No último sábado antes deste desabafo, sendo que hoje é dia 27/06/2025, eu resolvi que deveria me permitir experimentar algo que eu tinha certeza que iria adorar, mas por achar que devia satisfação a diversas pessoas, eu não tive coragem de experimentar até então.
Eu sou um cara normal, de 27 anos, branco, magro, cabelos compridos, emberbe, sempre tivepouquíssimos pelos corporais e minha voz é um pouco feminina admito. Meus esteriótipo sempre manteve as mulheres afastadas e sempre fez com que eu sofresse assédios de homens negros achando que eu fosse viado.
Acho que a frequência destes assédios foram aos poucos me deixando muito curioso sobre meus reais interesse em relação a sexo, mas sempre convivi com uma culpa para com meus meus, irmãos e amigos, que acabavam me fazendo recuar sempre que uma oportunidade se apresentava.
Mas, confeso que minha resistência foi por água abaixo com Rogério, um rapaz negro que com seu jeito masculo e persuasivo, acabou por me levar a entregar minha virgindade anal para ele.
Como falei isso ocorreu no sábado passado em um shopping no Rio de Janeiro. Eu sou do interior do Rio, mas trabalho no centro e de vez em quando vou ao Rio de Janeiro para fazer compras em shoppings e aproveito para curtir a noite carioca um pouquinho.
Nesse dia eu fui abordado por Rogério, que ao me ver na praça de alimentação enquanto almoçava, ele ficou me fitando e quando tive certeza que ele me observava, acabei deixando ele perceber meu sorriso e foi o que bastou para ele sair de onde estava e se encaminhar para a mesa onde estava.
Eu vou poupar vocês da descrição de como aquele homen negro foi astuto e em pouco mais de duas horas após a sua apresentação, ele já havia me convencido a deixar ser levado para uma motel da Barra da Tijuca onde eu pela primeria vez fui penetrado por outro homem, me levando a me arrepender por ter me mantido por tantos anos abrir mão da minha felicidade para não contrariar as expectativas das pessoas do meu convívio.
Confesso que entrei naquele motel ainda cheio de dúvidas se estava cometendo um erro grosseiro, mas Rogério era tão seguro e foi me encorajando o tempo todo dizendo que eu não iria me arrepender de fazer sexo com ele.
Eu fui conduzido com muito carinho por ele até aquele apartamento de motel. Ele sempre muito cauteloso com as palavras, procurava me encorajar a não desistir e ao adentrar o quarto tendo um dos braços dele circundando minha cintura o tempo todo e ele falando com aquela voz ao mesmo tempo masculina e sua no pé do meu ouvido, eu me deixei ser levado até a cama onde fui suavemente deitado na cama e imediatamente despido por ele.
Eu pela primeira vez estava nú diante de um homem negro que havia me prometido sexo como eu nunca experimentaria com outro.
Eu estava tão nervoso e envergonhado por estar diante daquele homem musculoso, barbudo, com uma voz extremamente mascula e eu o oposto, magro, branquinho, sem pelos e com voz quase gasguita, que eu tremia feito vara verde e meu pau que tão pequenininho, foi motivo da minha vergonha total e eu usei as mãos para esconder dele.
Eu me encolhi todo na cama, até por que o ar condicionado estava forte e eu estava com muito frio. A vergonha pelo meu pau minusculo me fez tapar ele com minha mãos, não que isso fizese diferença para Rogério, já que seu interesse no meu corpo era outro.
Como eu estava meio de lado para esconder meu pau, minh bunda ficou mais exposta pra ele e meu cuzinho deve ter ficado a feição da sua visão, pois ele não parava de mirar seus olhos famintos pra ela.
Ele ficou ali em pé se despindo e minutos depois vi pela primeira vez seu corpo másculo. Eu estava tão admirado com a forma física exuberante de Rogério e em meus devaneios olhei hipinotizado para seu pau.
Ainda mole, ele se estendia ao longo da coxa musculosa e peludo. A cabeça do pau era enorme, em forma de cogumelo. Havia veias que se ramificavam por todo o corpo do pau e era grosso e parecia ser tão pesado de tão bruto.
Eu fiquei mais tímido ainda pela discrepância dauqele pau para o meu e ele percebendo que eu não conseguia tirar os olhos daquilo, começou a manipular com uma das mãos. Nossa, Rogério punhetava aquele pau de um jeito lento e eu não consegui controlar as reações do meu corpo enquanto ele ia aos poucos passando de um estado flácido para levemente entumecido e alcançando uma rigidez estupenda em poucos minutos.
