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Por dinheiro

Alguém já transou por dinheiro? Já pagou para transar?

Eu tenho uma conhecida que era prostituta. Hoje ela é empresária, e tá muito bem. Na época, ela tinha um filho pequeno, morava com o marido (ela dizia que só morava, que estavam largados), trabalhava numa casa de encontros de luxo e parecia ganhar um bom dinheiro. Ela me contava de uns perrengues, mas no geral, dizia que era tranquilo. Algumas vezes dizia que tinha sido “estuprada”. Noutras, que estava “apaixonada” por um cliente. Era o tipo: alguns faziam sexo e outros faziam “amor”, explicava.

Quando eu era bem novinha, tinha um vizinho que me pagou para fazer um favor para ele. Nos víamos todos os dias, ele era mais velho, solteiro, bonitão, e sempre que tinha a chance, fazia elogios ao meu corpo. Gente, naquela época, essas coisas aconteciam, mas hoje, dá um problema danado.

Eu, mesmo novinha, desdenhava, me achava gostosa, punha shortinho, calcinha enfiada e arrasava. Ele sempre estava por ali, era o dono da bola que os meninos jogavam na quadra, brincava com a turma, separava as brigas dos moleques. Ele era confiável.

Numa sexta-feira qualquer, ficamos até tarde brincando na praça perto de casa. Quando acabou, cada um pegou o seu rumo. Ele apareceu e puxou conversa comigo. Conversa vai, conversa vem, propôs pagar por um “favor” e perguntou se eu toparia. Falou que eu era muito “gostosinha”, que tinha muito tesão em mim, mas sabia que eu era muito “séria” (kkkkk). Da forma como falava, parecia mais um elogio do que uma cantada. Eu fiquei só escutando, achava maravilhoso ser tratada daquele jeito.

No final, a oferta de dinheiro era só para eu deixá-lo chupar meus peitos e nada mais. Quando ele me perguntou quanto custaria, eu não sabia o que cobrar. Ele ofereceu um trocado e eu disse que não. Ele aumentou o valor várias vezes e topei. Hoje, seria o equivalente a cerca de R$ 50, dinheiro para um McDonald’s. Mixaria, nossa!

A verdade é que eu já tinha namorado, aqueles namoricos de escola. O menino com quem eu ficava passava o rodo em todo mundo. Num dia era comigo, no outro era com alguma novata. E eu também não perdia oportunidade. Era aquele momento de aprender e experimentar as coisas. E chupadinha no peitinho era normal, a gente deixava até de brincadeira na hora do recreio. Tinha o cantinho das meninas onde a gente ia pra beijar na boca, e não ficava só nisso. Rolava até punhetinha. A coisa era maluca.

Por isso pensei que seria tranquilo, uma grana fácil. Só perguntei onde faríamos. Ele sugeriu a casa dele, mas eu não aceitei. Optamos por uma casa que estava desocupada, quase ao lado da nossa, um lugarzinho safado que a gente ia com os meninos. Havia um corredor lateral com um portão de lata, sem tranca. Dava até pra entrar na casa pelas janelas que a gente abria com alguma malandragem. O lugar estava cheio de jornais velhos e folhas secas pelo chão.

Entramos discretamente para ninguém ver, fechamos o portão. Ele pagou primeiro, eram várias cédulas, que coloquei no fundo do bolso do meu jeans. Só depois subi a blusa, baixei o sutiã e mostrei a ele os meus peitos. Ele me tocou, me amassou, chupou, mamou, lambeu e…Ficou bom rsrs. A barba dele me causava arrepios.

A minha periquita ficou molhada, coçando, me irritando… Quando me dei conta, estava segurando a cabeça dele, apertando meus biquinhos, mudando ele de peito pra não ficar insensível. Ele viu que gostei, me deu selinhos na boca, beijou meu pescoço, minhas orelhas…aquilo era novo, gostoso demais.

E ficamos animados, e ele me pediu para deixar me tocar lá baixo. Eu disse que não estava no acordo. Ele ofereceu pagar mais e aceitei sem saber quanto. Ele desabotoou meu jeans, puxou para baixo, fez o mesmo com minha calcinha e levou a mão lá. O dedo (aquele dedo do meio), sempre ele, foi cavucando e tentou entrar, mas não deixei. Eu não queria perder meu cabacinho para um dedo, né?

Eu fiquei molhada, muito molhada. Quando ele viu a meleca que estava ali, me chamou de “safadinha” e perguntou se eu estava gostando. Lógico, né? E foi a vez dele tirar o brinquedo pra fora. Estava escuro, só a luz do poste, mas vi um pauzão sair das calças. Ele me pediu para pegar e “bater uma para ele”.

