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O que será da minha vida – Será que devo me assumir?

Até este final de semana eu era convicto da minha sexualidade.
Os epsódios que aconteceram no final de semana passada mexeram nos meus alicerces e agora vivo um dilema.
Estou tentando aceitar a realidade e assumir que dificilmente eu voltarei a levar uma vida como heterosexual.
Eu fui para um evento de tecnologia em São Paulo e lá conheci um cara chamado Valmir.
Ele foi simpático e após o evento no primeiro dia ele me convidou para conhecer a cidade e me levou para alguns bares e a uma boate no finalzinho da noite. Eu já estava pra lá de bagda e depois eu percebi que era essa a intenção dele.
Inocentemente ainda bebi mas na boate e fui conduzido por ele para o hotel onde eu estava. Mas no meio do caminho eu devo ter desmaiado e somente acordei no apartamente de Valmir.
Eu estava com uma cueca apenas e nem era minha. Perguntei o que tinha acontecido e ele disse que eu havia desmaiado e ele resolveu me levar para seu apartamento.
Até aí tudo bem, mas estranhei que eu estava com os cabelos molhados e uma cueca que não era minha.
Ele pediu desculpas e disse que eu tinha vomitado e ele me colocou embaixo do chuveiro.
Eu não gostei da liberdade mas relevei pela ocasião. Mas foi inevitável perceber uma ardência bem no meu cú.
Eu fiquei meio encabulado e nada falei.
Valmir trouxe agua e um comprimido pois eu me queixei de dor de cabeça. Tomei e pedi minha roupa pra ir embora.
Valmir disse que estava lavando. Eu pedi roupas emprestadas mas ele falou que não serviriam pois ele era um homem parrudo e eu mirradinho.
Concordei e ele falou pra não me preocupar. Ele disse que eu estava entre amigos e ele já tinha me visto nú mesmo, que eu podia relaxar.
Eu envergonhado poque tenho um pau considerado bem pequena, apenas 13 cm. Isso sempre foi um problema pra mim e me tirava a confiança com as mulheres.
Porém eusei que compenso com uma bunda bem redonda que as mulheres também elogiam bastante.
Mas a coisa da ardência no cú estava me deixando louco.
Resolvi que eu tinha que perguntar a Valmir se ele usou alguma coisa que pudesse ter irritado me ânus, pois estava bem irritado e incomodando.
Pra minha surpresa ele riu e resolveu me contar que ele enquanto me lavava, não pode deixar de perceber que minha bunda era como a de uma mulher e ele ficou com tesão e acabou me dedando por um tempo.
Eu falei que ele era louco que não tinha o direito de fazer aquilo. mas ele retrucou e disse que achou que eu fosse gaypor causa do tomanho do pau e da bunda grande e redonda.
Eu não acreditei que ele pudesse ter tido a audácia de fazer aquilo , mas pelo evidente desconforto vi que tinha sido verdade ep parti pra cima dele.
Mas foi meu erro, o cara me dominou com extrema facilidade e me enfiou a porrada.
Eu fiquei com tanto ódio dele e comecei a chorar. Ele começou a me contar que ia para de me enfiar o dedo, mas minha reação foi de começar a gemer e rebolar no seu dedo e ele viu que mesmo meio inconsciente que eu havia gostado da sensação, entõ continuou.
Eu disse que ele era louco, pois eu estava completamente bebado.
Ele foi dizendo como eu me comportei e que o jeito que eu gemia foi deixando ele com tesão e ele abusou mais um pouco e enfiou a pica no meu cú.
Mas disse que não havia metido tudo porque ele sentiu que eu era bem apertado e ficou com medo de me machcar, mas meteu a metade da pica e a minha reação foi de continuar gemendo muito e rebolar na pica.
Ele só não gozou porque ficou com medo de eu descobrir.
Eu quase voei no pescoço dele, mas me lembrei como ele me dominou fácil e me bateu como quis.
Chorei muito de tanta raiva que eu tava.
Ele então vendo que eu me acalmei e aceitei bem a situação, disse que tinha adorado meter em mim e que se eu quisesse experimentar mais um pouco que ele ia ter muito prazer em me foder.
