em

Papai

Lua de mel proibida: confissões de uma filha

Claramente aquele foi o primeiro dia que meu pai me viu como fêmea. Era início de tarde. Eu estava lavando roupas no riacho e como estava sozinha tirei o sutiã pra lavar. Dei um mergulho, achando que daria tempo da blusa secar antes de subir o carreador e neste exato momento meu pai apareceu no batedor de roupas. Ao me erguer da água, minha blusinha branca colocou-se totalmente à minha pele e ficou super transparente, de modo que minha pele branca e meus tetas ficaram totalmente visíveis. Fiquei atordoada, pois conhecendo meu pai esperei que me desse uma grande bronca. Mas, ao invés disso, ele ficou olhando fixamente minhas tetas. Por um breve instante fiquei sem saber o que fazer. Em seguida mergulhei para esconder a saliência. Pelo canto do olho percebi que ele continuou me olhando, principalmente quando ergui minhas tetas acima da água. Neste momento percebi que ele não me daria bronca alguma e até estava se aproveitando da minha ousadia. Me dei conta que naquele momento ele estava me vendo como uma fêmea qualquer e não como sua filha. Achei tão bonitinho o jeito que ele tentou disfarçar os olhos. Me fingi de sonsa e mergulhei várias vezes, deixando meu rosto coberto pelos cabelos de modo que ele pudesse olhar minhas tetas sem que eu “visse”. Tinha noção de estar me comportando mal, mas confesso que fiquei assanhada com o jeito que que ele estava me cobiçando. Além disso, eu tinha clareza de como homem não sabe disfarçar o olhar e que ele tinha vindo me pedir alguma coisa, pois nunca vinha atrás de mim à toa.

__pai, o senhor quer alguma coisa de mim?

__sim, filha, mas pode terminar seu banho.

Ele estava tentando disfarçar que não estava me cobiçando e isso me deixou manhosa. Mergulhei e fui até perto dele, apenas para tirar minha teima.

__posso sair da água se o senhor estiver com pressa…

__não, minha filha, termina seu banho, eu espero. Tô com pressa não.

Meu pai não era homem de esperar. Era um homem das antigas, dava as ordens e a gente tinha que cumprir imediatamente. Pra mim estava claro: ele queria aproveitar a oportunidade que estava tendo de contemplar minhas tetas salientes. Não condenei ele, pois sabia a quanto tempo estava sem mulher e o quanto deve ser difícil pra um homem honrado se manter puro. Dei um mergulho e por um minuto pensei um milhão de coisas:

“praticamente sou mulher do meu pai. Cuido de casa, faço comida, lavo roupas, varro o quintal, cuido das galinhas, trato dos porcos, levo comida na roça e até ajudo no roçado…. e sou o tipo de mulher que meu pai queria ter, pois minha mãe nunca quis morar na roça, sendo que este era seu sonho”.

A primeira coisa que ele disse ao ficar viúvo: casaria as filhas e se mudaria pra roça. Eu não quis namorar, preferi ir pra roça com ele, apesar dos conselhos da minha irmã e de algumas tias. Na roça a lida era dura. Não tinha poço, por isso tinha que ir ao riacho para lavar roupas, buscar água e lavar vasilhas. Recapitulei o meu passado e em seguida me ergui acima da água e notei ele continuava olhando minhas tetas.

