em

Peso na consciência.

Desculpe, o desabafo é longo:
As coisas erradas na minha vida. Hoje, aos 49 anos, tenho uma vida relativamente boa. Funcionária pública concursada, ocupando cargo de destaque e com bom rendimento salarial que me deu quase tudo que sempre quis. Mas, não sei se é depressão ou peso de consciência, há alguns meses venho me sentindo mal pelo que aprontei ao longo desses anos.
Perdi a virgindade antes dos 13 anos e desde aquela época eu me insinuava para homens, principalmente casados que me davam presentes e dinheiro. Eu era uma espécie de puta. Aos 14 anos eu namorava um cara bem legal, era muito apaixonada por ele que tinha 21 anos. A gente não transava porque eu falei que era virgem, mas eu vivia dando para outros homens quase que diariamente. Namoramos até ele descobrir que eu estava de caso com outro cara.
Aos 17 anos eu engravidei de um parente longe, por quem eu estava apaixonada (sempre apaixonava). Meu pai e meu irmão mais velho me puseram para fora de casa. Mudamos para outro estado. Quando a minha filha nasceu, vi que ela era bem parecida com um político da minha cidade, com quem eu transava de vez em quando. Mas meu agora marido assumiu a criança e até hoje é o pai. Só eu sei e tenho desconfiança.
Depois do nascimento da menina, meus pais reconciliaram comigo. Sempre eu viajava para a terra natal e acabava tendo algum romance. Mesmo se o marido estivesse comigo, sempre dava um jeito de escapar. Além do mais, eu sou ciumenta e vigiava mais do que era vigiada. Cheguei a dar para um cunhado enquanto todos dormiam na casa dos meus pais.
Há 12 anos conheci um colega de trabalho maravilhoso, atencioso e educado. Eu dava bola para ele e morria de vontade de beijá-lo. Quase um ano depois houve oportunidade e trocamos um longo e apaixonado beijo. Confesso que nunca havia provado um beijo tão delicioso. Apaixonei novamente. Ficamos dois anos tendo caso. Eu morria de vontade que a esposa dele descobrisse para que morássemos juntos. Não pensava nas consequências de destruir uma linda família (ele, a esposa e duas crianças). Separei do meu marido que descobriu minhas traições (com o patrão dele) e fui morar numa quitinete. Implorei que ele fosse morar comigo, mas o danado relutava. Eu estava loucamente apaixonada apesar de vez ou outra transar com homens diferentes (o pau dele é normal no tamanho e eu gosto de grandes também). Fiz ele comprar uma casa para mim (50 mil pagos à vista), apesar dele não ser um homem rico. O coitado usou todas as economias, porque eu jogava na cara dele que estava morando mal porque me separei do meu ex-marido por causa dele (mentira – o outro só ficou sabendo desse atual romance uns seis meses e acusava o ex-patrão)
Até que um dia, pedi para uma colega contar para a mulher dele sobre nós. O negócio desandou, ela veio tirar satisfações e eu respondei “pois é.. aconteceu”. Mesmo assim, ele conseguiu o perdão da mulher, nunca mais olhou na minha cara e acabou mudando.
Depois disso, arrumei um marido drogado, que me espancava. Depois que consegui me livrar dele, trouxe para minha casa um jovem de 21 anos que eu sustentava até ele começar a me trair com meninas da sua idade. Eu já estava com 42 anos. Desisti desse e arrumei outro jovem também. Queria alguém com virilidade. A minha filha formou, saiu de casa, não tem contato comigo e vivo assim: arrumando homens novos para que eu os sustente. De vez em quando saio com um caso antigo e até com uma colega de trabalho eu já transei.
Estou ficando velha, sei que se arrumar um marido, mesmo que seja excelente, vou cair em tentação quando ver um cara novinho ou de grande volume.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Beijo grego

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Meu amigo me mandou nudes