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Padre Saul: ó último virgem da Igreja

Eu confesso que:
Não devemos ter vergonha de fazer, o que Deus não teve vergonha de criar. (São Clemente)

O celular tocou bem cedo hoje.
Fiquei um pouco irritado porque planejei descansar um pouco mais, afinal de contas, hoje é meu aniversário de 36 anos e alguém cismou de me acordar cedo.
-Alô.
-Bom dia meu aniversariante predileto, responde Tereza, acho que te acordei, não?!
Ela não parecia muito preocupada com isso.
-Pode deixar que vou fazer valer a pena, falou.
– O que quer essa hora da manhã Tereza? -claro que depois daquela confissão à distância eu começava a esperar coisas ainda mais absurdas dela.
– Nada de mais – respondeu – apenas quero oferecer um almoço para o meu padre-confessor. Você vem?
– Vou sim.
– Então fique pronto exatamente ao meio-dia. Me espere no portão da casa paroquial que vou te levar num lugar maravilhoso para comer.
Tentei não ficar ansioso, mas sem sucesso. Liguei para umas 200 vezes pensando em desmarcar mas ela desligou o celular para não me atender.
Meio-dia em ponto estava eu no portão da casa paroquial, vestindo uma calça social e camisa clerical preta.
Tereza para o carro na minha frente, abaixa os vidros e diz: – Adorei. Eu não teria imaginado nada melhor para hoje.
Entrei no carro e no trajeto não pronunciamos nenhuma palavra. Mas aquele silêncio não nos incomodava. Havia cumplicidade nele.
Alguns minutos depois chegamos ao destino.
MOTEL PARADISO.
Olhei para ela, quase rindo e disse: – Aqui não parece um restaurante.
Tereza respondeu: – eu não falei o que você iria comer.
Entramos no motel, a suíte estava reservada, e a entrada para o quarto era exclusiva, tudo pensado para que ninguém nos visse. Maliciosamente arquitetado, diga-se de passagem.
Ao entrarmos no quarto, Tereza me segura pelas mãos, encosta sua boca bem rente à minha e diz:
– Com quem mais você poderia ter a sua primeira vez, Padre Saul?
Fiquei paralisado.
Tereza começou a tirar sua roupa, ficando, para meu delírio apenas com um corselet rendado preto, com um enorme zíper frontal e uma meia-calça vazada, que mexeu com minha imaginação.
Ela percebeu minha inquietação, me acalmou e me conduziu até a beira da hidro. Começou a tirar minha roupa, fazendo questão de abocanhar o colarinho clerical, o restante da camisa ela simplesmente rasgou. Ouvir o barulho dos botões caindo ao chão me preocupou, afinal como iria voltar.
Já sentado á beira da hidro passei a desejar tudo o que estava por acontecer. Ela então pega um óleo de deixar Salomão com inveja e começa a passar pelo meu corpo.
Senti suas mãos trêmulas e pedi que deixasse que eu também fizesse o mesmo nela. Ela concordou. Peguei o óleo de suas mãos, e comecei a massageá-la. Primeiro nos ombros, depois fui descendo até que cheguei aos seus seios. Lindos. Firmes. Em pouco tempo já estava com eles na boca. Aos poucos fui me soltando.
Tereza, já começava a soltar alguns tímidos gemidos.
Eu também já não agüentava mais. Foram 36 anos imaginando se poderia dar prazer a uma mulher e agora tinha um monumento em minha frente, gemendo de prazer apenas de lhe tocar os seios. Comecei a lhe beijar enquanto a levava para a cama. Tereza cravava suas unhas em minhas e me falava palavrões que nem imaginava que existiam, até que a joguei na cama.
Naquele momento pude presenciar uma visão do que de fato é o paraíso. Tereza engatinhava até a cabeceira da cama. Encostou-se à cabeceira, então pude erguer um pouco sua perna e comecei a chupá-la. Nem eu mesmo sabia que era tão bom naquilo. Ela já não falava coisas com sentido, apenas urrava, gemia, gritava.
– Tereza. Agora você vai sentir o gosto da sua buceta, não pelas suas mãos, mas pela minha boca.
Beijei-lhe novamente. Ela sorvia cada gota do seu mel e enlouquecia com aquele cheiro que outrora falara ser afrodisíaco.
Mandei que continuasse de quatro e comecei a penetrá-la.
Ela então começou a gritar:
– Vem padre. Me come. Tereza rebolava querendo encaixar meu membro e sentir cada centímetro dentro dela.
Comecei então um vai-e-vem frenético. Tereza de quatro em minha frente, apoiando seu rosto no colchão, e com uma das mãos me trazia para mais perto de seu corpo me pedindo para não parar:
– não para…não para…me come seu padre safado.
Foi então que pela segunda vez vi Tereza gozar, mas agora não estava pensando em mim, estava comigo. Ela me pediu para que eu sentasse na cama que ela queria sentar no meu pau. Assim o fiz.
Ela cavalgava devagar enquanto me beijava a boca. Essa calma durou pouco. Logo ela começou a rebolar e a cavalgar com mais força. Sentia os músculos de sua vagina sugando meu cacete. Tereza parecia saber exatamente o que esta fazendo. Segurava na cabeceira da cama como que ganhando ainda mais impulso para subir e então descia com força até sentir sua bunda relando em minha coxa.
Agora eu era quem pedia para continuar. Segurava com força sua bunda enquanto abocanhava seus seios. Uma sensação de calor começou tomar conta de mim. Algo até então desconhecido. Pedi a Tereza que não parasse pois ia gozar.
Tereza parou.
– Hoje é seu aniversário padre. Quero que tenha tudo do bom e do melhor. – Levante-se.
Diante de uma ordem dessas obedeci. Levantei-me e ela se ajoelhou em minha frente e começou a me chupar.
Eu, já diante de um gozo iminente, segurei em seus cabelos e comecei a puxá-la para perto do meu corpo, fazendo-a engolir todo o meu pênis.
Olhei para aquele lindo rosto à minha frente e via minha porra escorrendo pela sua boca e caindo sobre seus seios.
Deitado na cama, com Tereza em meus braços, meditei se o celibato era realmente a minha vocação.

(este é só o 3º capítulo da saga do Padre Saul, ver mais em www.lucianoaulicino.com.br

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Escrito por Anônimo

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tenho vontade de ver minha mulher sendo enrabada

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