Olhei pra ele e falei, mas eu te disse que não sou gay cara, você é maluco ou surdo. Nessa hora ele veio pra cima de mim e me segurou pelo braço e me sacudiu, acorda cara se eu quisesse eu tinha fodido você até gozar nesse rabo e você não ia ne reclamar. e agora fica ai dando uma de revoltadinho. Nem sei se você estava tão inconsciente assim e sabe lá se não estava era gostando e se aproveitando da situação.
Pensando bem, ele estav com uma certa razão, pois ele poderia ter ido até o final daquela foda se ele quisesse.
Eu neguei e disse que não era gay, e o gemido era incosciente sim. Ele me soltou, e disse, vamos ver então se era mesmo incosciente. Me empurrou no sofá e foi tirando a bernuda e botou pra fora um pau de uns 20 cm, grosso pra caramba e veio pra cima de mim e mandou eu pegar nele.
Falei que nãi ia fazer aquilo, mas ai vieo uma sequencia de tapas que pegaram nas minha costas e cabeça.
Assutado eu reconsiderei e acabei pegando no pau dele.
Fiquei parado apenas olhando pro lado, mas ele mandou eu olhar pro pau dele enquanto eu o  tinha na minha mão.
Obedeci a ele pra não apanhar mais. Enquanto olhava pro pau, sentia ele pulsar e via a transformaç]ao ocorrendo.
O pau dele era coisa de louco, bruto, pesado, muito cheio de veias calibrosas e a cabeça se expôs depois que ele alcançou a rigedez máxima.
Putz, engoli a seco quando vi ele na sua plenitude, tão diferente do meu.
Então, uma coisa aconteceu. Sem que ele mandasse, eu comecei a punhetar timidamente aquele pau.
Foi instinto memo. Quando vi já punhetava o pau dele com força.
Vi quando o cuspi dele caiu sobre o pau e minha mão começou a espalhar na superficie, facilitando o deslize da minha mão sobre a pele.
Ai foi que o pau foi ficando com um curvatura de tão duro que tava.
Nunca tinha achado pau de um homem bonito, mas aquele realmente estava chamando a atenção. O aspecto de rigidez extrema que meu pau jamais alcançaria um dia, me alertou que eu estava diante de um macho verdadeiro.
Valmir tava me provocando sensações de total submissão e aquilo estava mexendo comigo, a ponto de a ardência no meu cú começar a incomodar novamente, pois o danado começou a pulsal também.
Não sei quem pulsava mais poderosamente, seu o pau de Valmir ou meu cú.
Algo estava diferente em mim e logo aquela submissão toda me levou a levar a boca até a cabeça do pau dele e pra meu próprio espanto, eu acabei dando um beijo bem na glande do pau de onde já vertia um liquido espesso e incolor.
Um fio se formou quando eu afatei a boca da cabeça do pau dele. Olhei para Valmir e o vi levando amão sobre minha cabeça e logo ele conduziu minha boca de volta ao pau dele e eu acabei abrindo a boca para engolir uma boa porção do seu pau.
Não foi nem metade e a boca estav cheia daquele pedaço de carne rígida.
Valmir apoiando minha cabeça começou a foder minha boca bem lentamente.
Eu fiquei passivo apenas deixando ele foder livremente. Valmir almentou o rítmo e eu cai de joelhos aos seus pés, olhei pra cima em direção ao seu rosto, passei as mãos atrás das suas coxas e ouvi ele perguntando seu eu estava gostando do pau dele.
sem parar de chupa-lo e olhando pra ele, balancei a cabeça afirmando que estav gostano sim.
Entou após ter a boca fodida por ele por uns 10 minutos ininterruptos, Vlamir tirou o pau dele e me levantou pelo braço direito e foi me conduzindo para o que seria o seu quarto.
Chegando lá me colocou sentado nos pés da cama de casal e me empurrou. Caí de costas e logo senti ele suspender minhas pernas e as apoiar sobre seu ombros.
Pegou-me pela cintura com a duas mãos e me puxou na sua direção, aproximando minha bunda do seu quadril.
O pau dele estava muito duro e apontava pra cima, então ele soltou uma das mãos da minha cintura e colocou sobre o pau eo forcou pra baixo.