As reações do meu corpo eram de frio para um calor corporal absurdo, meu cú pela primeira vez reagiu a aquele estimulo visual, passando a ter contrações involuntárias como muitas vez li em contos gay na internet.
Fiquei até comdúvidas sobre a veracidade de alguns relatos em que eu achava exagerados, mas que agora era eu que sentia diant daquel homem.
Eu sabia que Rogério iria reivindicar meus serviços em poucos instantes e não sabia se ele iria aprovar já que não tinha tido nenhuma experiência real com outro homem.
Olhei ele parar de punhetar o pau e caminha na minha direção. Veio de joelhos pela cama e parou na minha frente. Passou a mão por trás da minha nuca e conduziu minha cabeça, contra seu pau. Eu fui orientado a pegar seu pau e eu o fiz sem protestar, sabia que estava ali pra isso.
Os papéis haviam sido definidos desde o início. Eu fui abordado como uma mulher é abordade por um homem interessado. Desde o início Rogério declarou seu interesse em mim de forma ativa e eu de forma passiva. O trabalho de convencimento foi todo dele e eu praticamente o aceitei como homem desde o início, assim não tinha porquê haver dúvidas de que eu cumpriria o papel de fêmea na relação que iria ser consulmada.
Eu peguei naquele pau e confirmei como era bruto, pesado, quente e ele mandou eu punhetar seu pau. Enquanto eu punhetava, o pau de Rogério parecia continuar crescendo e endurecendo. Ele na verdade pulsava na minha mão.
Na glande da cabeça, gotas de liquido transparente e meio viscoso se formava e ele apoiou meu queixo e forçou minha cabeça pra cima como se quisesse que eu olhasse para ele. Entou ele pediu pra eu chupar o seu pau.
Fiquei com muita dúvida sobre como fazer, mas ele tinha um poder sobre mim que dava confiança pra fazer. Eu fui abocanhando a cabeça e assim tive certeza que era mesmo enorme. Preenchue ela sozinha boa parte da minha boca.
Eu procurei deixar só meus lábios tocarem a cabeça, fiquei com medo de machucar ele com meus dentes. Coloquei a lingua por cima dos meus dentes inferiores e chupava o pau dele com cuidado. Os meus lábios passavam sobre a cabeça do pau de Rogério e ele delirava de prazer.
Ele mandou eu continuar mas olhar pra ele. Ergui a cabeça e olhei pra ele. Ele me olhava de volta e perguntava se eu estava gostando so sabor do seu pau. Eu apenas balançava a cabeça pra indicar que sim.
Eu procurava me concentrar no sabor da sua pica pra ter noção que estava gostando mesmo ou se apenas respondi o que eu sabia que ele queria ouvir. Mas eu realmente havia aprovado o sabor daquele pau.
Eu conseguia sentir o sabor e cheiro dele e não me causava nenhum nojo ou repulsa. Continuei a chupar ele e eu me aventurei pelo corpo do pau, pelo saco por muitos minutos nele.
Rogério parecia ter aprovado mesmo eu nunca tendo chupado outro pau, mas ao cair na real, assim que eu afastei um pouco minha boca daquele pau, eu vi como ele estava todo babado, coberto da minha savila e da minha boca, scorria tantar secreção que chegava a pingar no lençol e isso me fez perceber que tinha que estar prazeroso pra ele, pois a suavidade dos meus lábios e linguam em meio toda aquele baba devia estar causando sensações muito gostosas nopau dele.
Ele me empurrrou sem dizer nada e me fez cair de lado na cama. Senti ele abrir a banda esquerda da minha bunda. Nossa, sua força fez meu cú estender parao mesmo lado que ele forçou minha bunda, senti o ar condicionado entrando por ele. me senti todo aberto.
Ele se enclinou e tocou meu cú com a sua lingua. Ai que vergonha, eu não sei como escapou, mas soltei um gemido tímido mas arrastado.
Durante uns dez minutos tive meu cú chupado por Rogério de uma forma que quase saiu lágrimas do meus olhos. Eu pedia pra ele parar mas ele não me atendia e quando eu não suportava mais, eu me arrastava pela cama, me debatia e empurrava sua cabeça. Rogeria não se abalava e como um tarado aumentava a voracidade de sua lingua e eu desesperadamente arfava e gritava, mas a sensação era tão forte que minha voz sumia, meu corpo amolecia, o cú descontrola pulsando na boca de Rogério quase que retribuindo a deliciosa sensação que sua lingua proporcionava.