O negócio estava quente, parecendo uma espiga de milho que havia saído da brasa. Usei as minhas mãos, fiz o que eu sabia. Gente, quem lê isso aqui não sabe o quanto eu fiquei tensa com aquilo. Eu comecei a suar, a fazer errado e ele me pediu pra parar.

O corredor era longo, mas estreito. Ele me colocou de frente para o muro e permaneceu encostado na parede da casa. Olhei pra trás e ele estava quase nu, segurando o pau, e pediu pra eu abaixar a minha bermuda desceu até os joelhos. Quando terminei, ele me puxou e me encoxou.

O pinto dele entrou por entre as minhas coxinhas e apareceu do outro lado. Ele tranquilizou, disse que não ia tentar me “comer”, que queria só esfregar na minha xoxotinha. Naquela altura, eu já estava ajudando. Apertei as coxas e espremi o negócio entre elas. Era um tipo de masturbação, tanto pra ele quanto pra mim.

Naqueles momentos, eu até torcia por um “acidente”. Mas ele manteve a cabecinha do lado de fora, passando pela porta do periquito, tocando no meu furico…Ele também ficou ansioso, aquela respiração forte, sabem?

Foi uma coisa muito maior do que eu pensei que seria. Meu jeans foi parar lá para os calcanhares e eu tirei tudo, fiquei só de camiseta. Ele também ficou peladão da cintura pra baixo, me segurando pelos quadris, chupando o meu pescoço, apertando os bicos dos peitos, me dando tapas na bunda…A gente escutava pessoas passando na rua, carros, cachorro latindo, mas ficamos concentrados.

A coisa pareceu durar um tempão, mas nem sei. Ele me tocou, me beijou a bunda, passou a língua no meu periquito, colocou um dedo dentro no meu furico, esfregou o pinto em mim em todos os lugares, até na minha cara, só não me comeu.

No final, ele pediu pra eu me abaixar na frente dele, meio de quatro e abrindo a bunda pra ele ver. E ele começou a se masturbar com mais força até que ejaculou em mim. Lavou a minha bunda com esperma e espalhou usando o pinto, fazendo escorrer no meu rego. Passei as mãos naquele negócio morninho e espalhei para não escorrer. Fiquei fedendo porra, mas estava muito feliz com o que tinha acontecido.

Quando saímos, ele não disse nada sobre o pagamento extra, nem eu perguntei. Sofri um calote kkkk. Mas o pior aconteceu no outro dia. Quando fui procurar o dinheiro que ele me deu, não consegui encontrar. Eu revirei os bolsos da calça do avesso, mas não achei o dinheiro.

Saí de casa brava pensando que ele tinha me enganado. Quando passei em frente ao corredor, tive a curiosidade de entrar lá e dar uma olhada no chão. Fui até onde tínhamos ficado, havia um piseiro naquele ponto, e, no meio deles, um dinheiro amassado.

Quando dobrei a esquina em direção à Escola, outra surpresa: vi de longe que ele estava na porta da casa dele, me esperando passar. Fiquei envergonhada, mudei de calçada, mas ele me abordou. Fui elogiada, disse que havia gostado muito do que nos tinha acontecido e me entregou outras cédulas dobradinhas. Tripliquei meus ganhos, kkkkkkkkkkk

Eu olhei, sorri, falei que não precisava. Ele insistiu, puxou minha calça e colocou o dinheiro na lateral da minha calcinha. Sorri, agradeci envergonhada e fui para aula.

Agora vou falar do arrependimento que tive. Eu era novinha, não falo a idade por causa que é proibido aqui, mas eu já tinha o periquito peludinho e poderia muito bem ter perdido a virgindade com ele. Teria sido melhor.

Eu fui burra. Poucos dias depois, dei para aquele namorado da escola nos últimos dias de aulas daquele ano. Fui para a casa dele estudar pra prova final. A gente entrou num clima bom depois dos estudos. Ficamos sozinhos a tarde toda. E, como de costume, rolava muita safadeza. Achei que seria só mais uma esfregação, uma punhetinha, chupadinha nos peitinhos…

Mas daquela vez ele queria me tocar, me ver nua. Sempre ia de saia pra facilitar as coisas e, claro, facilitou. Fui com ele para o sofá, ele me fez abrir as pernas para um roça-roça, mas ele forçou e me penetrou contra a minha vontade. Depois que entra, que você sangra, não tem mais volta, né? Ele não fez nada, só colocou, gozou e tirou. Dei a bronca da vida dele naquela hora. Fui pra casa, me lavei de mangueirinha, fiquei muito chateada. Pior foi que ele contou para o melhor amigo, que contou para outro amigo, que contou para a minha irmã. Acho que todos daquela época sabem que tirou a minha virgindade. E eu passei alguns dias esperando a menstruação vir. Quando veio, não tive mais nenhum tesão nele e sequer me dei ao trabalho de terminar o namoro.