O pau toucou a região logo abaixo do meu saco e ele foi arrastando até ele encaixair na saliência do meu ânus.
Ele é bem fundo por causa da bunda redonda e grande, então é como se o pau estivesse numa fenda.
Dava pra eu sentir a cabeça encostada e o o pau dele pulsando. Outa coisa estranha acontecia, meu cú piscava alucinadamente.
Com uma pequena forçadinha ele garantiu que meu esfincter dilatasse um pouco, mas o suficiente pra cabeça encaixar de vez.
Ele assim pode soltar o pau e segurar minha cintura com amabs as mãos. Só que o pau estava tão duro e pulsante que assim que ele segurou, durante uma poderosa pulsação, o pau desencaixou e voltou a ficar apontand pro teto.
Ali foi que eu vi que algo estava diferente em mim. Quando ele soltou minha cintura de novo, internamente eu lamentei que o pau tivesse escapado do meu cú, retardando a penetração. Eu já estava arfando.
Respiração a mil e coração saindo pela boca. Meu cú não se controlava e piscava descontrolado.
Ele repetiu tudo e usou a mão pra abaixar o pau e de novo veio arrastando pela minha região abaixo do saco me deixando todo arrepiado.
Encaixou novamente como da primeira vez, mais dessa vez ele se manteve segurando o pau e com apenas uma das mão na minha cintura, foi forçando a cabeça do pau contra meu cú que novamente cedeu.
A cabeça encaixou um pouco mais que da primeira vez e ele continuou a forçar e alguns centímetros de pica foram introduzidos em meu cú me arrancando um suspiro alongado e um gemid trêmulo devido ao tesão que senti.
Com alguns centímentros de pau já dentro do cú, Valmir pode voltar e segurar minha cintura com as duas mãos. Sabia que ele iria investir contra meu cú para conseguir enfiar ele inteiro dentro de mim.
Me ajeitei um pouco melhor pra susportar e aguardei por ele. Sentir ele apertar minha cintura com as mãos e ele foi forçando a pica e entrando devagar em mim.
Foram aproximadamente uns dois minutos da agônia mais excitante da minha vida. Doeu, mas doeu muito mesmo. Não foi só prazer, eu não estava tão preparado para aquilo e usei minhas mãos nabarriga dele pra tentar freiá-lo, mas ele estava determinado a me penetrar inteiro e minha investidas contra ele apenas retardaram um pouco, mas não o impediu de terminar com mais de 20cm de carne dura dentro do cú.
Nossa, o lençol da cama quase foi rasgado pelas minha mãos de tanto que eu o torci. Só não berrei por medo de ser ouvido por alguém e ser descoberto enquanto levava a pica de um homem dentro do cú.
Mas consegui manter a boca fechada enquanto emitia um hurro abafado quando Valmir empurrou os últimos centímetros de pica pra dentro do meu cú.
O díficil foi a pedido de Valmir ter que me arrastar junto com ele pela cama, pois ele queria deitar em cima de mim pra começar a foder.
Fomos devagarzinho arrastando nossos corpos engatados, sem que o pau dele escapasse. Só paramos quando minha cabeça bateu na cabeceira.
Ele então passou as mãos apoiando por debaixo da minha bunda, uma em cada banda. Ele as forçou pra fora e arreganhou bem meu cú. Seus ombros amaçavam meu queixo e eu podia ver por cima das suas costa. Sua bunda começou a subir e descer lentamente e eu sentia o pau deslizando pra fora do meu cú e depois entrando de novo.
Conforme o movimento aumentava, mas do seu pau sai do meu cú e depois ele entarrava tudo de volta.
Em menos de um minutos o movimento já era amplo e o pau dele escapava as vezes. E soltava minha bunda e encaixava o pau de novo enterrando forte até o fim e recomeçava a foda.
Eu mal conseguia emitir um gemido, confinado pelo ombro dele que espremia minha boca.
Ele estav com muito vontade de foder meu cú, e o fez por mais de meia hora. Meu cú ardia muito neste momento.
Valmir rodou o corpo e me fez virar por cima dele sem tirar o pau de dentro. Eu estava aliviado pois agra podia respirar direito.