__o senhor não tá com calor não?

Às vezes, eu passava a semana toda sem ver ninguém além do meu pai. Normalmente, só via gente aos domingos, na pequena congregação. A gente ia de bicicleta; eu sentada no cano e ele pedalando. Mas, perto do estradão a gente descia. Ele amoitava a bicicleta e a gente terminava de chegar na igreja a pé. Ele nunca disse por que amoitava a bicicleta e porque chegávamos na igreja a pé, mas eu não era ingênua e sabia. Apesar desse cuidado, me dei conta dos boatos que andava sobre a gente. Percebi pelo jeito que a irmã Izaura falou ao me apresentar a uma parente sua:

__essa é aquela moça que eu falei que mora com o pai viúvo.

A mulher me olhou de cima embaixo e o jeito que me olhou denunciou o que pensava sobre mim. Fiquei pensando: “Imagine se esse povo me visse chegando na igreja no cano da bicicleta… imagine se vissem meu pai subindo o morro fungando no meu cangote e pingando suor em meus ombros e cabelo.” Essas pedaladas me provocaram um gosto estranho, um prazer de ser carregada por ele. Me sentia de volta no tempo, me sentia sua menina. Por outro lado, seu cheiro de macho, sua baforada ofegante em cima de mim, provocavam uma outra sensação. Era uma sensação gostosa e que eu não sabia explicar e que nem sequer entendia o que podia ser. Por isso nem fazia questão que ele cumprisse a repetida promessa de comprar minha bicicleta. Me lembrei destas coisas enquanto meu pai respondia que o sol estava estralando de quente e que por isto esperaria o sol esfriar para voltar ao roçado.

__eu acho que o senhor devia se esfriar nessa água. Ela tá tão friinha…

__aqui é muito raso, eu gosto do poção.

De fato, o riacho era raso, estreito e mal dava para mergulhar. Assim, a cada mergulho era forçada a me levantar. Nessa hora minha blusinha se colava a minha pele e a água deixava tudo transparente. É estranho dizer, mas estava sentindo prazer em ver meu pai me cobiçando como uma fêmea. O poção ficava alguns metros acima. Era um buraco estreito e profundo. Dei um mergulho pensando na sugestão de banho do meu pai, tentando entender por que ele queria ir pro poção. Nisso, me lembrei de um conselho que ele tinha dado para minha irmã nas vésperas do casamento: “seja submissa ao seu marido em tudo”. Nessa hora pensei: “como boa filha, serei submissa”. Ao me virar e levantar da água, encontrei ele ajeitando o volume na calça. Fiquei atordoada. Sua rola ficou totalmente saliente, atravessada na calça. Era um volume grosso e grande como uma banana de fritar. Apesar do atordoamento, não era a primeira vez que eu via aquela saliência. Acontecia com frequência, sempre nos horários que ele tirava soneca na rede após o almoço. Da primeira vez fiquei acanhada, além do fato de ter levado em conta o tamanho do pecado que seria manjar a rola do próprio pai. Mas, a curiosidade era maior que o acanhamento; e quando ao pecado… levei em conta que ninguém naquele fim de mundo iria saber do meu atrevimento. Então, como boa manhosa e sonsa, arrumei sempre algum motivo para chegar perto dele, de modo que pudesse manjar sua rola estampada dentro de sua calça. Aparentemente, ele não desconfiava de nada…

__ai, a gente pode ir no poção, mas o senhor tem que trabalhar, né!?

Resumindo: ele rapidamente se animou. Saí da água, e continuei fingindo não perceber o quanto minha blusinha estava transparente. Mantive o olhar longe dele e para longe da minha blusinha. Ele olhava. Tentava disfarçar, mas olhava compulsivamente. Deixamos a roupa na bacia, ali mesmo, na beira do riacho e subimos a trilha do poção. No curto caminho ele chegou a comentar que não iria entrar na água, pois não queria molhar a calça, já que tinha que voltar a trabalhar na roça.

__o senhor tira a calça e toma banho sem ela. Oxente!

O poção era pertinho, tanto que chegamos antes mesmo que minha blusinha se secasse a ponto de descolar da pele.

