.
Eu também merecia aquilo, por ser esseser passivo, submisso e que se permitiu ser sodomizado por Valmir pela segunda vez.
Bom foi uma noite de muita foda mas não vou contar neste desebafo não, fica pra uma próxima. Já não tinha muita esperança de que voltaria a levar uma vida de hetero agora.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Sem rumo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

2 Comentários

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Receio de ser rejeitado

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

ESPOSA SAFADA