Nos Estados Unidos, a maioria dos evangélicos adoram Donald Trump. Entretanto, embora afirme ser um cristão devoto, Donald Trump demonstrou estar pouco familiarizado com a Bíblia, quando, em uma entrevista, não soube citar nenhuma passagem dela. O ex-presidente muito menos quis falar sobre seus pecados.
Donald Trump é conhecido pelos seus divórcios, acusações de casos extraconjugais, insultos às mulheres, desumanização dos imigrantes e foi até considerado culpado de abusos por um tribunal.
Além disso, muitas das suas políticas e planos para o país dificilmente seguem os ensinamentos de Jesus Cristo. E isso sem contar, é claro, com as 91 acusações criminais estaduais e federais que ele enfrenta.
Como tantos cristãos justificam, então, seu apoio fervoroso ao ex-presidente dos Estados Unidos? É essencial compreender este fenômeno, já que poderia ajudá-lo a vencer as eleições presidenciais de 2024.
O jornalista Tim Alberta, explica, no seu livro ‘O Reino, o Poder e a Glória’, que muitos evangélicos realmente acreditam que Trump é o “escolhido de Deus”.
Tim Alberta também diz que, para muitos desses religiosos, “a América foi abençoada de forma única”. E é por isso que eles estariam dispostos a perdoar os pecados de Donald Trump.
Em um artigo para a NPR, a jornalista Sarah McCammon traz depoimentos de evangélicos que apoiam Donald Trump. Shelly Buhrow, por exemplo disse que cristãos como ela simplesmente ignoram os erros de Trump.
Buhrow, apoiadora de Donald Trump desde 2016, perguntou à jornalista: “Você leu a Bíblia? Muitas pessoas na Bíblia se casaram várias vezes e nem sempre fizeram a coisa certa. As pessoas não são perfeitas. Deus é perfeito”.
Quando McCammon citou as 91 acusações criminais estaduais e federais de Trump, a religiosa disse acreditar que as acusações eram “ilegítimas” e não “permaneceriam”.
Em um artigo para a revista Discourse, o evangélico Mark David Hall diz que votou em Donald Trump, anteriormente, e que o fará novamente em 2024, porque “apoia a liberdade religiosa”.
Naquela época, Hall disse que ainda considerava Trump “uma pessoa pouco virtuosa”. E acrescentou: “Mas achei que suas ordens executivas sobre liberdade religiosa eram maravilhosas, suas nomeações judiciais eram excelentes e ele tinha sido relativamente limitados no uso da violência em todo o mundo.”
Mark David Hall disse que Donald Trump realizou o que muitos evangélicos consideram sua principal prioridade…
Ele referia-se à anulação da sentença Roe v. Wade, de 1973, usada como inspiração para autorizar mulheres grávidas a abortarem, desde então. Foi com a indicação, por Donald Trump, de juízes conservadores à Suprema Corte que a decisão foi possível.
Já o Financial Times menciona comentários da congressista republicana Lauren Boebert em 2022, nos quais ela expressa pensamentos que muitos cristãos parecem partilhar.
Boebert, ao falar sobre o direito às armas, disse: “Estou cansada desta separação entre a Igreja e do Estado. A Igreja deve liderar os governantes.”
Brad Sherman, deputado estadual e pastor evangélico, disse à NPR que, embora Trump frequentemente diga coisas que ele “não diria”, as considera necessárias.
“Sim, ele é ousado, ele é um lutador. É disso que precisamos agora na arena política, no ambiente que existe. É preciso ser duro”, foram as palavras do religioso.
Embora a grande maioria dos cristãos pareça ser capaz de ignorar os erros de Donald Trump e valorizar o que Trump pode realizar por eles, nem todos o apoiam.
Entre eles está o pastor de Iowa, Al Perez, um pentecostal conservador, cuja comunidade acredita amplamente em milagres e na comunicação direta com Deus.
Perez disse à NPR que ficou preocupado em 2020, quando alguns membros da comunidade disseram acreditar que “Trump venceria as eleições de 2020, devido ao que eles acreditavam serem profecias divinas sobre Trump”.
Perez disse: “Como evangélico, evangélico latino, estou muito preocupado. Que isso seja quase messiânico, como se essa fosse a melhor maneira de descrever isso para você. Estou muito preocupado.”
Perez continuou: “Acho que os limites ficam confusos, quando pensamos que um determinado candidato vai resolver todos os males e problemas do mundo, dos Estados Unidos”.
Trump parece ir em direção contrária. Vale lembrar que ele disse, recentemente, que os imigrantes nem sequer eram pessoas e, sim, “animais”.
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O Bozo tbm usa a religião pra domar seu rebanho de idiotas.
Mesmo com muitos equívocos praticados pelos candidatos, o eleitor escolhe em sua maioria aquele por quem tem admiração, tem simpatia pela figura mesmo sem saber ao certo o motivo da idolatria.
Donald Trump é totalmente diferente de Bolsonaro.
Donald Trump é um expert em economia e finanças.
Ele tem a educação de um bilionário.
As suas formações são:
New York Military Academy (Cornwall, New York)
• Fordham University (1964–1966)
• University of Pennsylvania’s Wharton School (B.S., 1968)
E ele teve todo o preparo e mentoria de seu pai, Fred Trump, um magnata do Real Estate.
Com um capital inicial de cerca de US$17 milhões, ele ergueu um império.
Nos ramos de construção, Real estate, Cassinos, clubes de Golf, investimentos diversos.
É, portanto, um grande empreendedor.
Por ser uma potência do American Enterprise, está é uma das maiores razões de que ele um apoio significativo de pelo menos metade dos eleitores americanos.
E também o fato de ele defender a linha Conservadora, e ser um oponente ferrenho das políticas destrutivas e sabotadores dos Socialistas e da Máfia Woke.
Que tanto destruíram o Ocidente.
Os danos são bastante visíveis.
Só quem vive debaixo de uma pedra, não notaria os rastros de destruições dos Socialistas, ou são pessoas que apóiam o Mal.
Bolsonaro em nada é parecido com Trump.
Ele não tem nenhum conhecimento de finanças e economia.
Botou um Bankster criminoso e nocivo, corrupto e mau caráter, a quem Bolsonaro jocosamente gostava de se referir como “Posto Ypiranga’.
Trump irá certamente ganhar as eleições em Novembro, se Joe Biden não conseguir fraudar as eleições novamente.
Outras escolhas interessantes para este ano eram Vivieks e Robert Kennedy Junior.
Entretanto, se Trump provavelmente ganhar, isto significa o fim da guerra para os Ucranianos, onde, os Estados Unidos não mais vão financiar a Ucrânia, e talvez uns acontecimentos que poderiam levar ao fim do pacto da Otan.
Porém, se o criminoso Joe Biden, vencesse, é certo que, inevitavelmente se inicia de fato a Terceira Guerra Mundial.