__eu tiro a calça pra ela não se molhar, mas você tem que virar pro outro lado e esperar eu entrar no poção primeiro.

Na verdade, não esperava que ele fosse levar a sério minha proposta. Eu dito isto sem pensar, sem medir as consequências. Concordei com suas condições e mal acreditei quando me virei de frente e o vi sem calça e sem camisa dentro daquele poção. Pelo reflexo da água cristalina pude ver que ele realmente estava apenas de cueca. Era uma grande evolução para o sistema a qual fui criada. Mas, desde que me mudamos pro sítio muita coisa vinha mudando. Tinha se tornado normal ver meu pai sem camisa. Meu pai tinha sido um homem bonito na juventude, mas agora tinha seu rosto marcado de rugas pela idade. Depois que passei a ver ele sem camisa, passei a admirar seu corpo. Meu pai era um pedaço de pecado. Tinha um tórax perfeito, era um verdadeiro gatão. Ficava encabulada, com este corpo meu pai tinha jeito de ser um homem gostoso, ainda mais com seu peito peludinho… e seu corpo me enchia de curiosidade: aquele pelinho descendo até o umbigo, ficando cheio por baixo do umbigo, sumindo por baixo do cós da calça…

Mas, sendo sincera, não posso dizer que foi nesse momento que o vi sem calça pela primeira vez, pois ele estava dentro da água e o que vi era apenas reflexo. Entrei no poção. Era fundo, mas não o suficiente pra cobrir minhas tetas. Era o lugar perfeito para que meu pai apreciasse de perto minhas tetas salientes, pois como o poção era estreito eu não tinha como me afastar dele. Nesse momento entendi por que ele me atraiu para este local: ninguém aparecia em nossa casa, mas se aparecesse um conhecido e não visse ninguém em casa, com certeza, procuraria por nós no riacho ou na roça, mas nunca iriam ao poção. O poção era perto, mas estava cercado por mato e não era acessível como o riacho. Era preciso saber onde ficava a trilha do poção. Continuei dando uma de sonsa, olhando os passarinhos que cantavam e pulavam nas árvores. Assim, enquanto tentava descobrir o nome dos passarinhos e para que galho tinham pulado, ele se aproveitava e não desgrudava os olhos das minhas tetas salientes brotando através daquele tecido semitransparente.

__por que você não tira sua saia também?

Meu raciocínio sumiu de repente. Nunca, jamais imaginei que meu pai fosse me pedir uma coisa dessas. Ele era um homem muito sistemático e não tolerava brincadeiras, quem dirá safadezas. Ele nunca tinha me visto de calcinha, pois em minha criação isto era um tremendo pecado. Por outro lado, já estava se tornando normal ele me ver sair enrolada na toalha para tomar banho de rio. Meu raciocínio voltou e na minha consciência ouvi uma voz: “tenho que ser submissa”. Abri o botão da minha saia e abri seu fecho. Nessa hora, em pensamento tive a sensação de ter visto irmã Izaura em minha frente me dizendo: “vai fêmea”. Eu andava cabreira com a velha, pois sempre que me via, fazia algum comentário malicioso: uma vez perguntou o que eu faria quando meu pai se casasse, se eu sentiria ciúme de sua nova esposa; outra vez disse que admirava o jeito que eu cuidava do meu pai. “De que jeito?” Perguntei. A desbocada e respondeu:

__como uma fêmea.

Engoli suas palavras a seco e fiquei encabulada: o que significava tratar meu pai como uma fêmea? Contudo, já não era uma menina e tinha idade o suficiente pra saber que irmã Izaura suspeitava de nós em matérias de sexo. Além disso, tinha alguns dias que andava encabulada com me pai, suspeitava que ele estivesse desconfiando da minha curiosidade em volta de sua rede já que ele tinha me chamado de “curiosa”. Desconfiei. Insisti que me explicasse o significado, mas ele não explicou. Tentei repudiar minha curiosidade, mas era difícil perder as oportunidades de ver sua rola pulsando dentro da calça, principalmente com aqueles cabelinhos pecaminosos aparecendo no cós da calça. Demorei um pouco para atender seu pedido para que eu tirasse minha saia…

__eu tirei a calça então você tem que tirar a saia…

Nesse instante empurrei a saia pra baixo, tirei pelos pés e atirei para fora do poção.

