Quero desabafar sobre como um negro refugiado me transformou num adorador de pau preto.
Seu nome é Ninzumbo, que na verdade é sobrenome da sua família. Ele é do Níger e veio pro Brasil como refugiado.
Ele trabalha numa empresa de tecnologia que faz parte de um projeto vinculado à Universidade Católica da minha cidade.
Eu comecei a fazer amizade com ele e logo estava fascinado por ele.
Não sei o que ele fez comigo, já que nunca tinha tido atração por homens.
Eu fiquei seu amigo e passei a almoçar, sair com ele para mostrar a cidade e as vezes saíamos a noite pra ele poder se integrar a nossa cultura.
Mas com o tempo, ouvindo suas estórias eu comecei a me afeiçoar a ele, mas de um jeito diferente.
Passei a ter sonhos com ele e nesses sonhos as vezes ele acabava me convencendo fazer sexo com ele.
No sonho, seu pau era de tamanho normal e eu sempre era fodido por ele numa boa. Acordava super excitado e não conseguia dormir até tocar uma punheta e gozar.
Eu passei a vê-lo de outra forma. Eu estava sofrendo por não poder me abrir com ele.
Até que numa sexta-feira ao sairmos da faculdade, fomos para um barzinho com os amigos.
Todos foram saindo e ficamos apenas eu e ele.puxei assunto sobre como era a vida noturna no seu país e aproveitei para sondar se ele saía com muitas meninas.
Ele falou que no seu país era muito difícil encontrar uma menina pra sair, já que lá elas são prometidas bem novas ou até vendidas e não tem vida noturna.
Perguntei como eles se viravam pra arranjar parceiras pra sexo. Ele estranhou a pergunta e me contou um segredo.
Ele disse que no sei país, se um rapaz não tiver a sorte de ter uma pretendente prometida, provavelmente ficará solteiro pra toda a vida.
Mas ele falou que o jeito é se aliviar com rapazes que gostam de homens.
Ele mesmo já tinha feito sexo com outras meninos que gostavam de ser meninas.
Ele falou que não era melhor opção, mas que ele tinha que se aliviar de alguma forma.
Eu perguntei se ele já tinha arranjado alguma menina no Brasil e ele confessou que não.
Ele tentou sair com uma mulher do trabalho, mas ele disse que ele não quis fazer sexo com ele por causa do tamanho do seu pau.
Perguntei se tinha algo errado com ele, se por caso era pequeno e ele falou que ela se assustou por ser muito grande.
Rimos e eu falei pra ele que não podia ser tão grande ponto de uma mulher se assustar.
Ele disse que era um pau normal pra maioria dos homens do seu país, mas para as mulheres brasileiras parecia ser grande demais.
Eu estava louco de curiosidade naquela altura. Eu fui conduzindo a conversa pra saber mais sobre ele e tentando saber se ele toparia comer um homem no Brasil.
Perguntei se algum cara já tinha experimentado ele aqui no Brasil. Ele disse que assim que chegou no Brasil estava muito concentrado em prender a língua e no curso de língua portuguesa o professor se interessou por ele e ele acabou fazendo sexo com o cara.
Ele disse que teve que sair do curso pois o professor ficou louco por ele e ficou difícil afastar o cara. Ele dizia estar apaixonado por Ninzumbo.
Eu fiquei mais curioso ainda depois de saber daquilo. Sem perceber, eu fiz um inquérito e acabei despertando uma desconfiança nele.
Te
Até que Nzumbo me perguntou se eu era viado. Eu fiquei rubro e desconversei, mas ele falou que se eu fosse que ele poderia me mostrar porque o professor de línguas se apaixonou por ele.
Eu estava curioso, mas com vergonha e muito medo.
Mas ele era muito seguro e me convenceu a embarcar naquela loucura.
Ele me levou pra seu apartamento. Não tinha muita coisa lá, apenas um sofá na sala e um mesa de jantar quadrada pequena, uma mesinha com uma televisão.
Na cozinha uma geladeira e um fogão quatro bocas e uma mesinha e no quarto um guarda roupas de duas portas e uma cama de solteiro.
Nzumbo me levou pra sala e me deixou sentado no sofá. Foi tomar um banho e eu caí na real e queria sair dali, mas antes de poder falar qualquer coisa, ele saiu do banheiro nú, com um pau gigantesco que parecia um badalo de um sino batendo hora no meio da coxa esquerda e hora na direita.
