A vida é uma luta. Desde que nascemos, temos chorar para que nossas mães saibam que sentimos fome, frio ou para que saibam que estamos doentes… A vida de cada pessoa é um fardo que precisam carregar: alguns nascem miseráveis, outros doentes; outros com anomalias corporais. Mesmo assim são capazes de levar uma vida cheia de sonhos e felicidades. Outros nascem perfeitos e abastados, de nada sentem necessidade, mesmo assim, não incapazes de viver felizes.
A ciência, por vezes tem escondido o fato de que aproximadamente 4,4% da população mundial sofre de depressão, dos quais 1,2% aderem a algum tratamento com antidepressivos e que, algumas dessas pessoas, mesmo após anos de terapias, permanecem irreconciliáveis. Talvez seja coisa do capitalismo: ora hoje em dia em que a sociedade moderna exige tanto, principalmente dos adultos mais jovens: um bom emprego; a formação de uma família estável financeiramente; status social… É de se esperar que a pessoa, ao não conseguir cumprir essas exigências do meio social, sinta-se inadequada e isso pode levar o indivíduo a uma grande probabilidade de desenvolver transtornos depressivos. Há quem queira tirar proveito disso com a venda abundante de fármacos?
Qual é o sentido da vida afinal? Nascemos para trabalhar, nos reproduzirmos e morrer? Contribuir para salvar o Mundo? O Mundo continuará sendo o mesmo pedaço de lixo que ele é, mesmo com família; mesmo com um governo relativamente estável… Contribuir para o futuro? Hoje em dia, até mesmo pela ciência sabe-se que o nosso Universo e a nossa presença nele um dia, terá um fim.
Continuar vivendo para quê? Qual é o sentido de passar a vida como em um martírio; no mesmo martírio que talvez passara o próprio Jesus? A ordem natural das coisas é repugnante.
Digo adeus à esse Mundo maldito!

