Eu confesso que tenho viagens espetaculares sobre como dominar o mundo e outros planetas do sistema Solar, tornando-me o mais poderoso ser-vivo que já existiu.
Penso em começar ficando milionário e mandando construir um QG dentro de um prédio da mais alta tecnologia que o homem já viu. Esse prédio seria uma mega-construção indestrutível com cameras de segurança para cobrir todo o prédio e monitorar tudo num raio de quilômetros.
Um aeroporto no último andar poderia receber aviões de até grande porte (como um boeing) e muitos helicópteros. Incluindo uma estação de lançamento de foguetes para o espaço.
Armas, muitas armas! Armas nucleares, químicas, biológicas, climáticas, tecnológicas, nano-armas e diversos robôs high-tech ao estilo “exterminadores” e robos de reconhecimento de terreno. Isso tudo faria a segurança da minha principal estação de moradia.
Dentro do edifício tudo seria auto-suficiente, e geradores de energia nuclear e baseados em matéria escura fariam energia o suficiente para sustentar toda uma horta no interior do edifício em forma de estufas e algumas a céu aberto. Automatizado, nenhum morador do edifício precisaria se preocupar com a sobrevivência, isso seria mantido pelo próprio sistema projetado para 500 pessoas. O sistema inclui bem-estar social, com atividades e lazer acompanhadas ou não-monitoradas.
O climáx tecnológico deste imenso edifício que eu construiria quando dominasse o mundo, seria a transformação dele em um imenso robô-gigante. Capaz de caminhar pelo mundo, levando sua enorme estrutura para qualquer canto. Destruindo o que estivesse pelo caminho…
Mas não para aí. Esse enorme andróide, do tamanho de um prédio de 61 andares, poderia acionar turbinas gigantes e levantar voô. Atingindo grandes alturas, ultrapassando a atmosfera, o espaço exterior, os confins do sistema solar, e no tempo certo (???), qualquer canto no universo.
Penso em adicionar luxos, como manter um harém com uma boa quantidade de belas mulheres , contratadas para acompanhar, servir, proteger e massagear a mim e a minha tripulação da solidão na qual o poder envolve as pessoas muito poderosas.