Ele mandou eu apoiar as mãos em seu peito. Eu fiz o que mandou e fiquei um pouco parado pra descançar. Ele também estava cansado pois ele fez muito esforço me fodendo por cima.
Após um tempo de inercia, eu consegui perceber que o pau dele estava pulsando dentro do meu cú. Nessa hora vi que Valmir havia mudado algo em mim. Eu comecei a sentir tesão de novo e comecei sem que ele pedisse uma reboladinha no pau dele.
Ele deu uma risadinha e falou, tá gostando né safado. Eu joguei mais o peso em seus peitos e comecei a arriscar uma subidinha do quadril e consegindo fazer uma boa parte do pau dele deslizar pra fora do meu cú eu abaixei o quadril e engoli o que havia saído.
Não é que a sensação foi boa, em bora ainda doesse e ardesse um pouquinho. Fiu ficando mais ousado e depois de alguns mivimentos eu fui tão alto com o quadril que o pau dele escapou.
Eu sem pensar, quase que por instinto, tirei uma das mãos do seu peito e fui atrás do pau, o peguei, encaixei na portinha e sentei sem medo sobre ele, engolindo cada centimentro de pica.
Ah! Ali eu ganhei a confiança necessária para foder o pau dele com vontade.
Eu rapidamente já calculava o quanto podia subir meus quadris para aproveitar o máximo de pau quando descesse sem permitir o pau desencaixar. Dali pra lá foi só festa, sentei na pica dele por vários minutos sem parar, até que ele pedisse pre eu parar se não ele ia gozar.
Eu acordei daquele transe e percebi que se ele gozasse dentro de mim naquela posição, jamais poderia alegar que não havia consentido aquela foda.
Ele queria me pegar de quatro na cama e eu achei ate bom, para que depois eu pudesse negar que  eu havia consentido aquilo.
Então para amenizar um pouco meu comportamento lacivo e descontrolado enquanto eu fodia o pau dele com meu cú, eu fiquei meio passivo esperando ele me conduzi para posição de quatro.
Talves se eu não me posicionasse sozinho, deixasse transparecer que não estav querendo continuar ser fodido por ele.
Ele estav com muito tesão, então me vendo de joelho no meio da cama, ele me puxou para os pés da cama me colocou na posição de quatro. Empinou minha bunda, afastou bem as minha coxas pra me expor ao máximo, apoiou uma das mãos no meu pescoço e forcou contra o colchão para que eu ficasse com a bunda mais pro alto ainda.
Depois bateu a pica dura varias vezes no meu cox e a conduziu a entrado do cú. Toda cena que eu fiz estava ameaçada pois ele antes de enfiar a pica, fez o que mutos homens gostam de fazer, que é mandar a parte passiva pedir pau.
Pronto, se eu pedisse, meu alibi de que foi ele que me fodeu a revelia, iria por água abaixo. Ele então começou a repetir e me dar tapas na bunda.
Senti que Valmir havia mexido mesmo comigo, aquelas palavras e o ato de apanhar na bunda, me causarm um tesão pela situação de submissão a ele, que em dado momento eu sucumbi.
Comecei a rebolar no pau dele, respirar ofegante, coração saindo pela boca e uma arrepio na coluna e num rompante eu não pedi, eu implorei por seu pau.
Ai foi só festa, ele forçou, acabeça pediu passagem, ele forçou mais um pouco pra não deixar o pau escapar. Senti a mão voltar pra minha cintura. Antes dele forçar, minha fome de pau era tamanha que eu mesmo joguei a bunda pra trás e engoli quase todos pau.
Ele falou calma safado, gosta mesmo de pica né? Ele apenas forçou o restinho e senti o saco dele tocar minha pele abaixo do cú.
Tinha erguido um pouco os ombros da cama quando a pica entrou fundo, então foi só sentir ele segurar meu pesçoco e assim com uma mão no pescoço, outra na cintura, eu me empinei todo e senti a pica send puxada pra fora até o limite da cabeça. Senti a resistencia do meu esfincter quando a cabeça chegou lá e logo me preparei para receber a pica de volta.
