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Opção de uma nova vida

Eu não vou desabafar necessariamente, mas vou relatar uma mudança drástica de vida pela qual fui forçado a passar. Nunca tive boa relação com meu pai principalmente. Numa discussão acabei estrapolando e tive que sair de casa. Tudo bem, já tinha 20 anos, mas pouca experiência. Fui a convite de um amigo meu, que jogou handebol num time da minha cidade, mas que agora vivia no Espirito Santo. Me mudei e no início aceitei dividir com ele uma casa num dos Morros do centro de vitória. Como era provisório, não vi problema em morar com ele, mesmo sabendo que ele era homosexual. A amizade estava acima de tudo. Eu estava a uma semana na casa, quando na volta de uma entrevista de emprego, um cara negro me abordou e falou pra eu pedir o Binho, diminutivo de Fabio, o amigo que eu morava, pra me levar sem falta na cabeça, que o GeGê queria falar comigo e me conhecer. Eu depois acabei sabendo, que não era GeGê, quando peguntei pro Fabio que era GeGê e qual o seu nome mesmo. Ele fez uma cara preocupado e falou. Putz! E eu perguntei, o que foi Fabio. Ele me respondeu, cara não queria mas vou ter que te falar pra vc não fazer besteira. O nome dele e Marcelo e seu apelido é GG por causa do tamnanho do sexo pau. Ele é o dono da boca do Moro e eu achei que não precisava falar com você, já que ele estava bem sumido. Eu fiquei nervoso pra caramba e pedi pra ele me orientar. Ele falou, eu acho que ele deve estar pensando que você pode ser uma Biba nova do morro e tomara que seja isso. Eu falei, ta maluco cara, eu sou homem. E ele também falou, ou pior. Ele pode achar que você seja policial infiltrado, aí nós dois estaos lascados. Eu falei que ia vazar de lá e meu amigo falou que não ia prestar e ele ia desconfiar e ir atrás onde eu fosse. Eu me arrependi de ter vindo pro Espirito Santo. Então decidimos ir até lá e tentar se livrar da encrenca. Chegamos na casa do agora GG e tentei ser bem educado, falar baixo e ficar de cabeça baixa o tempo todo. Fabio quando chegou se apresentou como Fafá e eu achei estranho. Ele me apresentou pelo nome e ele logo me apelidou de Cacá. Todos riram e eu sem graça sorri amarelo. Depois das apresentações ele falou que o pessoal ficou alertando ele que eu poderia ser um milico (PM) infiltrado, mas ele tinha um presentimento que eu era apenas mais uma biba no morro, amiga da Fafá. Eu não sabia onde enfiar a cara e Fabio aproveitou e agil como um ator. Falou que isso GG, achou que a cacá era Milico. O cacetete que ela gosta é outro. GG logo se animou e falou que ia ter o baile funk na sexta e que Fafá e eu seriamos uma espécie de damas de honra do baile. Eu cheguei em casa e quase matei o Fábio. Depois que me acalmei eu pedi desculpas e vi que ele tinha salvo a gente de destino pior. Sexta-feira chegou e eu não sabia o que fazer. Estava nervoso quando o relógio marcou onze horas e nós subimos o morro até a quadra. Era uma quadra de esportes aberta e o som rolava solto. Um monte de pivete com armados tomavam conta do lugar. Um carro da PM tomava conta mais embaixo, mostrando que havia um acordo dos traficantes com a polícia, então achei que seria mas tranquilo. GG quando viu a gente chamou para um palco ao lado do som com mesa e muita bebida. O baile estava até divertido e todos vinha falar com GG. Quando foi por volta de 3h da manhã eu fui em direção ao GG para pedir pra ir embora, mas quando cheguei na sua mesa, ele pegou minha mão e sem falar nada me puxou com ele. Ele ia tão rápido, por ser um negro muito alto e passada largas, que eu mal podia acompanhá-lo. Subimos uns dois lances de escada e entramos num casa de alvenaria chapiscada, bem simples. Quando entrei, tomei um susto. Era completamente luxuosa. Tinha de tudo na casa, Tv smart, Som sofisticado, banheiro com banheira de hidromassagem na Suite e até área Gourmet com churrasqueira e forno