No dia seguinte, na hora marcado, lá estava eu na porta da casa dele. Ele morava sozinho numa casa pequena. Bati e logo em seguida ele abriu. Já estava esperando. “Gosto de gente pontual”, ele disse. Não falei nada, eu estava um pouco assustado.
Ele estava surpreendentemente gentil, e isso não me passou despercebido. Fiquei frio, mas atento, tentando entender qual era o jogo. Sentei em uma poltrona, próxima ao sofá, para manter um certo isolamento. Ele veio e sentou no canto do sofá, bem próximo da minha poltrona. “Relaxa”, ele disse. “Estamos só nós dois, vamos falar de homem pra homem”. Eu gelei. Um homem de 50 e um guri de 16, que chance eu tinha? Senti que ele ia me encurralar, mas tentei parecer tranquilo.
Ele falou que entendia que os jovens querem curtir e foder, etc, mas que isso não justificava eu comer a sobrinha dele na casa da irmã dele. Meu passou um sermão mas eu não contrariava, só concordava pra terminar logo.
Então ele mudou de rumo: “sabe que quando eu entrei naquela sala eu levei um susto. Pude ver a bunda da Nena sentada no teu colo. E quando ela saltou eu vi teu pau latejando todo lambuzado, aquilo pra mim foi um choque”. Eu quase ri, mas me contive. No fundo eu me sentia orgulhoso. Ele viu a bunda da sobrinha dele, viu como ela era gostosa e viu que eu era o macho dela. Mas ele continuou: “eu gostei de ver a bunda da Nena, sempre achei ela gostosa, mas confesso que fiquei surpreso de ver que um gurizinho tão magrelo como tu tivesse uma piroca daquele tamanho. E que a filha da minha irmã estivesse rebolando que nem vadia no teu pau”. Dava pra sentir o tesão na voz dele. Aí não só meu orgulho, mas meu tesão também explodiu.
Percebi que o coroa estava tarado e eu também, mas me dei conta que estávamos sozinhos. Eu era um guri dentro da casa de um homem maduro. A conversa não estava caminhando para um sermão ou uma ameaça, mas sim para putaria. Olhei para colo do “tio” Ademar e vi o volume do pau duro debaixo da bermuda. Dava até pra notar a pulsação da rola latejando.
Vendo que eu olhava para o pau dele ele perguntou: “faz muito tempo que tu come a Nena?” Antes que eu pudesse responder ele riu e disse: “do jeito que ela estava rebolando na tua rola vocês já pegaram o ritmo. Vocês já trepam faz tempo”. E num movimento repentino ele levantou do sofá, abaixou o elástico da bermuda e tirou o pau pra fora. “Olha como eu fiquei só de lembrar da cena”.
Meu coração disparou. O pau dele tava bem na altura da minha cara, pude ver em detalhes que era uma bela rola. De bom tamanho, mais ou menos do tamanho da minha, mas mais grossa e com a cabeça grande, muito bem feita. Fiquei estático, estava com medo e tesão ao mesmo tempo. “Pega, sente como tá dura”. Eu obedeci e agarrei e o medo sumiu. Quando senti na mão aquela rola quente e dura como uma rocha fui dominado pelo desejo. Comecei a punhetar devagar pra sentir a dureza, o calor e o volume. Que beleza de rola! “Mama”, ele disse. Eu mal esperava por essa ordem. Abocanhei com vontade aquela cabeçona linda. Encheu minha boca. Era o primeiro pau de homem que entrava na minha boca, eu estava adorando. Procurei sentir bem a cabeça nos lábios, saborear, mas ele começou a empurrar e fazer vai-e-vem. Eu desci da poltrona, me ajoelhei no chão e tirei o meu pau pra fora, tinha a intenção de me masturbar, mas a vontade de agarrar as coxas e a bunda dele era maior. Rapidamente eu havia acostumado com o calibre do pau dele e estava chupando com vontade. Estava me sentindo uma puta, o tesão tomando conta de mim. Chupei, lambi o pau todo, lambi as bolas, bati com o caralho na cara, mordiscava a cabeça, perdi o pudor. Ele debochava “como gosta de rola o viadinho”, e eu continuava me deliciando. Eu estava amando aquela rola preta. Então ele disse: “quero comer teu cu!” Eu me assustei e respondi: “tá louco? Vai me rasgar e vai dar um baita escândalo. O cu não!” “Então mama minha rola que vou gozar na tua boca, seu putinho”. Me agarrou pelos cabelos e começou a socar forte na minha boca. Muitas vezes o pau dele encaixava na minha garganta e dificultava a minha respiração, mas continuei mamando com vontade até que o pau dele começou a latejar e derramar aquela porra quente na minha boca. Ele gemia como um animal enquanto o pau latejava. Parecia que não ia parar de sair leite daquela piroca super dura, enquanto eu me esforçava pra engolir tudo e continuar mamando. Ele foi acalmando as estocadas até que ficou quieto com o pau dentro da minha boca. Ainda latejava as vezes. Foi quando eu pude sugar bem e engolir todo o esperma que ainda havia na minha boca. Quando ele puxou o pau melado eu ainda dei um beijo na glande. Então ele disse: “gostou né, putinha? Vai ganhar vezes.” Eu só sorri e levantei. Guardei meu pau ainda duro e todo melado, pois fim das contas nem toquei no meu próprio pau. “Melhor eu ir”, eu falei, e fui me dirigindo pra porta enquanto ele guardava aquela beleza de rola ainda meio dura. Ele abriu a porta, passou a mão na minha bunda e ainda falou: “vou querer mais vezes”. Eu não falei nada, só saí e fui pra casa, com as bolas doendo de tanto tesão e sentindo o gosto da porra do “tio Ademar” na minha boca.
Ele continuou me chamando na casa dele outras vezes, mas isso fica outra outra história.
(A foto é da internet)
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Bem safadinho esse tio!!!
Sim, ele era tarado e acho que percebeu que eu também era kkk