Comecou aquea mão a apertar meu pescoço e cintura e ai foi só senti o pau deslizando todo pra dentro e só para quando o saco dele bateu contra minha bunda.
Dai pra lá foi só o rítimo que mudou, passando de movimentos lentos e ritmados para movimentos intensos.
Valmir foi fantástico em relação a potencia e resistência. Eu já pedia arrego e lele estava lá, fodendo sem parar, quando senti ele erguer meu tronco. fiquei de dois apoios apenas, de joelhos, bem empinadinho pra ele, levando estocadas firme e só não caía porque ele me apoiava impedindo.
Sem tirar o pau de dentro, ele soltou meu pescoço e cintrura e passou as mãs para a parte de trás das minhas coxas e me suspendeu.
Só tinha os apoios das suas mãos nas minha coxaz e estava espetado em seu pau. ele se virou comigo para o lado oposto da cama, em direção ao meio do quarto e me deparei com um espelho. Lá eu pude me ver espetado pelo pau dele, suspenso e sendo fodido por Valmir.
A realidade da minha Vergonha voltou naquele instante, não tinha ideia de como seria o dia seguuinte.
Mas eu era apenas um passageiro naque viagem agoniante. Ele conduzia tudo.
Eu fechei meus olhos para não ver minha própria desgraça. Apenas sentia toda desonra e dor do monto e o contraditório prazer da submissão.
Valmir era senhor dauqele ato e eu me entreguei  ele. Foram cinco minutos loucos, de sexo intenso que terminaria com a maior vergonha inimaginável da minha parte.
Em extase, eu chorava e gemia descontrolado, enquanto me jogava contra o corpo de Valmir, com o rosto colado no dele, procurei por sua boca e nos beijamos no exato momento que do meu pau escorria um liquido ralo e incolor, não em muita quantidade mais formando um fio que seacumulou no chão do quarto abaixo de mim.
Gozei sim pelo cú, típico orgasmo anal pela forma como ogozo do meu pau saiu. Li depois as característica de um orgasmo masculino provocado por estímulo prostático.
Bem difrente de Valmir que quando começou a gozar, urrou feito um monstro, e me inundou o cú com uma quantidade de porra quente, espessa e branquinha que teimava em sair pelo meu cú como se fosse uma clara em neve porque ele continuou por algum tempo a socar a pica dentro do meu cú após ter gozado horrores.
Me conduziu até a cama e se jogou comigo nela sem deixar o pau sair. ficamos ali arfando os dois, engatados. sentindo o bafo quente dele em minha nuca, meu cú não parava de pulsar no pau dele, deixando ainda semi ereto dentro de mim por alguns minutos.
Um milhão de coisa passava pela minha cabeça ali deitado com ele dentro de mim, comseu pau pulsant despejando as últimas gotas.
Não sabia nem como me comportar depois que ele retirasse o pau de dentro de mim, então retardei o máximo que pude. Quando ele tentava puxar o pau, eu ia com a mão até sua coxa e impedia ele de sair. ele imterpretava que eu queria que ele ficasse ali e me atendia.
Sabia que uma hora ia ter que encarar ele de frente. Ele coloua boca no meu ouvido e disse que tinha que sair pra ir ao banheiro.
Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente, mas antes de sair ele me perguntou se eu havia gozado gostoso. Não sabia o que responder, mas ele começou a morder o lóbulo da minha orelha e repetir, então, gozou gostoso foi? Senti ele dando umas bombadinhas com o pau encaixado que aí me derrubou de vez e assim eu repondi que sim, havia gozado gostoso no pau dele.
Não tinha mas como me defender. deixei ele sair e fiquei ali com meus pensamento de como seria o dia seguinte.
Ele foi dormir, peguei uma roupa emprestada e fui pro meu hotel. Hoje estou escrevendo este desebafo, sem saber como será daqui pra frente. Não consigo mais pensar em sexo que não seja eu levando pau dentro do cú, Vamir me transformou completamente.
Vocês acham que eu consigo reverter esta situação e levar uma vida de hetero mesmo depois de ter me comportado daquela forma com Valmir? Toda ajuda é bem vinda.

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Escrito por Sem rumo

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