E o meu vizinho? Ele estava sempre por lá. A gente se via, ele era respeitoso, de vez em quando me dava umas indiretas, mas eu estava meio traumatizada com o ex-namorado. Queria que aquilo passasse.

Nossa vida era bem difícil. A minha mãe dava um duro danado para sustentar a casa. Eu e a minha irmã (dois anos mais velha) não tínhamos idade para trabalhar, mas ela já fazia bicos na casa de umas famílias como babá. A grana dela servia. A minha parte era cuidar da casa. Eu dava uma geral todos os dias, colocava roupa para lavar, limpava tudo e até fazia o jantar pra nós.

O vizinho morava sozinho numa casa pequena, tinha um quintal enorme, alguns pés de manga… Ele trabalhava numa grande empresa (lembro o nome, mas não vou contar). Passava o dia todo lá e parecia ganhar bem. Eis que um dia ele falou que ia passar o sábado fazendo faxina na casa dele. Falei que eu sabia fazer esse trabalho, e que por um dinheiro, eu daria um jeito.

E dito e feito. Era tudo sem segundas intenções, gente. Eu realmente precisava da grana e queria um dinheiro certo. Fui pra lá no sábado, combinei de chegar às 9h, fazer a limpeza e deixar tudo arrumado.

Eu fui do jeito que eu faço faxina em casa: short e camiseta. Entrei com balde, detergente, vassoura e dei um tapa legal. Ele saiu de casa, me deixou lá trabalhando.

Quando fui para o quarto dele arrumar, ajeitei o colchão e achei um monte de revistas pornográficas. Naquela época, era a única fonte desse tipo de coisa. Não tinha internet, celular essas coisas. Eu sentei na cama, vi cada coisa louca nas fotos e esqueci do meu trabalho por uns minutinhos.

De volta à realidade, conclui tudo como combinado e esperei ele chegar pra gente acertar. Ele viu a limpeza, gostou, pagou, mas me olhou daquele jeito que a gente sabe que quer alguma coisa.

E como eu imaginei que seria, ele me pediu outro daquele favor. Inicialmente eu neguei, disse que estava cansada, mas me veio aquelas lembranças do corredor. Ele insistiu dizendo “vai ser rapidinho”.

Perguntei sobre as revistas debaixo da cama. Ele me levou lá, abriu o armário e pegou mais algumas. Sentei do lado dele e começamos a folhear. Enquanto eu passava as páginas, ele me tocava nas coxas, passou as mãos nas minhas costas, levantou a minha blusa e ficou tocando nos meus peitinhos novamente.

As imagens eram de ótima qualidade, mas tudo muito explícito. Só tinha pintão enfiado nas bucetas em todas as posições possíveis. No final, sempre tinha uma gozada na boca. Eram quase todas iguais, mas algumas era de contos eróticos. Pedi uma pra levar pra casa pra eu ler. Ele deixou. Então perguntei o que ele queria.

A resposta veio em forma de apontamento. Ele pegou uma revista, abriu algumas páginas, apontava as imagens e perguntava se eu topava. Tudo envolvia algum tipo de contato íntimo, mas nenhuma penetração. Ele não sabia que eu tinha perdido a virgindade.

Tomei um banho a pedido dele. Usei o chuveiro do quarto, fechei a porta, mas ele entrou. Pediu pra tomar banho comigo. Aceitei. Ele pegou um prestobarba e falou que queria me depilar.

Foi super estranho. Ele passou creme de barbear e usou a lâmina nas bordas, deixou um tufinho no meio. Depois virou a minha bunda e me raspou o furico. Que vergonha.

Ele queria fazer oral pra mim, me chupar. E fez isso de joelhos no banheiro. Estranho de início, mas ficou bom, tinha potencial, pensei. Me levou pra cama. A gente ficou pelado. A minha primeira vez numa cama com um homem. E era um sábado de manhã.

Fiquei olhando para aquilo tudo, pensando no que eu estava fazendo ali com um cara mais velho, poucos dias depois de ter perdido a virgindade para um moleque. Mas, diferente do caso anterior, me sentia segura com ele.

Eu me deitei, abri as perninhas e ele veio me dar aquele presente. Foi muito melhor do que tudo que já tinha feito até então. Gente, chupem as bucetas das suas mulheres. Elas vão agradecer.

Pensei que não poderia melhorar, mas ele começou a colocar o dedo . Dessa vez não o impedi e ele perguntou se estava tudo bem. Simmmmm, pode colocar –  kkkkkkk. O cabaço já era mesmo.

