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Perversão

Eu confesso que anos atrás fui ajudar minha sogra, viúva, que estava de mudança para nossa casa. Levei-a até a casa de onde estava saindo para buscar algumas coisas que ainda estavam lá. O céu estava negro. Deixei-a na porta da casa e fui estacionar a uns 50 metros. Quando saí do carro, a tempestade caiu. Corri, escorreguei, deslizei e bati contra os carros estacionados. Por pouco não bati o saco no pneu de um carro. Além de mal conseguir me levantar, estava completamente encharcado, como se tivesse entrado debaixo da torneira. Ela estava deseperada, pois apesar de sogra, gosta de mim como a um filho. Consegui me arrastar até a casa e fui até o banheiro. Tirei a camisa empapada de sangue e vi que o esfolado ia até a bunda. Minha perna doía demais. Tirei as calças também. Havia um hematoma enorme na virilha. Nesse momento minha sogra entrou no banheiro. Fiquei sem graça, ainda mais que com a dor e o frio, meu pinto estava bem pequeno. Mas ela agiu normalmente. Falou para não se preocupar, que eu ´podia ficar à vontade , que não conatria para ninguém e me ajudou a fazer curativos. Na casa não havia mais nada, de modo que fiquei pelado até as rupas secarem, por umas duas horas.
Desse dia em diante, sempre que ficávamos sozinhos, eu ficava pelado. Nunca fiquei excitado, sempre foi uma relação de carinho. Mas ficava pensando, arrependido, se isso não era uma perversão.
Recentemente, ela caiu e quebrou a perna. Por algum tempo, tínhamos que cuidar dela. Num sábado que minha mulher teve que trabalhar, fiquei sozinho e logicamente, alegando calor, fiquei pelado. A certa altura, ela me chamou e disse que estava encharcada. A cuidadora ainda levaria umas 3 horas para chegar, de modo que me ofereci para ajudá-la a se trocar. Ela aceitou. Tirei a camisola dela e passei pano úmido em sua buceta e bunda. Lógico que dessa vez meu pinto cresceu e ficou muito duro. Para colocá-la na cadeira de rodas, meu pinto encostou nela. Arrumei a cama e coloquei-a de volta. De novo, meu pinto duríssimo se apertou contra ela. Para ajeitá-la, tive que colocar meus braços em volta de suas tetas e puxá-la. Perguntei se ela queria por a camisola de volta e ela disse que não, pois estava com calor. Pediu para eu me aproximar e pôs a mão no meu saco e no meu pinto, sentindo o bicho quente e duro. Sentei-me ao seu lado e bati uma punheta, bem devagar, com a mão dela nas minhas bolas.
Nunca trocamos uma palavra sobre o assunto.

Quando penso nisso, sinto arrependimento, me acho um puta pervertido, mas que foi bom, isso foi.

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Escrito por Anônimo

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