__tirei, agora tá bom?

__agora tá mais justo.

Como boa manhosa, tentei disfarçar minha ousadia de estar sem sutiã e com as tetas à mostra. Como bom pervertido, ele deixou que eu ficasse dentro de sua arapuca, pois experiente que era, sabia bem que “passarinha sonsa acaba na boca da cobra”.

__só não vou poder tirar a blusinha, tá?

__por que não?

__porque tô sem sutiã, meu amor!!!

Nessa hora ele passou o braço por trás da minha cintura e me puxou repentinamente contra seu corpo. Segurei meu corpo e fui soltando e medida que meu cérebro assimilou o simples pedido que estava me fazendo:

__fica abraçadinha com seu pai.

Nessa hora senti o calor de seu peito aquecendo minhas tetas. Os fios de cabelo de seu peito entraram pelos vãos da blusinha e tocaram minha pele macia. Ao sentir esta sensação deliciosa, repentinamente soltei meu corpo em seu braço e assim fui dominada em seus braços másculos de forma que nossos corpos se colaram completamente. Neste instante senti sua deliciosa rola tocando e aquecendo a testinha da minha xana. Mas, quem disse que era a primeira vez que eu sentia o calor e o volume de sua rola? Aconteceu várias vezes no retorno da igreja. Tinha um morro em especial, onde ele se levantava do selim para pedalar. Nessa hora sua rola se encostava em meu braço e ficava se esfregando de um lado para outro conforme o gingado de suas pedaladas. Meu pai também se fingia de sonso, pois eu já tinha notado que essas coisas dificilmente aconteciam na claridade, mas toda noite era certeiro de acontecer. Quando me lembrava da irmã Izaura, das suas desconfianças, pensava logo: “imagine se a velha visse meu pai subindo o morro com a rola roçando meu braço…”. Apesar do pecado, era gostoso sentir sua rola roçando meu braço, tão gostoso que passei a aproveitar da escuridão da noite, dando uma de sonsa, me sentava no meio do cano apenas para ficar mais perto dele. Entretanto, no poção aconteceu totalmente diferente: eu estava de calcinha e ele de cueca. E o toque era na testinha, perto da xana. E dessa vez a gente teve um tempo enorme, um tempo que nunca tivemos no caminho da congregação. E, aconteceu que em um certo momento ele rolou meu corpo de modo que fiquei de costas pra ele, e cochichou em meu ouvido:

__fica de costas pro pai.

Ele agarrou minha cintura no rumo da barriga e me puxou de volta contra seu corpo. Soltei minhas ancas lentamente para trás, pois de alguma forma achava estranho deixar minha bunda se encostar em sua virilha. Mas, se retardei o encontro, não pude evitar que sua rola roçasse minha bunda e entrasse em meu reguinho, pois minha calcinha era frouxa. Meu pai me agarrou e me apertou contra seu corpo. Como boa submissa, agi como se nada estivesse acontecendo, ignorando o tamanho do pecado que era bolinar com meu próprio pai. E pensei: “o que diria irmã Izaura e sua parente se me visse neste exato momento… que eu era fêmea do meu próprio pai… mas, por acaso ela já não pensava isto de mim?” Fechei os olhos e deixei que ele continuasse me bolinando. Sua rola roçava minha bunda, se enfiava em meu reguinho e suas mãos entravam por baixo da blusinha e corria minha barriga, passando bem pertinho das minhas tetas. Sentia meu corpo se arrepiar. E a rola entrava e saia cutucando meu reguinho, pulsando sem parar. De vez em quando ele segurava na parte de baixo da minha blusinha e subia com até perto das tetas. Este gesto me fez perceber que ele estava querendo tirar minha blusinha… e acertei…

__vou tirar sua blusinha, tá bom?

__não, pai… estou sem sutiã.

Ele continuou passando as mãos por dentro da blusinha, chegando a roçar minhas tetas. Não se contentou em roçar os dedos nas tetas. Passou a subir as mãos, agarrava as duas tetas e apertava deliciosamente. Depois segurava minha blusinha ameaçando tirá-la.