Foi meu primeiro orgasmo real da vida. As cócegas e sensações prazerosas das outras interações ficaram para trás. Aquilo era diferente. Ele era experiente e sabia o que estava fazendo. Ele era de outro mundo. Aquela era uma experiência diferente na minha vida e me deixou processar. Quando voltei a mim, ele estava lá, empático, me acolheu.

Nós nos olhamos e perguntei se estava bom. Ele sorriu, disse que queria mais uma coisa. Pegou a revista, achou, apontou e perguntou se eu queria tentar. Fiz uma cara de quem tinha visto fígado bovino no prato.

Pinto não tem gosto. É como chupar uma borracha ou um pedaço de plástico. Mas para ele, a sensação era outra. A minha total inexperiência não foi problema. A minha boca fez mais sucesso que pão quente. E falar em “quente”…

Nunca vou esquecer aquela sensação morna quando ele ejaculou subitamente. Acho que nem ele esperava ou desejava, mas tive que recepcionar uma boa quantidade de esperma na boca. Ele mandou cuspir, mas já estava na garganta.

Em fim… A faxina aos sábados passou a ser regra. Ele viajava, ficava fora muito tempo e eu tinha a chave da casa para cuidar das coisas dele. A gente não namorava, óbvio. Era cada um na sua vida e eu tinha outros rolinhos. O interessante, é que no início ele só curtia isso: fazer oral pra mim e eu fazer ele. Era chupadinha com dedinho todo sábado. Penetração, só com o dedo.

E foi assim por algum tempo, até que uma noite não dormi direito, tive sonhos eróticos, um calor insuportável…Mais tarde, quando saí à rua, nos encontramos na feira, comemos pastel e falei o que tinha acontecido. Ao passar na porta dele, entramos.

Fui levada pra cama naquela manhã de domingo. Minha mãe e minha irmã estavam em casa. Desliguei de tudo. Ele me levou para o quarto dele, tirou a minha calcinha, mas me manteve com o meu vestidinho. Ele se despiu inteiro, me entregou uma embalagem, e com ele eu aprendi a colocar preservativo num pinto. Eu estava acelerada, ansiosa, precisada.  Fui pra cama, abri as pernas, mas ele me  mandou ficar de quatro.

Estava demorando muito. Ele foi até uma gaveta e trouxe um frasco de gel lubrificante. Passou na camisinha e depois em mim. Eu já estava escorrendo, pra que aquilo? Chamei, pedi pra fazer logo. Fui pra beirada da cama, ele de pé, senti dele me tocar com as mãos, pincelar minha vagina com o pênis e encontrar meu canal.

A pegada dele agora era real, mãos firmes na minha cintura, puxão de cabelo, o saco dele batendo no meu clítoris, comecei a gemer com um “ai, ai, ai”, ele pausou, perguntou se estava me machucando e eu soltei um  ME FODE CARALHO… kkkkk

O pau dele era maduro, eu era novinha, e era recém descabaçada. Bucetinha contra pintão, venceu a bucetinha. Ele meteu até o talo e eu descobri que também tinha um útero. O pau dele foi até lá e o espancou meio dolorosamente. Aprendi que tinha que controlar um pouco.

Saí daquela posição, sentei na cama, abri as perninhas e vi o pau dele entrar ao vivo na minha xoxotinha descabelada. Muito, muito gostoso. Eu queria mais, queria experimentar. Sentei na sela dele, fizemos de ladinho, de bruços… A manhã foi produtiva demais, descobri que DAR é bom demais.

A gente gozou juntos, outra coisa incrível. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, eu estava mole, satisfeita. Fui embora, e quando cheguei, estava com uma cara estranha (disse a minha mãe). Precisei usar absorvente pelo resto do dia. Meu cabacinho ainda estava lá. Foi efetivamente retirado por ele. A transa anterior não tinha conseguido acabar com tudo. Sangrei, mas sem dor, sem sofrimento e sem arrependimento.

Um presente e um beijo para os meus fãs 😉

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Escrito por Profa

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3 Comentários

  1. Profa, que desabafo delicioso. Me fez lembrar os bons tempos, em que a sacanagem, a safadeza e a putaria faziam parte da vida adolescente. Trabalhos de escola eram momentos de aproveitar como desse. Sua escrita é maravilhosa, fluida, consegue passar todo a tensão, a excitação e o tesão em cada cena.
    E para fechar com chave de ouro, uma bela foto desse corpo lindo, gostoso, todo molhadinho, que me fez ficar com água na boca, cheio de vontade de me deliciar com cada pedacinho dele.
    Beijos!

Gratuitas???