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Perguntas frequentes

Eu confesso que estas são as respostas para as perguntas frequentes sobre o movimento O Sul é o meu país:

1 – Qual será o nome do país?
O nome do país será escolhido no momento oportuno. Primeiro é preciso que esse país exista, para depois escolhermos o nome em assembleia. Existem sugestões, por isso a escolha deverá ser feita por aclamação para que o melhor nome seja eleito. A prioridade é concentrar os esforços na causa pela busca da Independência.

2 – Separatismo não é inconstitucional?
A princípio sim. A Cláusula Pétrea na Constituição Brasileira prevê a indivisibilidade do Brasil. Porém há inúmeros precedentes que nos dão a certeza de conquistar a independência. Lembramos que em 1920 no mundo havia 63 países, hoje temos 194. A cada ano surgem, em média 2 países. Aqueles países também tinham leis de indivisibilidade do território, porém conseguiram a autonomia. Um grupo, nação é mais importante que o território, e esse povo tem o direito de buscar a Autodeterminação. No caso do Brasil a motivação é política e econômica, uma vez que, o Governo Central em Brasília onera o povo do Sul, retirando valores elevados através de impostos (mais de 100 bilhões por ano) e devolve em serviços aproximadamente 20% desse total. Na questão política, geograficamente, a região está em desvantagem e isso diminui a nossa representação no Congresso brasileiro. Temos 9 senadores enquanto em outras regiões há bem mais. Esse fator desfavorece a aprovação de projetos para o sul.

3 – Como chegar à independência?
O caminho para conquistar a independência é por meio pacífico, através de plebiscito (consulta popular). Para aqueles que insistem optar pelo caminho da força, não há espaço para eles no Movimento O Sul é Meu País. A opção deve ser pacífica e somente pacífica. A maioria das secessões deu-se por meio pacífico. Para isso as mobilizações devem ocorrer em maior número de pessoas possível. Quando um governo percebe que que a maioria quase absoluta reivindica Autonomia, ele não terá outra opção a não ser negociar. Se optar pela repressão terá que destruir todo o povo, o que não seria prudente. A opção pela força é desnecessária e imprudente, visto que, para recuperar um país do dano de uma repressão levará gerações.

4 – Por que vocês querem se separar, já que o mundo está se unindo?
O mundo é! Ele não está separado nem unido. Está sempre em movimento. O que ocorre é uma acomodação dos povos que vivem segundo seus costumes, sua cultura e isso precisa ser respeitado. O Homem não é apenas o seu corpo. O que o define são os valores, costumes, tradições, a cultura que ele traz consigo. Ele precisa do grupo com o qual se identifica e compartilha essa cultura. É a essência da sua existência. Conforme descrito na pergunta 2, a ideia de que os países estão se unindo é falsa. Pelo contrário, há um fenômeno ocorrendo no mundo. Existem mais de 300 movimentos separatistas, povos que buscam liberdade e uma vida melhor.

5 – O novo país será autossuficiente?
Sim! Temos de que precisamos. Somos suficientes em energia. Dedicação ao trabalho e busca pelo conhecimento. Por esse motivo poderemos aumentar nosso produto industrializado. Há sempre um questionamento sobre a falta de energia (petróleo, etc.) porém vemos países como Japão, Suíça, Dinamarca, Suécia que são territórios acidentados, gelados, pequenos e sem petróleo. No entanto, o povo é rico. O tamanho, a idade dos países não é fundamental para o desenvolvimento de uma nação. Como exemplo temos o Egito com mais de 4000 anos, mas tem dificuldades econômicas e políticas permanentes. Nova Zelândia é um país jovem, rico e promissor. A Suíça é o cofre do mundo e sequer tem um poderoso exército. O povo é simples e não e difere de outros povos (eles não são super-homens).

6 – Como será a bandeira, o hino e símbolos afins?
Estes itens estão sendo criados. Temos uma bandeira (azul com três estrelas que representam as três províncias)

7 – Autonomia econômica já não basta?
Talvez bastasse, mas por quanto tempo? Como confiar em um governo que seguidamente muda as regras políticas e não cumpre acordos? O Brasil não deu certo. O Poder público não atinge o cidadão que reside nos sertões ou confins do território continental. Para aprimorar e atendê-lo precisaria mudar o sistema tributário e fortalecer os municípios, pois é neles que tudo acontece. A criança precisa de creche, o jovem precisa estudar e trabalhar. O agricultor precisa da garantia da safra e de segurança de investimentos, o empresário precisa de segurança de estabilidade para poder investir e trabalhar. Um governo centralizador daria essas garantias? Separar ainda é a melhor saída.

