Eu confesso que sempre quis ser corno. Depois de 9 anos de casado realizei meu sonho e com três fatores que me deixaram mais feliz. 1) Meu amigo já comia minha esposa quando eu liberei. 2) Toda a cidade soube, pois eles eram indiscretos. Quando, na cama, eu falei pra minha mulher que deixava ela fuder com o Gláucio, ela me perguntou várias vezes se eu não iria ficar com raiva dele, se iria continuar a amizade. Eu disse a ela que sei o que quero, que me conheço e não teria problema. Aí, à noite, tomávamos cerveja e ela sugeriu um “jogo da verdade”. Maravilha, pra quem quer abrir o jogo e dizer e fazer o que há muito tinha vontade. Eu me encarreguei de baixar o nível das perguntas. Perguntamos de tudo, nos termos baixos, linguagem clara e aberta. Adriana (Minha esposa) perguntou a Gláucio: “Tu bate punheta?” Ele respondeu sim. Gláucio pra Adriana: “Tu chupa a pica de Amaury?” Ela disse que sim. Eu para Gláucio: “Tu tens tesão na Adriana?” E ele respondeu: “Basta escutar a voz dela, já fico de cacete duro”. Gláucio para mim: “O que tu farias se soubesse que Adriana trepou com outro?” Eu falei – “Pediria detalhes e bateria uma punheta. Só de pensar já estou com a rola dura”. Adriana para mim – “Tu deixarias eu fuder com o Gláucio?” respondi – “Sim, mas só se fosse pra eu assistir tudo”. Aí o Gláucio perguntou pra mim: “Tu não sente ciúme quando vês que estou vendo a calcinha de Adriana? Eu sei a cor de todas as calcinhas dela. Aí eu disse – “Quando ela mostra a calcinha não sinto ciúmes, sinto tesão” Aí ele criou coragem e perguntou: “Tu sabias que estou comendo ela?” Eu disse – “Ótimo! Quem mais sabe?” Ele falou – “Meu cunhado, que viu eu levando ela pra cama, e Ângela, que mil viu em cima dela, trepando” Pergunte quando tinha começado. Adriana respondeu: “Quando viajaste, eu dormi na casa dele (ele era solteiro). A irmã dele na sala nos amassos com o noivo e começamos a nos beijar. Ele pegou nos meus peitos e peguei no pau dele, que estava muito duro. Aí ele me pegou pela mão e levou pra o quarto dele. Botou a mão dentro da calcinha e meteu o dedo! Meteu sem tirar a calcinha, só afastou e enfiou a pica. Gozei muito rápido. Nessa altura da conversa, Adriana já estava sentada em posição de ioga, e como usava uma saia curta, ele olhava extasiado a calcinha dela e eu de pau duro, cheio de tesão. Aí ele falou – “Todas as manhãs, quando tu vai trabalhar, ela vai lá em casa e eu como ela em minha cama.” Eu já sem aguentar de tesão, só disse: “Pois então repitam a cena da primeira vez, agora, pra eu ver. Ele pegou ela no colo, ficou chupando a língua dela e alisando as coxas e pegando na buceta. Deitou ela de bruços, botou a calcinha entro da regada e meteu-lhe a dedada que ela se encolheu ao sentir o dedo dele no cu. Virou de frente, meteu a mão dentro da calcinha e meteu o dedo na buceta dela, que gemeu de prazer. Botou o pau pra fora e esfregou no rosto dela. Ela abriu a boca e meteu a pica dele na boca. Aí tirou a calcinha e com a buceta de fora, esfregou no rosto dele, que lambeu o priquito dela. Como ele já comia ela, não tinha pressa. E me disse – “Eu sonhava com esse momento. De foder ela tu assistindo. Queria que tu visse eu empurrando a pica na bucera dela! Aí abriu as pernas dela e montou. Eu fiz questão de olhar de todos os ângulos, pra ver o cacetão dele entrando até os ovos na tabaca dela. Que sensação gostosa! Que tesão tremendo ver um amigo comendo o priquito de minha mulher! Quando eles gozaram, eu subi nela e empurrei tudo, na presença dele, e ela segurando no pau dele. Uma noite inesquecível. Aí falei pra ele que tinha toda a liberdade em nossa casa. Que quando estivéssemos só nós três, ele ficasse totalmente a vontade. Eles seguiram esse conselho literalmente. Quando ele chegava, já ia levantando a saia dela e esfregando o pau duro. Já ia metendo a mão nos peitos dela, enfiando o dedo dentro da calcinha e beijando ela na boca. Tomavam banho juntos, ele dormia conosco na cama e comia ela umas três vezes na noite. Treparam dentro do caro. Na cidade todo mundo ficou sabendo e eu não ligava. Ele dançava com ela no clube encoxando ela, esfregando a pomba dura, e quando voltavam pra mesa, todo mundo via que ele tava de pau duro. Foi um período de intensa felicidade para nós três. Hoje, ela ainda me dá muito tesão tanto recordando comigo esse tempo, como mostrando a calcinha pra os cunhados, primos, sobrinhos, taxistas, flanelinhas e vendedores. Não quer mais me chifrar. Moramos em outra cidade, nosso amigo Gláucio também e canta ela direto, em minha frente. Mostra como a pica tá dura, alisa as coxas e pega na bunda, mas trepar ela não quer mais. Eu já narrei tudo isso para dois amigos e nove amigas. Ninguém me condenou. Me invejaram a coragem, e disseram que gostaria de fazer o que eu fiz. Se me chama de corno meu pau fica duro de tesão. Como adorei o chifre! Queria mais! Nunca me arrependeí e faria tudo outra vez! Adorei minha mulher ter um amante!