Eu estava imprenssado na cabeceira da cama, agarrado a um travesseiro ao qual fui obrigado a morder para não provocar a vinda de alguém do motel para saber o que se passava ali.
Rogério estava louco e ao ver a posição que eu estava, aproveitou e voltou a ficar de joelhos na cama e me pegando pela cintura me levou pra lateral da cama, me virou de barriga pra cima, suspendei minhas pernas as as apoiou acima dos ombros. Pediu para eu me ajeitar, mas eu ainda me recuperava. Ele não quis esperar e ele mesmo me ajeitou. Eu estava todo babado na entrada do cú, então assim que ele percebeu que a entrada do meu cú estava perfeitamente alinhada com seu pau, ele o direcionou fazendo a cabeça encostar. O cú não parava de piscar e aquilo o motivou a começar a tentativa de penetração.
Eu ainda me recuperava das investidas de sua lingua contra meu cú e não tinha forças pra reagir. Mal conseguia olhar pra ele. Eu jogava a cabeça para um lado e para o outro tamanho meu desespero diante daquele misto de sensações que havia feito eu exerimentar.
Conforme me recuperava, Rogério iniciava a penetração. A cabeça pedia passagem, meu cú piscava e resistia a penetração. Eu recuperava a razão e a dor da entrada da cabeça ficava cada vez mais nítida, então eu comecei a reagir ao cogumelo que aos poucos ia escorregando pra dentro de mim.
Rogério percebendo que eu começo a me defender, rapidamente envolve minha cintura e a estabiliza. Procuro com as mão apoiar sua coxas pra não deixa seus quadril avançar sobre meu cú. Mas ele é muito forte e eu ainda me recuperava, estav meio molinho.
Rogério tenta me incentivar, pedindo pra eu aguentar, mas é muito grande a cabeça do pau dele e meu cú é esticado de um jeito que eu achei que iria ser arrobado completamente pr ele.
Então pedi pra ele para com aquilo. Rogério nessa hora firmou mais ainda suas mãos na minha cintura. Tentei mexer os quadris mas já não dava. As minha mãos não eram suficientes para conter o seu ímpeto, ele ia forçando e meu cú cedia acomodando a cabeça do pau dele. Sabia que logo me cú aceitaria a cabeça dentro dele, mas meu cú ardia e doía e a contração ficava mais poderosa e tinha sucesso por vez expulsando o pau de Rogério.
Como a contração era acompanhada de um relaxamento, Rogério astutamente aproveitava e vinha com tudo e a cabeça e ele acabava tendo sucesso em completar a penetração da cabeça.
Enfim a cabeça escorregou pra dentro e eu senti direitinho a hora que a parte mais larga foi envolvida pelo meu cú.
Alíviou um pouco pois a cabeça dilatou tanto meu cú e logo depois da cabeça, o esfincter voltou um pouquinho e a sensação foi gostasa pra mim, aliviando a dor e ficando só um ardência mais tolerável.
Pedi pra ele tirar o pau um pouco. Ele até pareceu tentar, mais quando ele puxou o pau pra fora, meu cú deu uma contraída forte e a dor foi alucinante, me fazendo impedir ele de continuar a tirar o pau. Parecia que meu cú ia ser arrebentado de vez. Eu rapidamete passei as mãos por tras das suas coxas e impedi ele de tirar a cabeça do pau de dentro de mim.
Ele entendeu que eu senti dor e ficou ali parado perguntando se estava tudo bem. Eu não conseguia responder devido estar concentrado em controlar aquilo.
Ai, que bom que ele entendeu. Ficamos assim algum tempo. Quando ele perguntou se tinha melhorado, eu respondi que sim. Ele enão falou, eu vou meter mais um pouco, mas você vai me dizendo se esta tudo bem tá ok? Eu respondi positivamente com a cabeça.
Ele mandou eu tirar as mãos da sua pernas. Eu obedeci e torci o lencol da cama quando ele começou a forçar de novo. O corpo do pau era muito grande e grosso, mas não era do calibre da cabeça, então sabia que não ia perder muitas pregas do cú durante a penetração, mas pedia pra ele ir devagar assim mesmo.
Ele estabilizou minha cintura com as mãos e comecou a empurrar. Nossa, como era bruto aquele pau. Escorregava lentamente e o atrito fazia meu cú pagar fogo. Isso produzia uma contração poderoza do meu cú no pau dele, nesse instante era muito dolorido e eu tinha que pedir pra ele parar.