de Pizza. Sem falar nada ele entrou no banheiro, deixou a porte entreaberta e ligou o chuveiro. Ele começou a falar comigo e isso me impediu de tentar um fuga estratégica. Mil coisas me passaram pela cabeça, menos o que de fato aconteceu. Ele gritou lá do baneiro, Cacá, porque não entrou ainda. Eu respondi, não sabia se podia. Ele respondeu, deixa de ser boba, entra aí e vem tomar um banho. O baile tava um forno. Eu respondi é mesmo. Eu sem graça entrei no banheiro de roupa e tomei um baita susto. GG tinha uma verdadeira tromba no meio das pernas. Ele falou entra aqui que lá no quarto tem toalha pra gente, nesse calor a gente tem que ir molhado até o quarto pra não ter que tomar outro banho quando chega lá. Ele riu e ri de nervoso. Eu tireia roupa e timidamente entrei no box. Ele me olho e falou, da até pra entender por que o cara escolhe ser bida. Não dá pra pegar uma mulher com uma gebinha dessa. Bom, quanto mais Biba, mas boceta sobra pra gente. Mas essas mulheres ficam cheio de frescura pra da o cuzinho pra gente e ai temos que dar valor pra vocês, que quanto mais a gente mete, mas vocês querem. Eu estava em desepero quando ele pegou o sabonete e me deu pedindo pra eu adiantar pra ele a lavagem das partes íntimas enquantoele tirava o Xampoo do cabelo. Eu pegeu o sabonete, coloquei a mão por baixo do pau dele e levantei pra poder passar sabão. O peso daquele pau era surpreendente. Comecei a passar o sabão em toda a extensão do pau dele e no seu saco. O negócio logo deu sinal de vida. Não parava de crescer e ficr duro. Eu coloquei o sabonete na saboneteira e precisei usar as duas mãos pra poder dar conta de lavar seu pau. Ele elogiou e falou que eu tinha mãos de fada. Eu até fiquei lisongeado com seu elogio. Eu estava dedicado na tarefa e ele falou, tira o sabão porque não vai dar pra esperar pra ir pra cama pra você fazer um boquete, vai ter que ser aqui. Eu pensei, to ferrado, nem seu chupar. Decobri que o desespero é nosso melhor amigo. Fazemos o impossível. Demorei o máximo que pude pra tirar o sabão, mas ele não aguentava mais e com suas mão masculas, me empurrou em direção ao chão me fazendo ajoelhar e já fou levanto o pau até minha boca. Eu sem jeito não sabia como fazer. Só pensei que se eu o machucasse que ele poderia me matar de porrada. Então procurei deixar o pau sempre entre minha lingua e o céu da boca. Acho que funcionou, pois logo ele já fodia minha boca com seus movimentos de vai e vem. Ele colocou a mão no meu queixo e forçou pra cima, me obrigando a olhar pra ele. Ele fodendo minha boca e me olhando nos olhos, comecei até olhar ele de outra forma. Seu corpo era bonito, masculo, negro. Só tinha pelos na região pubiana, então seus músculos ressaltavam. Eu só via peitoral, abdomen trincado, braços e pernas torneadas e sua face era muito bonita. Ele era um negro bonito. Ele parou de foder minha boca e acho que tinha passado no teste. Ele me levou pra debaix do chuveiro e me pegando pelo por um dos braços, me virou de bunda pra ele e quando pensei no pior, ele com a mão livre pegou o sabonete e começou e me esfregar nas partes íntimas. Ele passou rápido pela genitália e se concentrou mesmo na minha bunda e cuzinho. Seu dedo já estava me deixando alucinado. Meu pau começou a querer crescer, mas não foi muito adiante, pois sempre me voltava a preocupação de ser espancado. Mas meu cú, eu não tinha nenhum controle, pois a cada passada do seu dedo, ele contraia e relaxava em seguida. A sensação era fantástica. Eu praticamente estava dando reboladinhas tímidas na sua mão e com minha pernas trêmulas, eu ensaiava um descidinha esperando que um fração do seu dedo me penetrasse. Um gemido fininho saía da minha boca de vez em quando. Coração a mil, saindo pela boca e pernas trêmula. Não tinha dúvidas, eu estava louco de tesão no rabo. O chuveiro desliga e sou puxado até que chegamos na porta da Swite. Ele parou na porta e