Desculpem pelo textão hahaha. De uns tempos pra cá eu vinha duvidando da minha sexualidade. Me considerava hétero por apenas ter ficado com garotas, mas há tempos tinha curiosidade de ficar com um cara pra saber como era. Sou a favor da experimentação e acho que só assim a gente vai saber se curte alguma coisa ou não.
Mas acontece que sou muito tímido e não falo pra praticamente ninguém sobre as minhas intimidades, nem mesmo pra minha irmã, que é bissexual e muito próxima de mim. Ela achava que eu era hétero e sempre espantava os caras que tentavam chegar perto de mim nas festas.
Bom, um certo dia eu acabei falando pra ela, bem a contra gosto, que tinha vontade de beijar um homem pra ver se curtia, e ela levou numa boa. Nunca mais tocamos no assunto.
Passou cerca de 1 mês e meio, e nessa sexta a minha irmã resolveu chamar os amigos dela da faculdade pra virem em casa (moramos juntos, sozinhos), sendo que 3 dos 4 caras que vieram eram gays. Eles chegaram aqui quase meia noite, e logo começamos a beber. Não demorou muito para que alguém sugerisse que a gente jogasse algum jogo. Nós começamos com sueca, mas logo trocamos pra verdade ou desafio. Das meninas que estavam aqui, uma namorava (e estava com o namorado aqui), a outra era solteira, e a outra era a minha irmã. Bom, depois que eu beijei a solteira, começaram a me desafiar a pegar os caras. Fiquei bem desconfortável por estar fazendo aquilo na frente das pessoas, especialmente da minha irmã, mas não me estressei muito.
Num certo momento, me desafiam a escolher entre beijar o João ou o Caio. O Caio era mais bonito, então acabei escolhendo ele mesmo. Rodaram a garrafa de novo, e dessa vez o desafiado era o Caio. "Te desafio a passar 5 minutos no banheiro com o Pedro [eu], já que ele escolheu te beijar na rodada passada". Gelei na hora. Fomos pro banheiro. Sentia uma mistura de nervosismo e excitação. O Caio fechou a porta, e não acendeu a luz. Ele sorriu pra mim e começamos a nos beijar.
Eu tava sozinho ali, só eu e um cara, pela primeira vez, e sem mais ninguém pra ver. Aquela era a hora de saber se eu gostava ou não. Mas eu já sabia. O volume na minha calça tinha crescido assim que o Caio fechou a porta, e a gente logo começou a se agarrar. O beijo era bom e fluía muito bem. Começamos meio sem jeito, mas logo senti a mão do Caio fazendo carinho no meu pau por fora da calça. Fiz o mesmo, e as coisas começaram a esquentar. Tava ficando muito bom.
Desabotoei a minha calça e puxei a minha cueca pra baixo. Caio começou a bater uma pra mim e eu agarrei a bunda dele. Eu tenho uma tara por bunda de homem, então aproveitei como se não houvesse amanhã.
Pedi para o Caio me chupar, e ele atendeu ao meu pedido. Quando ele terminou, foi a minha vez. O pau do Caio era bem menor que o meu, mais fino e meio torto pro lado. A gente se agarrou, se esfregou e pegou em tudo que dava pra pegar.
Continuamos naquela pegação frenética, mas aí eu comecei a me preocupar um pouco com o tempo, porque já era a segunda vez que tinham ido bater na porta pra falar “já podem sair, viu?”, então achei melhor encerrarmos por ali. “Acho que é melhor a gente sair, já faz muito tempo que a gente tá aqui”. Caio concordou. Ajeitamos nossas roupas, mas meu pau estava enorme e visivelmente duro. Falei pra ele sair antes, que eu ia esperar um pouco até o colega abaixar.
Depois de uns 2 minutinhos, saí como se nada tivesse acontecido, mas a minha boca toda vermelha e a demora no banheiro entregavam bastante. Depois disso, casamos no rolê. Ficamos a festa inteira grudados um no outro e trocando carícias a noite toda.
Amanheceu, e quando deu umas 7 horas, a galera resolveu ir embora. O Caio se despediu de mim umas três vezes, falou que eu era muito fofo e que tinha amado me conhecer.
Agora meio que fodeu, porque o Caio não sai da minha cabeça hahahaha. Mas se não der em nada, vida que segue, não é mesmo?

