Eu confesso que odeio humanos.
O humano é o ser mais repugnante para mim.
Poucos se salvam, e quando vejo pessoas que realmente são boas, penso que chamá-las de “humanos” é uma ofensa, pois para mim “humano” e “monstro” é a mesma coisa. A essas pessoas, eu chamo de “pessoas” e jamais de “humanos”, porque conseguiram deixar de ser apenas um ser nojento e inútil, tornaram-se algo além do que um humano é no primitivo.
Eu não me considero uma pessoa, e sim um humano. Acho que sou repugnante, mas há muito que meu corpo e alma foram corrompidos o suficiente para que eu nunca possa me tornar uma pessoa.
Os humanos são os únicos que matam por diversão, que fazem sexo, ou melhor, forçam o sexo, que machucam, que são capazes de prejudicar a si mesmos. É só olhar em volta, não exite amor, companheirismo, compreensão, só existe dor e sorrisos falsos. Os bons sentimentos e as boas ações são minimas. A podridão do ser humano está destruindo tudo à sua volta.
Eu tenho nojo de ser um humano.