8 – Eu sou brasileiro e vivo no Sul. Eu ganharei cidadania?
Sim, Você será um estrangeiro com cidadania do novo país. Há leis internacionais que garantem esses direitos. Ninguém será tratado como algoz, o procedimento é o mesmo dos países civilizados.

9 – Qual será a moeda?
Assim como os demais símbolos, a moeda também será decidida em assembleia.

10 – Vocês são de esquerda ou de direita?
A Nação Sulina é vocacionada para o Liberalismo, afinal lutamos pela independência e liberdade. Ao mesmo tempo repudiamos os extremismos. Ideologias assassinas são veemente repudiadas pelo Movimento O Sul é Meu País.

11 – Por que não incluir São Paulo e/ou outros estados na secessão?
São Paulo tem um Movimento próprio. É o Estado mais rico do país e tem características diferenciadas em relação ao Sul. Incluir São Paulo não é viável, até porque no futuro próximo ocorreria uma nova separação.

12 – O movimento é racista?
Quem tece comentários reforça tais estereótipos e situa-se no rol da ignorância. Saibamos que racismo é um termo erroneamente usado quando aplicado ao “homo sapiens”. Só existe uma raça – a raça humana. A cor da pele usada como referência para dividir pessoas em pseudo “raças” é uma aberração. Pessoas de pele clara que por ventura vivessem no hemisfério (linha do Equador), depois de algumas centenas de anos teriam a pele escura. Da Mesma forma pessoas de pele escura se morassem próximo aos polos teriam pele mais clara. É uma questão geográfica e a cor da pele nada tem a ver com raça. Os estereótipos contra o povo do sul apareceram nos anos 30, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, quando disseminou-se pelo Brasil o perigo alemão, visto que, no sul residiam os imigrantes alemães. Para aprofundar mais o tal estereótipo, no início dos anos 90 uma importante emissora de TV editou uma reportagem contra um movimento – O Pampa – RS, cujo organizador tinha simpatia por tal ideologia. Aquela emissora simplesmente colocou outros Movimentos no mesmo rol e fez com que reforçasse ainda mais o preconceito contra o povo do sul. Os demais movimentos que tinham intenções para um debate sobre questões políticas de interesse do Sul e que não comungavam com ideologias extremistas, foram também muito prejudicadas.

13 – Como fica a situação dos atuais servidores federais?
A princípio todos terão seus direitos preservados. Haverá certamente recolocação e acomodação dos servidores públicos, pois o novo país precisará dar continuidade a toda administração.

14 – Qual será a forma de governo?
Muito provável que será um sistema Parlamentarista. Será dada ênfase para a administração nos municípios. O sistema poderá ser parecido com o da Suíça, ou Suécia. É no município onde tudo acontece, crianças precisam de creches, jovens precisam estudar e trabalhar. O povo precisa de saúde. O agricultor precisa de garantias de safras e o empresário de incentivo e segurança para investir na produção. O município é a “célula mater” de um país.

15 – Por que não lutar pela inversão do pacto federativo?
Já vivemos em um pacto Federativo e até agora não foi traduzido em realidade. Entre as críticas que o regime de federação sofre está a de propiciar um grande dispêndio de recursos públicos para manter a estrutura orgânica e funcional das entidades componentes. É a correta observação de DALMO DALLARI, de que, “o Estado Federal, segundo se alega, provoca a dispersão dos recursos, uma vez que obriga à manutenção de múltiplos aparelhos burocráticos, sempre dispendiosos e desejando executar seus próprios planos” (Elementos de Teoria Geral do Estado, Saraiva, 10. ed., 1983, p. 229). Com exceção dos EUA, que optaram pela confederação, os demais países confederados com extensão territorial continental não estão bem. As pessoas desses países têm necessidades básicas. Mesmo tendo recursos naturais e energia em até certa abundância, o povo é pobre – é o caso do Brasil – país rico população pobre.

16 – Por que não lutar pelo federalismo?
Pelas mesmas razões argumentadas na resposta 15. No Federalismo não há autonomia total, os municípios são apenas entes da Federação à qual servem como escravos. (Talvez o autor da pergunta tivesse em mente a Confederação).

17 – Quem é brasileiro de outro estado precisará de visto para entrar no Sul?
Dependerá dos acordos entre os dois países. Certamente sim.

