Eu confesso que são por volta 01:00 da madrugada aqui neste país da Europa que moro, e hoje ao ver uma foto, em especial que eu fotografei, sinto no intrínseco do meu ser, uma saudades que rasga o meu peito de dentro para fora. Bobo eu, que sei que o tempo é uma variável entrópica, ou seja, que nunca retorna. Hoje, hoje e apenas agora (e não antes), eu vejo que talvez as coisas pudessem ter sido de um jeito diferente. E que talvez algum dia possa ser diferente. Já estive com outras, no meio período, mas é difícil não dizer que, se algumas pequenas coisas fossem ajustadas, que não seríamos felizes por muito mais tempo.
Desculpe tomar o tempo de quem se deu ao trabalho de ler o texto todo, mas realmente, foram palavras difíceis de serem retiradas deste “Eu”, que por fora aparenta ser uma pedra resistente.