Ele fazia uma cara de prazer quando o pau deslizava, enquanto eu fazia cara de dor e quase rasgava o lençol da cama com minhas mãos de tanto que o torcia.
Eu pensei em acompanhar o quanto de pau já havia entrado, então eu fui com uma das minhas mão e segurei no pau dele.
Ele percebeu e ameaçou ir tirar minha mão, mas eu fui mais rápido e comecei a alisar as suas bolas. Ele então desistiu de retirar minhas mãos achando que eu estava estimulando ele.
Quando ele recomeçou a empurrar fui logo controlar o pau. Quando percebi que pouca coisa havia entrado além da cabeça, pois quase todo o pau ainda estava pra fora, eu me desesperei e pedi pra ele tirar.
Ele percebendo minha aflição, tentou e acalmar, pedindo pra eu aguentar firme, que eu estava indo muito bem, mas eu sabia que não era verdade. Ainda tinha muita pica pra engolir e eu já estava me sentindo completamente arrombado.
Rogério puxou um travesseiro e mandou eu meabraçar a ele. Eu fiz isso e soltei seu pau e deixei por conta dele.
Rogerio não queria que eu interferisse de novo e me recomendou morder o travesseiro. Eu forcei o travesseiro contra o rosto e modrdi a fronha. Rogerou retomou a penetração e eu comecei a sentir uma dor e uma ardência constantemente crescente e enquanto isso eu soltava um grito abafado: _Huuuuuummmmmmmmm! Ele me igonorou e foi fundo até o final, até que eu senti suas bolas contra minha bunda. Era tanto pau dentro do cú que parecia sentir a cabeça cutucando algum orgão do meu estomago, mas sei que não é possível isso, apenas uma sensação.
Nossa, eu sabia que possívelmente eu estivesse todo arrombado de forma definitiva, e não conseguia relaxar por apenas ter suportado todo seu pau dentro do cú, pois logo ele começaria a me foder de verdade.
Eu tirei o travesseiro do rosto e pedi pra ele parar e ficar assim um tempo. Ele somente me olhou e comecou a me ajeitar para ficar mais alinhado com ele e eu nem tinha percebido que havia me mexido tanto, estando tod torto em relação a posição inical.
Ele ficou ali parado e seu pal pulsava dentro do meu cú. Um minuto mais ou menos e ele me perguntou: Quer que seu macho foda esse cuzinho, quer? Nossa que vergonha, não sabia o que responder. Mas eu sabia que um macho como ele só que ouvir uma resposta, mas eu estava tão envergonahdo que acabei não respondendo.
Ele me surpreendeu, me dando um tapa não forte na face e repetiu com autoridade: Responde ao seu macho. quer que seu acho foda esse cuzinho.
Eu fiquei com medo dele ficar mais violente e resolvi deixar o inevitável acontecer. Então eu tomei o traveseiro de novo abraçando-ojunto ao meu peito e olhando para Rogério eu respondo que queria de meu macho me fodesse.
Ele começou a foda retirando quase todo o pau do meu cú e depoisenterrando ele inteiro bem lentamente. Engraçado que novamente pra retirar aquele pau de dentro do meu cú foi muito sofrido, fazendo a enterrada lenta parecer até um ato de clemência.
É lógico que tudo que relato e relativo, eu falo que sentir um pau daquele tamnho entrando faz as pernas tremereme meu corpo transpiram e é extremanete dolorido, mas a retirada do pau era preocupante, ele para trazer meu intestino junto e doía de uma forma que me levava a uma sensação de desmaio.
Pedi pra ele ver se eu estava sangrando, pois eu estav literalmente passando mal. Ele conferiu e disse que não havia nenhum sinal de sangramente. Isso me aliviou.
A foda foi transcorrendo no rítmo que Rogério determinava, apesar dele ser respeitoso quando eu sucumbia ao castigo.
Levou uns 10 minutos até Rogério estar no auge da excitação em me penetrar e então não adiantava mais os meus apelos, ele só penava no próprio prazer. Eu sei que não é culpa dele, nesse momento sei que o que mando são os hormônios masculinos.
Naquela altura,meu cú recebia estocadas violentas e profundas sem nenhuma consideração. A mim restava lutar como podi. Tentei me movimentar durante a fase positiva das estocadas para não deixa opau entrar tão violento e profundo dentro de mim. Ele, ao contrário acompanhava como dava meus movimentos e quase sempre tinha sucesso fazendo o saco explodir na minha bunda. Nos deslocávamos pela cama nessa luta descompensada, ate eu me ver contra a cabeceira de onde não tinha como continuar me esquivando dos poderoso golpes.
