Eu confesso que eu e meu marido fomos trabalhar em uma empresa de porte médio. Ao fim de um ano, um dos proprietários veio trabalhar em nossa Cidade, assumindo a direção. Já estava há cerca de um mês conosco, quando percebi que ele me observava e sempre que podia me convocava a sua sala para solicitar tarefas de rotina que independiam de convocação.
Como ganhávamos pouco, considerando a atenção especial que o Diretor tinha por mim, resolvi pedir um aumento para meu marido. Tomei coragem e fui à sala do Diretor. Vesti uma saia, que dependendo da forma que eu me sentasse, deixava a mostra as minhas coxas e com uma blusa, que desabotoando alguns botões, deixava a mostra os meus seios.
Tenho consciência de que sou bonita e gostosa. Como o Diretor já demonstrara que eu o atraia, achei que me exibir um pouco poderia ser eficiente no atendimento da pretensão.
Ao entrar ele pediu que eu me sentasse e eu o fiz, expondo meu corpo como eu planejara. Lógico que ele me observou, sorriu e me ouviu com toda atenção. Ao final, me disse que analisaria o que eu estava pedindo, mas que eu voltasse para falar com ele ao final do expediente.
Voltei, não antes de me haver arrumado novamente para seduzi-lo. Ele me disse que pensara muito, mas que não poderia dar um aumento para meu marido. O daria para mim. E perguntou se eu gostaria de conversar sobre o assunto, jantando com ele no dia seguinte. Eu disse que seria difícil, pois meu marido não entenderia aquele jantar. Ele retrucou que meu marido não ficaria sabendo, pois naquela noite o faria viajar a trabalho. Refleti rapidamente e aceitei.
Dito e feito. Meu marido foi enviado para cumprir uma tarefa em outra cidade. Quando terminou o expediente, esperamos que todos saíssem para que fossemos a um restaurante discreto.
Lá ele me disse que o aumento seria para mim, porque a mim que ele queria dar força e não a meu marido. Ao terminar, voltamos ao carro, quando ele pegou a minha mão, olhou nos meus olhos, se aproximou e nos beijamos.
Meu salário dobrou. Meu marido continuou a viajar pelo menos uma vez por semana e eu a jantar fora. Até que uma noite, ao invés de ser levada a um restaurante, fui levada a um motel. Lá pedimos um vinho e depois, pela primeira vez, transamos alucinadamente. Foi uma loucura. Ele gozou muito e eu gozei como nunca havia gozado com o coitado de meu marido.
O programa passou a se repetir frequentemente.
Dois meses depois, fui designada gerente e meu marido tornou-se meu subordinado. O plano era fazê-lo sentir-se inferior e humilhado. Enquanto, dois anos após, eu estou ganhando R$8.000,00 ele está ganhando R$700,00.
Eu estou provendo a casa. Como a minha função exige presença na empresa além do horário normal de expediente, meu marido vai cedo para casa, para faxinar, lavar e passar roupa e preparar o jantar. Tudo isso foi planejado, para que ele ficasse na minha total dependência.
No princípio relutei, mas depois cheguei à conclusão que, agindo conforme o plano, eu só poderia levar vantagem e seria bom para mim fazer com que meu marido se sentisse subalterno e humilhado. Deixei de ser aquela mulher boba e passei a me amar!


O que não se faz por uma pica e uma grana a mais.
Devaneios de uma GP