Eu fiquei boquiaberto com aquilo. Entendi porque as mulheres corriam do sau pau.
Ele continuou vindo e já foi mandando eu pegar no seu pau. Eu ainda assustado e incrédulo, fui devagarinho e peguei no pau como ele mandou.
Era incrivelmente pesado. Ele mandou um bater uma punhet nele. Eu comecei a punhetar e ele foi crescendo na minha mão.
Aos poucos ele foi ficando ereto e logo a cabeça apareceu. Era um cogumelo arroxeado, brilhando contra a luz, e ele mandou eu chupar a cabeça do pau.
Eu estava seduzido por aquele monstro. Eu levei minha boca até ele e tentei engolir.
Preencheu minha boca totalmente.Tinha uma sabor estranho mas não senti nojo.
Logo eu chupava feito louco a cabeça do pau dele. Eu então me colocou de joelhos a sua frente e comecei a explorar outras partes do pau dele.
Não dava pra engolir muita coisa devido ao tamanho, mas dava pra lamber a sua extensão.
O corpo do pau era longo, mas eu ia lambendo da base do saco até a cabeça e como era longo.
Nzumbo era incrível, ele me olhava o tempo todo. Ele então mandou eu chupar seu pau olhando pra ele. O safado sbi o que estava fazendo, ele começa a me mostrar que era um comedor nato.
Ele mandou eu abrir bem a boca e cruzar meus braços atrás das costas.
Soltei seu pau e obedeci. Com a boca bem aberta ele foi enfiando o quanto podia do pau dele até onde eu podia dentro da minha garganta.
Eu comecei a engasgar e quase vomitar devido a grossura. Eu não respirava com o pau entalado e chegava asfixiar.
Era liberado já desfalecendo enquanto me debatia na tentativa de me liberar. Ele é que tinha a decisão de quando me liberar.
Isso foi feito sequencialmente e ia minando minhas forças aos poucos.
Jogado no chão, tossindo, mandando e lacrimejando, eu pedi pra ele parar com aquilo e ele finalmente me suspendeu por um dos braços e se aproveitando foi me despindo sem resistência da minha parte.
Logo estava pelado na sua frente. Fui jogado caindo meio de lado no sofá e logo senti ele enfiar o pau na minha boca. Eu o recebimento e recomecei a mamar nele.
Senti minha bunda sendo afastada por uma de suas mãos. Percebi seu corpo se arqueando e logo sua língua alcançou meu cú.
Eu entrei em desespero total. Que coisa gostosa que eu estava sentindo, mas o tesão era tanto que eu não tinha como continuar chupando seu pau.
Logo eu duplicava pra ele parar com aquilo.
Ele tinha um vibrador na língua, depois sugava meu cú. Eu comecei a gemer e empurrava sua cabeça.
Ele não parava com aquilo, eu estava perdendo o controle. Minha voz estava trêmula, e as vezes vacilava e saia fina, esganiçada. Eu passei a gemer e minha luta era em vão.
Antes que pudesse ser ouvido por um vizinho, resolvi voltar a chupar seu pau pra abafar os meus sons.
Já fazíamos um 69 majestoso. Ele preparava meu cú e eu o seu pau para um inevitável embate.
Depois de 10 minutos, comecei a rebolar minha bunda na cara dele. Não sabia o que estava sentindo, apenas percebi que meu cú precisa ter vida própria e batia como um coração.
Nzumbo percebendo meu desespero, parou de lamber meu cú e mandou eu me ajeitar no sofá.
Posicionei a bunda pra borda e deixei ele terminar de me posicionar.
Ele com as mãos na minha cintura, me ajeitou pra lá e pra cá e logo eu parecia estar na posição ideal para a aguardada penetração.
Logo ele encostou a cabeça do pau no meu cú que se descontrolou.
Eu estava arfando e ele com muita calma começou a me penetrar
Vou ter que pular os detalhes da penetração pois eu começo a tremer de tesão e não consigo digitar.
Sei que levou mais de meia hora, entre muito choro, gemeção, até mesmo tentativas inúteis de fuga.
Depois de ser penetrado totalmente por ele, o sofrimento durante a foda espetacular me mostraram porque a gente se apaixona pela pica deste negro.
Vou ter que parar, não tenho condições de continuar este desabafo agora tamanho o tesão ao relembrar.
Vou tentar voltar outro dia pra continuar. Desculpem-me.



Aguardando a continuação…