Rogério estava tão dominante me olhando da sua posição superior, então ele de joelhos, alinhou minha bunda para ficar a mercê do seu pau, e eu tendo a nuca comprimida contra a cabeceira que era de cimento, não tinha como me mover sem o risco de machucar gravemente o pescoço caso ele ficasse desalinhado, tananha a força das estocadas de Rogério.
Minhas cordas vocais estava comprimidas e conforme levava estocadas de Rogério, um som de gritinho contido, mais ou menos assim: Uhmm!, Uhmm!,Uhmm! a cada estocada firme que levava. Pelo menos não tinha altura suficiente para ser ouvido fora do quarto, pelo menos essa vantagem aquela posição me proporcionou.
Rogério fodia vigorosamente nesta posição e devido a alta frequência da foda pensei que logo levaria uma gozada dentro do cú, mas Rogério era experiente e tinha muito controle.
Já estava sendo fodido por uns 15 minutos e com pescoço muito dolorido e pedi pra ele parar de me foder.
Rogério não parava e eu fiz o impenssável, pedi pra ele me foder de quatro. Rogério foi muito habilidoso e quando percebi já estava sendo virado de bruços e tinha as pernas seguras por ele e fui arrastado até os pés da cama, onde com um único movimento, Rogério segurou minha cintura e me colocou na posição de quatro nos pés da cama. Senti ele forçar minhas pernas pra fora para eu ficar mais exposto pra ele. Ele voltou pra minha cintura e com a sua força, fez meu quadril fazer um movimento pra deixar minha bunda mais empinada.
Ele bateu com o pau duríssimo no meu cox por algumas vez, mas uma vez vi como era bruto aquele pau. Depois eu forcou o pau contra meu cox e veio deslizando ele atpe a entrada do cú.
Quando chegou ali ele começou a passar a cabeça sobre o cú e eu mesmo desesperado senti o cú reagir com piscadelas descontroladas.
De repente ele parou a cabeça no cú e forçou.Eu fui pra frente e ele disparou umtapa na minha bunda mandando eu voltar pra trás. Nossa, ardeu tanto que eu obedeci na hora. Na segunda forçada eu me esforceui pra aguentar, mas é dificil levar pau de quatro. Não dá pra relaxar pro pau entrar.
Enterrei a cara no lencou e Rogério empurrou apau pra dentro até o fim. Eu de novo soltei um grito abafado: Huuuuuummmmmmmmmmm!!! Senti então seu saco de novo explodir na minha bunda.
Ai suas duas mãos fizaram meus quadris e eu me ajeitei pra começar a ser fodido de quatro.
Aprendi que não há preparoa pra ser fodido assim por um homem como Rogério. Comecou a meter feito louco, Tirando tudo e socando até o talo. Nossa mãe, foi surra de pau pra mais de 20 minutos sem parar, mas dessa vez Rogério parou todo dentro de mim e eu senti o pau pulsando e uma coisa quente ser despejada lá no fundo.
Eu levava uma farta gozada dentro do cú e Rogerio urrava feito um animal. O que eu senti naquele instante, me fez reconhecer Rogério como um macho incrível e eu pacifiquei meu coração naquele instante, aceitando que o que aconteceu comigo ali naquele quarto de motel não foi um engano.
Foi a constatação de que aquele encontro por acaso era inevitável e só não havia acontecido antes porque eu não tinha cruzado com um macho tão altivo quanto Rogério, mas bastou poucos horas para tudo acontecer como aconteceu.
Rogério me avistou no shoping, pensou que eu seria uma presa possível, arquitetou rapidamente um plano, se aproximou, com sua labia e experiencia em menos de três horas me convenceu a dar pra ele, conduziu toda a foda e ali estav aquele macho me impondo uma verdadeira inundação de porra dentro do cú, fazendo eu me render ao seu poder de macho, fazendo eu admitir que só poderia estar ali cumprindo a papel de fêmea diante dele.
Eu me surpreendi que no fim, eu estava ali de quatro, todo empinado, jogando a bunda contra o pau de Rogério, esquecendo completamente da dor e da humilhação, chegando a gozar pelo cú na primeira foda.
Não sei se o verei de novo ou se terei outro homem como ele, só sei que vou buscar por isso com toda minha força e nunca mais vou me preocupar com o que as outras pessoas vão pensar de mim.


Estamos nessa busca também
Então o negro que entrou na minha vida foi muito sucinto, simplesmente me comeu, e comeu gostoso!
Ok, boa sorte nesta busca!