18 – Separatismo não é nazismo?
Nascem, em média, dois países por ano. Nenhum deles têm características ou motivações nazistas. A luta pela Autonomia tem objetivo em melhorar as condições de vida de uma nação. Não se trata estabelecer diferenças étnicas entre povos ou entre um povo que vive dentro das mesmas linhas demográficas. Não há um povo melhor que outro, como também não há culturas melhores ou piores. O povo da região sul do Brasil é também miscigenado. A questão em si, não é étnica e sim político-econômica. São falsos os argumentos e as ideias de “raça diferente” como é disseminado por aqueles que se colocam contra a separação. JOÃO NASCIMENTO FRANCO – fundador do Movimento MSPI – diz o seguinte: “Sabe-se que cerca de 11 bilhões de dólares foram, na década de 1980, remetidos para o Norte e nordeste. O que não se sabe é se estes bilhões foram adequadamente aplicados na solução do problema das secas”. Há aqui duas coisas a se examinar: injustiça e discriminação.

19 – Separatismo não é fascismo?
Pelo contrário, enquanto fascistas tentavam unificar sua nação para um estado totalitário, nós queremos um estado livre, menos coercitivo, moderno, onde as pessoas tenham orgulho de viver. Os fascistas veneram o Estado Totalitário, enquanto a nossa luta é pelo Estado mínimo.

20 – Então é comunismo?
Jamais! Estado menor possível na sua administração, baseado na livre iniciativa, na liberdade e com direitos e deveres recíprocos. Ao contrário do sistema comunista onde o Estado é o senhor de tudo e opressor extremo.

21 – Quem é aposentado continuará a receber sua aposentadora pelo atual INSS?
Como argumentado acima, todos os direitos serão assegurados. São normas internacionais e serão todas respeitadas.

22 – E quem ainda não é aposentado, perderá o tempo de contribuição?
Não perderá! (resposta acima)

23 – Sendo específico: Quem recebe auxílio acidente (não é o famoso encosto, encosto = auxílio doença) o benefício será cortado?
Quem passar por perícia e for atestada a necessidade do benefício, certamente o terá. Porém, as leis serão mais severas para quem forçar, burlar, simular uma situação de doença da qual não sofre.

24 – Qual será a capital do país?
Será escolhida em assembleia. Talvez seja uma capital itinerante. Está em estudos.

25 – Quem será o presidente? Beto Richa? Esperidião Amin? Tarso Genro?
Nenhum deles. Poucos políticos do sul se dedicam com afinco em favor dos três estados. Pelo contrário, criam situações de adversidade e jogo político, barram verbas do governo central para investimento. O cidadão do sul é o mais penalizado.

26 – A gasolina não ficará muito cara?
Será uma das mais baratas. A vizinha Argentina pratica o preço bem menor que o Brazil e não é autossuficiente em petróleo. O Brazil tem o 16º lugar no custo mais elevado, ao consumidor. Deve-se, principalmente, ao fato do país não ter tecnologia suficiente para o refino de todos componentes. Certamente, no novo país isso será melhor administrado.

27 – Como ficarão as estatais federais que hoje estão no Sul?
Dependerá das negociações. Itaipu certamente será do novo país. Seria de justo que essas empresas pertencessem ao sul.

28 – O movimento é xenófobo?
Xenofobia é um transtorno psiquiátrico, medo incontrolável do desconhecido. Sendo um transtorno, não acredito que todos os sulistas sofram desse mal.

29 – Políticos poderão ter aposentadoria?
Tentaremos desconstruir o profissionalismo político e buscaremos formas de servir ao estado sem remuneração ou espelhar-nos-emos no modo dos países nórdicos. Portanto, o cidadão terá a aposentadoria recolhida por ele na profissão que ele exerceu como um profissional trabalhador e não como político.

30 – Como poderá o movimento O Sul é o meu país evitar a corrupção?
Com o enaltecimento dos valores morais e éticos nos cidadãos, para que a prevenção dos modos inadequados com a sociedade comece ainda no berço. Educação de qualidade e cumprimento às leis. O estado deverá ser transparente, participação efetiva da população nas decisões mesmo judiciais. Eficiência na aplicação das leis, com menos recursos e que o condenado cumpra a pena na íntegra.

31 – O que o movimento pensa sobre o impeachment da Dilma?
Que se faça da forma como as leis brasileiras prescrevem. O Movimento não promove ações a favor do impedimento da presidente Dilma.

A petição para a realização do plebiscito pela independência do Sul, por favor, assine agora mesmo: h t t p s : / / secure . avaaz . org / po /petition / Congresso _ Nacional _ do _ Brazil _ Queremos _ que _ o _ Congresso _ Nacional _ permita _ um _ plebiscito _ consultivo _ no _ Sul / ?pv=7

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Escrito por Anônimo

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amo ela e nao sou correspondido

O que fará no próximo domingo?