me deu um tapão na bunda que me jogou em cima da cama. Ardia demais e o espelho mostrava a marca vermelha do formato da sua mão. Aquilo me mostrou que eu estava certo. Se fizesse algo errado, seria morto de tanto apanhar. Com isso meu fogo diminuiu, mas logo ele veio pra cima de mim e me jogou na cama como um boneco. Veio de joelho até perto da minha cabeça e com aquele imenso pau próximo a minha boca, ele a enfiou de novo e eu voltei a mamar nela. Dessa vez eu já fazia da forma certa. Sua mão procurou minha bunda e ele voltou a se dedicar ao meu cú. Dessa vez ele estava tentando me penetrar com o dedo. Ele vendo que era difícil, cuspiu nele e passou carinhosamente na portinha e aí ele consegiu se intento sem dificuldade. Meu cú era invadido por seu dedo médio e em retribuição ele dava mordidinhas no invasor. Eu,sabendo que logo seria penetrado por ele, tratei de babar muito no pau dele. Eu forçava até o pau dele chegar no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar, então eu salivava bastante pra mantelo bem lubrificado na hora de ser penetrado. Ele tenta tirar o pau da minha boca e eu vou atrás dele, tentando abocanhar de novo para retardar meu sofrimento. Mas isso o atiçou mais ainda. Ele falou, depois minha viadinha mama mais um pouco, e hora de levar pau nesse cuzinho. Eu perdido, fique no meio da cama de joelhos, ele me olhou e me chamou com o dedo mandando eu ir até os pes da cama. Obedeci, parei e ele me empurrou e eu cai de costa na cama. Ele alcançou meus pés e me puxou pra ele afastando minha pernas, me daixando exposto, até que minha bunda encostou na sua coxa. Ele pegou o pau com a mão e abaixou ele até que encostou a cabeça no meu cú. Começou a pincelar. A cada passada da cabeça pelo meu cú, ele piscava alucinado. Meu coração disparava e uma calor absurdo tomava conta do meu corpo. Enfim ele para com aquela tortura e começa outra. Seu pau na portinha do meu cú, começa uma tentativa de entrar, mas não é uma tarefa muito simples. Ele vai habilidosamente pedindo passagem e eu institivamente cuspi ná minha mão e levei até o cú, espalhando o liquido na entradinha. Ele voltou e forçou e enfim começou a entrar. Levou alguns minutos até eu conseguir receber a cabeça do seu pau. Ele começou a forçar para penetrar e eu não suportando a dor, fui com meu braços em direção ao seu quadril e tentei empurrar. Ele retirou os meus braços dele e ele passou a segurar meus braços pra garantir que eu não controlasse seus movimentos. Ele agora tinha retomado o controle da penetração e só podia mexer os meus quadris. Isso favorecia mais a ele do que a mim. As minha tentativas desesperadas de fugir do seu pau, só fazia com que ele me penetrasse mais fundo. Ele sabia que eu não podia aguentar muito tempo o seu pau. Ele começa a fazer paradas estratégicas até que pudesse relaxar um pouco. Ele passou a interpretar o momento em que meu cú começava a se contrair de tesão com seu pau dentro, nos  momentos em que a dor intensa cessava. Ele então recomessava a penetração, centímetro a centímetro, até que a dor chegava ao limite e eu entrava em desespero. Então mas uma parada e eu começava a relaxar pra novamente me cú começar a sentir tesão no pau dele e mordicar seu pau, dando aval para ele continuar. Enfim depois de muitos minutos nesse jogo eu recebi todo seu pau dentro do meu cú. A sensação era de dever cumprido, eu já duvidava da minha capacidade de aguentar ele todo dentro de mim. Ele soltou meus braços e permaneceu parado assim dentro de mim até que eu mesmo comecei a dar uma reboladinha tímida no pau dele e a me jogar contra seu pau e volta. Eu fiquei nesse ciclo por um breve tempo, até que ele percebeu que eu estava pronto pra ser  fodido por ele.  Ele procurou então o apio da Cabeceira da cama para se encostar e ficou sentado com seu pau apontando pro teto.  