Eu confesso que convenci a minha esposa a transar com outro homem: Convivemos juntos a 6 anos. Eu tenho 26 anos e ela 24 anos. Nossa relação estava esfriando e eu estava disposto a fazer qualquer coisa para reacender a chama, tanto que resolví começar fazendo investimentos em brinquedos eróticos, lingeries e acessórios (confesso que cheguei a gastar um bom dinheiro nisso! Hoje ela tem uma coleção enorme de vibros, sandálias de salto e algumas dezenas de lingeries que sequer usou). De antemão funcionou perfeitamente, mas eu queria mais, em verdade vos digo que queria experimentar uma forma de prazer diferente (não me entendam mal). Dediquei um tempo navegando por mares estranhos (internet): esse não é o tipo de problema no qual se deve procurar ajuda com amigos e familiares pelo menos eu penso. Certa vez lí um relato de um ménage de um casal que me deixou super excitado (não recordo a fonte no momento, nem faço idéia se o mesmo era verídico, na verdade esses são detalhes que não agregam nenhum valor), a partir daí aquilo tomou conta do meu ser comecei a ter sonhos e decidí contá-los para ver a reação dela (com receio no início afinal o que ela pensaria a meu respeito? A puta que estava adormecida nela aflorou! Confesso de novo que tivemos boas transas deste momento em diante). Mas isso não foi o bastante, com o tesão sempre à flor da pele, comecei a fantasiar em várias situações outros homens com ela,desde o entregador do supermercado ao entregador de pizza. Um belo dia eu como sempre louco de tesão resolví perguntar se ela teria coragem de ficar com outro homem, tenho que admitir que foi um caso premeditado pois estava esperando a visita de um técnico que viria fazer uma instalação em casa e essa seria a oportunidade perfeita. Ela concordou, mas as coisas não sairão como planejado: o técnico marcou para um dia no qual eu já tinha um outro compromisso marcado mesmo assim cogitei com ela a possibilidade, novamente ela concordou mas com algumas condições dentre elas se o homem fosse velho ou feio não rolaria por mim estava tranquilo. Nesse dia eu escolhí a roupa que ela usaria: uma saia curta justa laranja semi-transparente, uma camiseta com um belo decote, soutien vermelho e calcinha fio dental também vermelha (parece loucura mas eu realmente escolhí a roupa que ela usaria para provocar o cara). Antes de sair me certifiquei que estava tudo bem conferí a roupa e fodí ela feito um louco, ela foi para o banho se vestiu novamente, nos beijamos e nos despedimos. O que vou contar pra vocês agora é a reconstituição fiel do que ela me contou quando cheguei em casa inebriado de ódio e desejo ( ela teve a audácia de me ligar enquanto era enrabada só pra que eu ouvisse seus gemidos de prazer): O técnico chegou em casa por volta das 14 horas, ela estava deitada e nua, havia acabado de sair novamente do banho pois tinha se masturbado inúmeras vezes depois que saí e ainda estava ardendo em tesão, se vestiu e foi abrir a porta, quando se deparou com o sujeito ficou envergonhada pois segundo ela o cara a comeu com os olhos, a fitou dos pés à cabeça, pediu licença e entrou. Ela pediu pra que ele se sentasse na poltrona e ficou acompanhando-o enquanto ele fazia o serviço sentada em frente à ele com as pernas entreabertas e ligeiramente reclinada pra que ele tivesse um ângulo de visão de seus seios. Vou interromper pra contar o que ele viu no momento em que a porta se abriu: uma bela morena, baixa de cabelos negros e compridos, de seios fartos, quadris largos, bumbum enorme e pernas bem torneadas. Continuando vez por outra ela mudava as pernas de posição, se levantava e ficava de costas pra que ele apreciasse, se aproximava dele e se reclinava, e continuava se exibindo sempre olhando entre as pernas dele pra ver o resultado dos seus esforços, para o seu bel-prazer o cara estava bem excitado, mas outrora também envergonhado, terminou o serviço rápido e já ia se retirar quando pediu um copo com água, ela ficou chateada mas estava com muito tesão e resolveu improvisar foi à cozinha tirou a saia e a blusa e o chamou para que ele fosse tomar a água. Quando ele adentrou a cozinha e começou a sorver a água vendo aquela cena ficou constrangido e muito mais excitado do que já estava, ela fez uma rápida striptease se aproximou e agarrou em seu cacete com força por cima da calça, se ajoelhou, abriu seu zíper, afastou a cueca e colocou o pau do cara pra fora o masturbou e mamou feito uma louca. O cara colocou o copo sobre a mesa ela se levantou e o encostou na parede, chupou mais o cacete dele, se ergueu novamente colocou os seios dela pra que ele mamasse e forçou a cabeça dele para baixo para que ele acariciasse sua buceta com a língua gozando em seguida na boca do safado. Ela se recostou sob a mesa de costas pra ele ficou rebolando enquanto se esfregava no pau e pediu pra que ele a penetrasse com força, o cara fudeu ela nessa posição por um longo período de tempo quando ela resolveu mudar de posição depois de ter gozado novamente. Ela se ajoelhou sentada na cadeira de costas pra ser fodida novamente enquanto não gozava outra vez, se levantou pediu que ele sentasse na cadeira e cavalgou por bastante tempo alternando de frente e de costas pra que ele mamasse em seus seios e desse umas palmadas em seu rabo. Quando ele sinalizou que ia gozar ela saiu rapidamente retirou a camisinha e ajoelhou-se entre suas pernas revezando entre breves boquetes e espanholas até levar uma gozada farta próxima à boca que escorreu rapidamente pelo queixo até atingir os seios que foram lambuzados em seguida. Segundo ela o cara ainda pediu pra foder seu cuzinho mas ela negou veementemente alegando que eu poderia chegar a qualquer momento, pois apesar de ter gozado várias vezes a consciência dela havia pesado pois mesmo com o meu consentimento ela sabia que o que tinha acabado de fazer ia contra todos os seus princípios.
Bem por enquanto vou ficando por aqui em uma outra oportunidade eu continuo esse relato, já vou adiantando que a timidez do rapaz se esvaiu naquela ocasião e que a história ainda se desenvolverá por mais algumas linhas. Em breve…

