Eu confesso que odeio o Estado do Ceará.Sofro muito aqui. Um bando de negros feios que têm raiva dos homens bonitos e extremamente invejosos. Ficam o tempo todo tentando puxar o seu tapete.As mulheres não ficam atrás.Pense em um lugar pra ter sapatão.Não podem ver ninguém feliz.Elas adoram perseguir e humilhar as pessoas no trabalho.Por ser um Estado bastante pobre,também se torna um lugar difícil de se ganhar dinheiro.É raro se ganhar dois salários mínimos.É cheio de pobre.Aqueles caboclos e negros feios, burros e fedorentos que se acham o máximo porque têm uma moto velha. Dá vontade de rir.Outra coisa, são extremamente feios, mas se acham lindos.é uma tremenda aberração.Os ricos ficam enclausurados em uns poucos bairros de classe média alta e têm nojo dos pobres (não posso culpá-los por isto, os pobres daqui são nojentos mesmo).Além de ser uma pobreza extremamente alienada e que não tem nada de revolucionária.Só pensam em discutir sobre os medíocres times de futebol locais ( Ceará x Fortaleza) que sonham sem sucesso em se tornarem grandes do futebol brasileiro.Também só pensam em ouvir forró de gosto extremamente duvidoso (tosco mesmo, no sentido mais literal da palavra, uma verdadeira tortura psicológica para quem tem uma audição educada) e em beber cachaça.Pobres, ignorantes e miseráveis não têm nenhuma educação revolucionária.Adoram assistir programas policiais mostrando policiais militares boçais, caboclos que mal têm o segundo grau se achando o máximo quando vestem aquela farda imunda (uma esmola que a burguesia dá para eles se acharem o máximo e proteger o fraco capitalismo local).Uma economia baseada na exploração sexual, é verdade, turistas chinfrins, ralé da Itália, Espanha e Portugal que vêm fazer com as crianças faveladas daqui o que não podem fazer com as de lá.É um massacre total de uma etnia.A etnia morena, parda, que trabalha de pedreiro, gari, lavadeira e doméstica enquanto suas filhas menores são abusadas sexualmente por vagabundos mafiosos europeus viciados em drogas. O próprio Governo local trabalha em parceria com os donos dos hotéis que promovem o turismo sexual, fazendo propaganda da pedofilia na Europa.Extrema desigualdade social, semelhante à da África.Bem semelhante. Os funcionários públicos medíocres trabalham como se estivessem prestando um favor, tratam o público com desprezo.As mulheres “dondocas” medíocres adoram colocar pessoas em armadilhas, um bando de alienadas que são viciadas em novelas da globo e gostam de imitar tudo o que vêm nessas mesmas novelas, como a maneira de se vestir ou trair o marido, enfim tudo o que a globo pede para elas fazerem.E tal fenômeno verifica-se em várias classes sociais. Gostam de posar de que sabem sambar, mas morrem de medo dos trombadinhas e marginais negros que têm nelas seu alvo favorito.E vadias, não dispensam o cara com dinheiro “maria gasolina ” mesmo.Extremamente boçais e vaidosas, desprezam o chamado povinho.É claro que gostam de posar de politicamente corretas, mas quando crianças negras são vistas em um elitizado shopping são logo convidadas a se retirar por seguranças pretos da mesma etnia delas, claro, debaixo de alguns sopapos.Um governo extremamente corrupto e questionável, que vive da propaganda ideológica, tarefa fácil, uma vez que o povinho alienado é fácil de ser manipulado. Basta ver que eles gostam de almoçar vendo defuntos ensaguentados na TV, nos programas policiais que passam diariamente a partir do meio-dia, vibrando por viverem no meio da violência sem jamais questionar suas causas, ou seja, a economia baseada na desigualdade do capitalismo.Você quer perder o amor pela vida?Acorde, defeque, tome seu banho, escove os dentes, vista-se, tome seu café-da-manhã ( se tiver aqui) e apanhe um ônibus para ir trabalhar ou estudar.Você entra no ônibus ( uma lata de sardinha) e fica espremido, o café e o pão se mexendo no seuestômago e os seus ouvidos ouvindo uma música grotesca, tosca, vulgar, sem nenhum conteúdo apreciativo, uma música chamada forró.Não, não é aquele baião de Luís Gonzaga ou o pé-de -serra gostoso de Nando Cordel.É aquele forró “cearense” (eca!).Nojento.Vocalistas da voz feia.Um besteirol sem fim.Nesse momento você perde todo o amor pela vida e quando a viagem acaba, você ainda fica ouvindo porque seu subconsciente capta e o cérebro fica repetindo aquela asneira imunda. Eu pensava que só eu desprezava este lugar.Mas durante uma aula de ciência política um professor estrangeiro que mora há muitos anos aqui afirmou ser o cearense um descontente com o Estado.Ou seja, no íntimo, o sonho dos cearenses é “pegar o beco” e o último a sair apague a luz.Foi um alívio.Era tudo o que queria ouvir.Pois os ideólogos de plantão querem enfiar goela abaixo o nacionalismo ( ou alienação em orgulho regional.Orgulho de quê?De você nativo, nascido aqui, não ter uma casa na praia enquanto um bando de estrangeiros (portugueses, espanhóis e italianos europeus de segunda classe inferiores aos germânicos) compra e cerca todo o litoral para eles? Orgulho dos salários pagos aos professores e da educação pública nas mãos de quem não quer educar o povo?O Governador e o prefeito?Orgulho dos estádios construídos com milhões de reais em detrimento de postos de saúde e hospitais públicos onde os animais pardos ficam morrendo nos corredores porque não há leitos?De uma Copa do Mundo feita para alemães, ingleses e franceses através do dinheiro do contribuinte brasileiro?É, porque os ingressos não serão compatíveis com o poder aquisitivo dos pobres, pode apostar. Outra coisa muito engraçada é a elite daqui.Um bando de brancarrões de aparência europeia que seria capaz de vomitar se descobrisse uma gota de sangue indígena ou negro na sua composição étnica, se sentem inferiores ao “Primeiro Mundo”ou seja, ao mundo germânico da Alemanha, da Inglaterra e dos EUA. Desprezam os pobres e os mestiços também para alimentar o ego devido ao complexo de inferioridade por serem descendentes de portugueses ou seja, com sangue árabe, já que os portugueses já eram mestiços quando da colonização e imigração no Brasil.Adoram mandar e mostrar superioridade aqui porque sabem que nos Estados Unidos, por exemplo, seriam só “latinos”.Brasileiros de merda que pegariam fila e teriam seu “jeitinho brasileiro” totalmente contrariado, além de não ter valor superior ao de um “mendigo norte-americano”.É por essas e por outras, que sinto um intenso desejo de ir além do horizonte, conhecer novas terras, lugares mais civilizados, onde a alienação e pessoas relapsas existissem, mas não fossem a regra. Desprezo o Estado do Ceará!”