Eu engatinhei até ele, abocanhei seu pau até o fundo da minha garganta pra ensalivá-lo e quando o liberei da minha boca, eu me coloquei em cima do seu pau e fui abaixando até que senti a cabeça na porta do meu cú. Comecei a sentar naquele pau até que eu senti suas bolas na minha bunda. Descancei com ele todo dentro e iniciei uma rebolada timida e fui aumentando ao poucos. Dava pra sentir seu pau pulsando com a sensibilidade das paredes do meu cú. Quando eu já tinha as forças da minha pernas recuperadas, eu comecei a literalmente dar uma surra de cú naquele pau gostoso dele. Eu estava descontrolado, eu queria meu cú destruido pelo GG. Eu não tinha mais escrupulos nenhum. GG pegou na minha cintura e parou meu movimento e eu percebi que estava descontrolado. Me soltei em cima do seu pau e deixei ele penetrar todo dentro de mim e me encostei no seu peito. Fiquei assim só curtindo as contrações do seu pau dentro do meu cú. Ele me forcou ora cima atpe seu pau sair e começamos a fazer sexo memos hard. Eu comecei a experimentar outras sensações. De ladinho e de costas pra ele, recebendo mordidas na orelhas, que me arrepiava todo e me fazia empinar meu rabo e jogar pra trás para ele me penetrar mais fundo. Pai mamãe, com seu pau cravado bem fundo em mim enquanto ele enfiava sua lingua na minha boca. De quatro com sua mão me segurando a cintura, não me permitindo fugir de suas estocadas firmes dentro do meu cú. Paramos um pouco para beber água e na sala de jantar ele me colocou deitado sobre a mesa com a bunda de frente pra ele na borda e de pé  ele me penetrou por um bom tempo e ali com ele parecendo uma britadeira, eu comecei a sentir minha primeira gozada pelo cú. Meu pau estava flácido, mas mesmo assim foi a melhor gozada da minha vida, sem precisar tocar no pau. Um liquido ralo e incolor escorria pelo meu pau até minha barriga e eu gemia feito uma mulher. Ele orgulhoso de ter me feito gozar, me pegou no colo com o pau ainda dentro de mim e me levou pro quarto. Me arriou na cama, tirou seu pau e me mandou ficar de quatro. Eu me posicionei e ele colocou seu pau dentro de mim de novo. A esta altura eu já estava bem laceado e lubrificado, já não havia mais dor, só prazer e seu pau parecia ser feito sob medid pro meu cú. A penetração era fácial e consentida por mim. Eu empinei o máximo que pude minha bunda pra ele e ele me recompensou com estocada firmes, tapas e um pouco de xingamento. Vou gozar dentro de você sua puta safada e eu feito louco já pedia para receber seu gozo dentro de mim. De repente sinto ele aumentar o rítmo das estocadas e a tirar menos o pau no movimento de saída. Como movimentos bem rápidos e curtos eu começei a sentir um calor bem localizado dentro de mim, como se um liquido quente tocasse uma parte dentro do meu cú. Eu sabia que ele estava derramando sua porra dentro de mim. Ele então enterrou bem fundo seu pau dentro do meu cú  e parou me mantendo preso pela cintura e eu também me joguei ao máximo pra trás contra o seu corpo, buscando por cada centímetro do seu pau.  Dali pra lá foi só ficar sentido o pulsar do seu pau, dando deliciosas gofadas de liquido quentro dentro do meu cú. Não queria que aquele momento terminasse mais. Curtir o quanto pude. Ficamos ali naquela posição por um tempo e depois desabamos sem desencaixar o pau dele. Ficamos ali curtindo de ladinho sem percebemos o entorno. De repente Fafá entra no quarto com o Bigu, segundo da hierarquia da boca e nos flagra engatados. Eu não sabia onde enfiar minha cara. Fafá pediu desculpas e falou pro Bigu, vamos querido, que esses aí já estão resolvidos. Levantei, tomei um banho e quando estava pra sair, GG pediu que eu ficasse até de manhã, eu na dúvida, olhei pro GG nu,  pensei um pouco e pensei, porque não. Afinal, não ia ser mais ou menos homem diante da Fafá, se passasse a noite na cama com GG.

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Escrito por Indeciso

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