__deixa filha, deixa o pai tirar essa blusinha…

__não posso pai, tô sem sutiã.

__eu tiro e você fica de costas pro papai. Prometo não olhar. Só vou tirar…

Fiquei de olhos fechados e meu pai repetindo essas coisas em meu ouvido enquanto me bolinava. Nisso prestei atenção no cantar dos passarinhos, no burburinho da água. De que adiantava dizer “não” se suas mãos estavam explorando minhas tetas? De que adianta fingir que já não estava vendo minhas tetas? Abri os olhos e olhei em frente e vi apenas a mata: “seja o que deus quiser”, pensei.

__tá, mas não quero que o senhor olhe minhas tetas.

Ele prometeu não olhar e nisso pensei: “que besteira, afinal, ele já viu”. Então, ergui meus braços e ele puxou a blusinha e atirou para o lado de fora do poção. Na sequência, agarrou minhas tetas, me puxou para trás e começou a beijar meu pescoço. Eu me retorcia toda, roçando a bunda em sua virilha. E nisso percebi que sua rola parecia ter escapado da cueca. Disfarçadamente soltei o braço para baixo e rocei a mão por trás e para minha surpresa resvalei em sua rola. Constatei que estava do lado de fora da cueca. Mas tive dúvida, pois meu pai era muito sistemático para fazer uma coisa dessas. Então, para tirar minha dúvida, rocei a mão outras três vezes e todas três vezes resvalei a mão em sua rola. Não tive dúvida, mas achei melhor continuar fingindo que não tinha percebido sua safadeza. Nisso me lembrei de uma coisa que me intrigava por demais: naqueles retornos da igreja, embora a rola estivesse dentro da calça, parecia estar fora da cueca. Além disso, ele também me tratava como sonsa, pois algumas vezes me mandou sentar mais atrás no cano da bicicleta, pois era mais fácil de pedalar. Com esse movimento, eu ficava dentro de suas coxas, com uma de suas pernas deslizando sobre minha bunda. Enquanto eu recuperava essas lembranças, suas mãos apalpavam minhas tetas com força, e me mantinha colada em seu corpo. Por baixo, sua rola resvalava em minha bunda e mergulhava por baixo em minha virilha. Entretanto, tudo isto que falei até agora, que parece ter acontecido em minutos, durou horas. E, ali naquele ponto do morro e da floresta escurecia mais rápido e também ficava frio mais cedo.

__vamos sair, minha filha, tá frio… mas o pai quer sair grudadinho com você.

Nem sei explicar como saímos daquele poço grudadinhos, mas saímos. A gente estava quase igual um cachorro e uma cadela depois de cruzar. Do lado de fora ele quebrou o pacto que segurou por horas no poção: de não olhar minhas tetas. Aconteceu assim: ele me soltou para pegar as roupas que estavam no chão. Fiquei olhando-o pegar sua calça e camisa secas e juntar com minha saia e blusinha molhadas num só embrulho. Quando ele se virou pra mim, juro pela luz que me alumia que não vi meu pai, mas um macho. Me senti como uma cadela no cio e vi ele igual um cachorro no cio. Os cachorros não têm essas regras de gente, e isso já tinha acontecido em nossa casa poucos dias antes: certa tarde, ao chegarmos da roça encontramos a Bolinha grudada com o Valente, sendo que a Bolinha era filha do Valente. Rimos da situação e de como os cachorros fizeram aquilo apesar de ser pai e filha. Acho que isto foi um sinal pra gente. Enfim, naquele momento, o que vi era aquele macho gostoso que tinha me bolinado a ta

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Escrito por Camila

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