Vivo no armário e sou preferencialmente ativo mesmo, mas a coceirinha quando dá atrás procuro normalmente as profissionais tran. Curto cdzinhas e gays bem afeminados mesmo e, dependendo da ocasião, sou passivo para homens cis ou gays.
Só que, por não ir lugares do babado, por não usar aplicativos de encontros, quando sou passivo normalmente eu pago por isso, contrato profissional, o que procuro fazer via de regra quando não estou na minha cidade.
Viajo vez por outra para Petrolina, onde mora um amigo gay assumido e ele é quem me arranja essas paradas por lá quando eu peço. Sempre ele me diz que eu colabore com quem ele indica. É claro que não me nego, mas achar um cara com tesão para lhe enrabar só pela tesão não é fácil de arranjar fora “do circuito”, não é reclamando, é uma opinião minha.
Passei seis dias lá em Petrolina e fui enrabado por um boy estudante indicado por meu amigo, que saía do colégio e vinha me comer gostoso (educado, rola delícia e safado). Era transar, almoço, sobremesa, transar e um trocado para o lanche na escola no outro dia. Na última tarde, com minha autorização, ele trouxe um amigo do colégio, nem chegava perto da beleza e postura dele, mas com aquela rola enorme ele fazia sucesso. O amigo dele esfolou meu rabo de um jeito depois meu cu ficou frouxo. Virei putinha safada na rolas dos dois, fiquei acabado mas satisfeito. Mas o custo foi em dobro (até mais porque eu quis aumentar).
Viver no armário custa caro.
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É o preço que pagamos por sigilo, discrição e segurança.
Se vc curtiu é o que importa! Sigilo e discrição tem seu preço
Se vc decidir pagar tá tudo certo e de fato o sigilo e segurança é maior …